PARTE I Capítulo IX De Cacique Tibiriçá a Belmira dos Santos Rocha

NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR:

-PENTADECAVÓS     Tibiriçá  (batizado pelo nome cristão de Martim Afonso) e Potira

-TETRADECAVÓS     Bartyra M'Bicy (batizada como Isabel Dias) e João Ramalho

-TRIDECAVÓS     André Fernandes (Ramalho) e Maria Paes

-DUODECAVÓS     Jerônima Fernandes e Balthazar Gonçalves Malio

-UNIDECAVÓS     Margarida Gonçalves Fernandes e Miguel Garcia Carrasco

-DECAVÓS       Baltasar Carrasco dos Reis e Isabel Antunes da Silva

-ENEAVÓS        Maria Paes e Manuel Soares

-OCTAVÓS        Joanna Garcia das Neves Soares e Sebastião dos Santos Pereira

-HEPTAVÓS     Maria Paes dos Santos e Sargento-Mor Miguel Gonçalves Lima

-HEXAVÓS       Maria Francisca de Lima e José Nabo De Medeiros

-PENTAVÓS       Victorianna Maria de Lima e Tenente Francisco de Paula Xavier Bueno

-TETRAVÓS       Rosa De Paula Xavier e Alferes Francisco Ignacio De Andrade

-TRISAVÓS    Francisco Ignácio de Andrade e Joaquina Ferreira de Albuquerque

-BISAVÓS    Manoel Ignácio Gregório de Andrade e Horacia Librania Machado Cardoso

-AVÓS       Joaquina Machado Ferreira e Francisco Pereira dos Santos

-PAIS    Belmira dos Santos Rocha e Pedro Alves da Rocha



PENTADECAVÓS

 

    Tibiriçá  (que  aqui habitava antes da chegada dos portugueses e que faz parte de nossa história).  Ele nasceu em data e local desconhecidos.  Habitou  os  Campos de Piratininga, em São Paulo e era  conhecido como Tebiriçá e Tebireçá, sendo um importante líder indígena tupiniquim dos primórdios da colonização portuguesa do Brasil. Foi aliado dos portugueses e dos bandeirantes paulistas. Teve papel destacado nos eventos relacionados à fundação da atual cidade de São Paulo, em 1554. 
    Foi convertido e batizado pelo nome cristão de Martim Afonso, em homenagem ao fundador de São Vicente, Martim Afonso de Sousa, passando a se chamar, então, Martim Afonso Tibiriçá. Era chefe de uma parte da nação indígena estabelecida nos campos de Piratininga, com sede na aldeia de Inhampuambuçu.     Era irmão de Piquerobi e de Caiubi, índios que se salientaram durante a colonização portuguesa do Brasil: o primeiro, como inimigo dos portugueses; e o segundo, como grande colaborador dos jesuítas. Teve muitos filhos. Com a índia Potira, teve Ítalo, Ará, Pirijá, Aratá, Toruí, Maria da Grã e *Bartira.
    Bartira se casou com João Ramalho de quem Tibiriçá era grande amigo e a pedido do qual defendeu os portugueses quando estes chegaram a São Vicente. Em 1554, acompanhou Manuel da Nóbrega e Anchieta na obra da fundação de São Paulo e estabeleceu-se no local onde hoje se encontra o Mosteiro de São Bento, espalhando seus índios pelas imediações. A atual rua de São Bento era, por esse motivo, chamada, primitivamente, Martim Afonso (nome em que foi batizado o cacique). 
    Graças à sua influência, os jesuítas puderam agrupar as primeiras cabanas de neófitos nas proximidades do colégio. Tibiriçá deu, aos jesuítas, a maior prova de fidelidade a 9 de julho de 1562 (e não 10 como habitualmente se escreve), quando, levantando a bandeira e uma espada de pau pintada e enfeitada de diversas cores, repeliu, com bravura, o ataque à vila de São Paulo efetuado pelos índios tupis, guaianás e carijós chefiados por seu sobrinho (filho de Piquerobi) Jaguaranho, no ataque conhecido como o Cerco de Piratininga. Durante o combate, Tibiriçá matou seu irmão Piquerobi e seu sobrinho Jaguaranho.
    Tibiriçá morreu em 25 de dezembro de 1562, como atesta José de Anchieta em sua carta enviada ao padre Diogo Laínes, devido a uma peste que assolou a aldeia. Seus restos mortais encontram-se na cripta da Catedral da Sé.
    Em 1580, Susana Dias, sua neta, fundou uma fazenda à beira do Rio Tietê, a oeste da cidade de São Paulo, próximo à cachoeira denominada pelos indígenas de "Parnaíba": hoje, é a cidade de Santana de Parnaíba. São muitos os descendentes de Tibiriçá no Brasil, através de suas filhas. A rainha Sílvia da Suécia é uma de seus inúmeros descendentes. 
    Tem sua descendência descrita na Genealogia Paulistana, de Luiz Gonzaga da Silva Leme. 

Referência:


    Em carta escrita em 16/4/1563, o Irmão José de Anchieta assim se expressou: "Foi enterrado em nossa igreja com muita honra, acompanhando-o todos os cristãos portugueses com a cera de sua confraria. Ficou toda a Capitania com grande sentimento de sua morte pela falta que sentem, porque este era o que sustentava todos os outros, conhecendo-se-lhes muito obrigados pelo trabalho que tomou de defender a terra, mais que todos creio que lhe devemos nós os da companhia e por isso determinou dar-lhe em conta não só de benfeitor, mas ainda de fundador e conservador da Casa de Piratininga e de nossas vidas. Fez testamento e faleceu com grandes sinais de piedade e de fé, recomendando a sua mulher e filhos que não deixassem de honrar sempre a verdadeira religião que abraçaram."

    Seus restos mortais repousam hoje na cripta da Catedral Metropolitana de São Paulo, na praça da Sé. Em sua homenagem, a rodovia estadual SP-031, ligando Ribeirão Pires a Suzano, foi denominada Índio Tibiriçá.

Referência


Aldeia dos Tapuias, retratado por  J. M. Rugendas


    Caso tenha interesse, poderá ver o vídeo do Canal Três Vias que fala sobre o Tibiriçá. 
Esclarece fatos sobre a história na época em que viveu nosso antepassado. Clique no link para ir direto ao vídeo :https://www.youtube.com/watch?v=iIc_AthEyQA



TETRADECAVÓS
Representação de Bartyra e João Ramalho. Século XVI. Pintura digital. Criação ©Rosicleia Rodrigues 2026


*Bartyra M'Bicy, depois batizada como Isabel Dias, casou com João Ramalho, que nasceu em Viseu, Portugal, morreu em 3 de maio de 1582, em São Paulo de Piratininga, Brasil. Tiveram os seguintes filhos: Margarida Ramalho, Antônio de Ramalho, Antonia Quaresma, Marcos Ramalho, Francisca Ramalho, Victorio Ramalho,  Jordão Ramalho,   Joana Ramalho e *André Ramalho.
M'bicy (conhecida também por Bartira, Burtira ou Isabel Dias) foi uma índia tupiniquim paulista do século XVI. 

    Uma das filhas mais reconhecidas do famoso cacique Tibiriçá, um importante líder indígena tupiniquim na época dos primeiros anos da colonização portuguesa no Brasil.

    Presumivelmente em 1515, ela casou-se com o aventureiro-explorador João Ramalho de Portugal, com quem viveu por mais de quarenta anos. O seu nome foi "alterado" para Isabel Dias, depois que foi batizada na religião católica pelos Jesuítas, no planalto de Piratininga. Tiveram nove filhos juntos, e dessa união descendem inúmeras das mais tradicionais famílias paulistas atuais.

João Ramalho foi um náufrago, ou degredado, que aportou à São Vicente, por causas ignoradas. No dizer de Azevedo Marques          (Apontamentos Históricos , Geográficos da Província de São Paulo, edição do 4º Centenário de São Paulo, 1954, Tomo II pg. 41 ) “ provavelmente fazia parte da expedição de João Dias Sólis ou de Fernando de Magalhães, que vieram à América aquele em 1513, e este em 1519, e ficaram ( ele e Antônio Rodrigues ) nas praias de S. Vicente...”etc. Varias e desencontradas são as opiniões de sua descendência segundo as antigas genealogias de Frei Gaspar da Madre de Deus, Pedro Taques de Almeida, o General Arouche de Toledo, etc. ).

    Seu testamento, datado de 1580, extraído do Cartório de Notas, caderno rubricado por João Soares, tit. 1580 fls. 10, que pertenceu ao arquivo do velho José Bonifácio de Andrade e Silva diz : “...ser João Ramalho natural de Bouzella, comarca de Vizeu, filho de João Velho Maldonado e de Catharina Affonso de Balbode e que ao tempo que a esta terra ( Brasil ) viera, se casara com uma moça que se chamava Catharina Fernandes das Vacas, a qual lhe parece que ao tempo que se dela partiu para vir para cá, ficará prenhe e que isto haverá alguns 90 annos ( eu leio 70 anos, observa o copista aludindo a interpretação que desse algarismo fez o Padre Mestre auctor das Memórias Impressas ) que elle nesta terra está...”. ( Silva Leme, 9, pgs. 66 e 67 ). 

    João Ramalho tem um passado cercado de mistérios. Sua chegada no Brasil não é documentada. São várias as hipóteses de como João Ramalho teria chegado no sudeste brasileiro. Uma delas é como um náufrago,  possivelmente até da armada de Pedro Álvares Cabral; outra hipótese é que Ramalho teria sido exilado por algum crime cometido em Vouzela (podemos colocar como crime aqui, também, o judaísmo); e a terceira hipótese é que ele teria sido voluntário para colonizar o Brasil após sua descoberta, para conquistar as terras no local ainda desconhecido.
    Outro dado que torna misteriosa sua chegada no Brasil, e inclusive seu ano de nascimento, é a existência de uma Carta de Cavaleiro datada de 1487 com seu nome, ou seja, seis anos antes do seu suposto nascimento, em 1493. Ela está no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, e significaria que João Ramalho foi "cavaleiro, guarda-mor" do rei D. João II.

    Desde sua chegada no Brasil até 1532, não há muitas informações sobre o que aconteceu com João Ramalho. Ele encontrou índios tupiniquins, ou piratiningas, com quem passou a viver, e ficou próximo do cacique Tibiriçá ("vigilante da terra", na língua tupi), um dos principais líderes dessa tribo no Planalto Paulista. Sua aldeia seria, segundo algumas fontes, na região onde hoje fica o Largo de São Bento. 

    Após sua aproximação, casou-se com uma das filhas do cacique, a Bartira ("flor de árvore", em tupi), que posteriormente seria batizada sob o nome cristão de Isabel Dias. Porém, como era de costume entre os índios da tribo, possuiu outras mulheres, inclusive algumas irmãs de Bartira. Formou, assim, uma forte aliança de sangue com os índios tupiniquins, uma aliança que, nas tradições indígenas, é para toda a vida. Segundo algumas fontes, se tornou inclusive influente entre os índios da aldeia, podendo arregimentar 5 mil índios em um só dia. 




Cerco de Piratininga
    Os índios da tribo dos tamoios, ou Tamóias, que atacavam constantemente a região, não se intimidaram com a união das duas vilas, e fizeram planos para um ataque. Aliaram-se aos índios guaianases, aos tupis e aos carijós, e atacaram a Vila de São Paulo, em 1562. Os indígenas teriam chegado em uma manhã, e estavam pintados, emplumados e com grande alarido (gritaria), segundo relato do padre José de Anchieta. A coligação de índios teria mantido a vila sob cerco durante dois dias, chegando até a avançar dentro dela.

    João Ramalho foi designado a capitão-mor da Praça ou de São Paulo (uma espécie de protetor da região) por decisão popular, e lhe foi atribuída a tarefa de comandar a resistência da vila. Ao lado de Tibiriçá. Ramalho e o povo de São Paulo conseguiram repelir os índios que cercaram a região.
    Tibiriçá, em 25 de dezembro do mesmo ano, começou a ficar muito doente. Era vítima de uma peste. A notícia que estava mal e prestes a falecer reuniu muitos índios e padres da vila. À tarde, Martim Afonso Tibiriçá faleceu. Seu sepultamento aconteceu com pompa no Centro de São Paulo, onde foi enterrado e teve seu túmulo colocado na cripta da Igreja da Sé. No ato estavam presentes João Ramalho e sua família, a sua mulher Bartira (M'bicy), os seus muitos filhos e netos. O local de importância de seu enterro foi escolhido como reconhecimento à sua bravura nas batalhas em que protegeu a região.

    Como gratidão ao serviço prestado na vila, João Ramalho teria sido novamente eleito vereador de São Paulo, em 1564. Porém, já velho (por volta dos setenta anos), Ramalho recusou o posto, como consta da ata da Câmara Municipal de 15 de fevereiro de 1564. Ramalho decidiu então abandonar o Planalto Paulista, e foi morar em uma cabana rústica no vale do Paraíba, onde se hospedou na casa de Luís Martins.

    Já adoecido, João Ramalho chamou então, em 3 de maio de 1580, o tabelião Lourenço Vaz, e ditou para ele seu testamento. O documento foi transcrito nas notas do tabelião na vila de São Paulo. Nele, estava narrada a vida de João Ramalho. Frei Gaspar da Madre de Deus alegou mais tarde que possuía uma cópia do documento original, mas poucas pessoas de fato tiveram acesso ou manusearam o testamento de Ramalho. Faleceu então dois anos depois, em 1582, em local desconhecido na selva.

Abaixo, caso tenha interesse, poderá ver o vídeo que fala sobre a história do Brasil, sobre os Bandeirantes. João Ramalho, Tibiriçá e seus descendentes são citados. 


Referência:


Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Volume I - Pág. 1 a 48, Introdução, Cruzamento da raça européia com a indígena de S. Vicente e S. Paulo,  Pág. 1



TRIDECAVÓS

Detalhe da cripta do Cacique Tibiriçá, na catedral da Sé, São Paulo


 *André Fernandes (Ramalho), nasceu em aproximadamente 1528 em São Paulo, Brasil e morreu em 1588 em São Paulo, Brasil, foi casado com Maria Paes, que nasceu em 1558 em Azores, Portugal, morreu em 19 de abril de 1616 em São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Fernão Paes, André Fernandes, Apolônia Paes, Pedro Nunes Fernandes Ramalho, Isabel Fernandes, João Paes e *Jerônima Fernandes.

    André Fernandes é o mesmo filho de João Ramalho citado na Genealogia Paulistana abaixo- o André Ramalho. Acredita-se ser o mesmo, sendo seu nome André Fernandes Ramalho, porém, por questões talvez políticas da época, utilizava apenas o sobrenome Fernandes, deixando o Ramalho. Até porque a época e local dos dois, coincide, indicando realmente ser a mesma pessoa.

Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Volume I - Pág. 1 a 48, Introdução, Cruzamento da raça européia com a indígena de S. Vicente e S. Paulo,  Pág. 334 do compilado.
 
    Abaixo, uma edição do Senado Federal N.24, Brasília 2004, de Washington Luís, onde cita André Fernandes, mestiço ou mameluco, como era conhecido, onde comandou bandeiras ao sertão, podemos ver na página 229, também era chamado de Anhanguera pelos índios.


Referência:
 
    Abaixo, mais uma citação sobre o filho de João Ramalho,  André.
 
    “Após João Ramalho ser expulso da missa, os filhos dele, que não eram poucos, resolveram tomar uma satisfação. Apareceram então na cidade armados de trabuco, uma espécie de espingarda de um só cano, curto e de boca larga; estavam dispostos a matar o padre jesuíta. Estavam lá os filhos André, o mais velho, com Vitório, Antonio, Marcos e João. Em casa ficaram as filhas Joana, Margarida e Antônia.”

Referência:
 
    Abaixo, podemos verificar que é citado como André Fernandes Ramalho:


Cripta do Cacique Tibiriçá, na catedral da Sé, São Paulo


 *Jerônima Fernandes nasceu em 1578 em São Paulo, Brasil e morreu em 4 de agosto de 1630 em São Paulo, Brasil, foi casada com Balthazar Gonçalves Malio, que nasceu em 1573 em Portugal e morreu em 1659 em São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Anna Gonçalves, Antonio Fernandes, Capitão João Paes, Estêvão Gonçalves Malio, Isabel Fernandes, Jerônima Dias Fernandes Preto, Baltazar Gonçalves, Maria Gonçalves, Padre Antonio Fernandes e *Margarida Gonçalves Fernandes.

    Na citação de LEME, em Genealogia Paulistana, abaixo, podemos ver a filiação de Jerônima e seu cônjuge.


Referência:

Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919),Capítulo 7 Vol 10 compilado pág 8

     Abaixo, podemos verificar o testamento feito por Jerônima:

     Subsídios Genealógicos (Bartyra e Regina Junqueira)

    … Jeronima Fernandes, casou em primeiras núpcias com Francisco da Gama, falecido  em 1612 (SAESP vol. 1º, neste site)  e em segundas com Balthazar Gonçalves Malio.

    Teve do 1º: -Maria da Gama, nascida por 1595 e falecida em 1624 (SAESP vol. 6º, neste site) já casada em 1616 com Diogo Mendes. Foi tutelada do padrasto de Jeronima, João de Sant’Ana.  Teve o filho único João. 

    Teve do 2º -Margarida Gonçalves, já falecida, casada que foi com Miguel Garcia.

-Ana Gonçalves, casada em primeiras núpcias com Rafael Dias, falecido em 1625 (SAESP vol. 6º, neste site) e em segundas com Jorge Fernandes, de Santos, que foi curador dos enteados. Jorge Fernandes é mencionado como João no testamento da sogra.

- Izabel Paes

- João Paes

- Maria Gonçalves

- Antonio Fernandes

- Balthazar Gonçalves Malio casou com Domingas de Abreu (SL. 7º, 322, 1-9).

JERONYMA FERNANDES

Inventário

 SAESP, vol 8, fls. 233 a 244

Testamento Data:. 1630

Inventário Data: 4-8-1630

Local:.vila de São Paulo

Juiz Ordinário e dos Órfãos:  Paulo da Silva

Tabelião: Ambrosio Pereira

partidor: Manuel da Cunha

Declarante: o genro, porquanto o viúvo Balthazar Gonçalves Malio esta ausente, assina Miguel Garcia. 

fls. 236 Título dos filhos:

Anna Gonçalves casada com ---- Fernandes; Izabel Paes// João Paes // Maria Gonçalves // Antonio Fernandes // Balthazar // 

fls. 236 - TESTAMENTO (resumo)

Aos 5-1-1630  no termo desta vila de São Paulo sendo eu Jeronyma Fernandes doente em cama  (...) ordenei este meu testamento.

(encomendações pias)

Mando meu corpo seja enterrado na igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo na sepultura de minha mãe.

(pedidos de missas e legados pios) que deixo pagará meu marido Balthazar Gonçalves - (várias linhas em branco)------------- tive um filho por nome ---- que foi de Diogo Mendes o qual ---- filho por nome João.

Agora sou casada segunda vez com o dito meu marido Balthazar Gonçalves e dentre ambos temos quatro filhos ---- que casou com Miguel Garcia é falecida e deixou filhos, a outra está casada com João Fernandes e são todos meus herdeiros e por taes os declaro.

E porque o dito meu marido de presente está no sertão na companhia de Manuel Preto e pelo que até ele vir não fazendo Deus dele alguma cousa declaro por meu testamenteiro a meu genro Miguel Garcia e peço com brevidade cumpra meus legados e olhe por suas cunhadas e cunhados o que assim ordeno pela muita confiança que dele tenho e á dita minha filha Izabel deixo um chapéu.

A meu filho João mando se lhe de uma rapariga por nome Justina em satisfação de - a sua irmã.

E a meu filho Antonio deixo -- por nome Pascoal.

Declaro que meu primeiro marido Francisco da Gama houve um filho  - do gentio da terra de nação biobeba por nome Diogo da Gama mando que seja forro e liberto.

Declaro que minha filha -- (várias linhas em branco)----------.

Minha última vontade Calixto da Motta este escrevesse e por mim assinasse e derogo todos os --- e testamentos e codicilos que tenha feito e só este quero que valha e tenha força e vigor testemunhas que presentes se acharam meu cunhado -----  Antonio Velho Thomé --- André Fernandes que todos assinaram. Assino pela testadora a seu rogo por ela não saber escrever nem assinar Calixto da Motta - de Estevão + Gonçalves - António Velho - de Antonio + Fernandes - Antonio Rodrigues - André Fernandes - Sebastião Rodrigues Velho.

Referência:

 http://www.projetocompartilhar.org/SAESPp/jeronimafernandes1630.htm

 

UNIDECAVÓS
João Ramalho aponta o caminho de Piratininga a Martim Afonso de Souza, c. 1912 Benedito Calixto ( Brasil, 1853-1927)

 
*Margarida Gonçalves Fernandes nasceu em 1593 em São Paulo, Brasil, morreu 1629 em São Paulo,Brasil, foi casada com Miguel Garcia Carrasco que nasceu em 1590 em Sanlúcar de Barrameda, Sanlúcar de Barrameda, Cádiz, Andaluzia, Espanha e morreu em 12 de setembro de 1658 em São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Miguel Garcia Carrasco, João Garcia Carrasco e *Baltasar Carrasco dos Reis.

    Abaixo, podemos ver na citação de LEME, sobre Margarida, sua filiação, seu casamento e filhos.



Referência
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol VI - Pág. 469.Tit. Carrascos 



DECAVÓS
Estátua de Baltazar Endereço: R. Baltazar Carrasco dos Reis - Rebouças, Curitiba - PR, 80215-160

*Baltasar Carrasco dos Reis, nasceu em 1617 em São Paulo, Brasil, morreu em 8 de outubro de 1697 em Curitiba, Paraná, Brasil, foi casado com Isabel Antunes da Silva, que nasceu Cerca 1620 em Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil e morreu antes de 1661 em Curitiba, Paraná, Brasil. Tiveram os filhos: André Fernandes Carrasco dos Reis, Belchior Carrasco dos Reis, Maria das Neves da Luz, Margarida Fernandes dos Reis, Alferes Gaspar Carrasco dos Reis, Isabel Garcia Antunes, Domingas Antunes Cortes e *Maria Paes.

    O capitão Baltasar Carrasco dos Reis, era filho de Miguel Garcia Carrasco e de Margarida Fernandes, seu pai fidalgo de origem espanhola, sendo um dos signatários da aclamação de Amador Bueno da Ribeira como Rei do Brasil, porém o mesmo não aceitou, vindo Miguel Garcia Carrasco, dois dias após a assinar a aclamação de D. João IV. O que teria antecipado a Independência do Brasil de Portugal em 181 anos.

    Era casado com Izabel Antunes e recebeu por carta de 29 de junho de 1661, assinada por Salvador Corrêa de Sá e Benavides, uma Sesmaria de terras na localidade de Mariguy (Barigüi) onde já morava por vários anos, localizada na Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

    Possuía grandes extensões de terra nos Campos Gerais de Curitiba, no litoral paranaense e na Villa de Sant'Anna de Parnahyba.

    Segundo a Obra Clássica de Francisco Negrão publicada em 1926: "Genealogia Paranaense" às seguintes famílias: Andrade, Soares e Seixas, juntamente à do capitão Matheus Martins Leme se entrelaçaram por meio de casamento com a de Baltasar Carrasco dos Reis, formando uma grande prole, a partir de seus 8 filhos, e é tido como um dos povoadores de Curitiba, sendo que seus descendentes formaram a elite política do estado com membros ainda dominantes nos dias de hoje.

Referência:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Baltasar_Carrasco_dos_Reis

    Abaixo, verificamos em Genealogia Paulistana: “Miguel Garcia Carrasco, natural de São Lucas de Cana Verde, é o tronco da família deste apelido, que muito salientou-se em São Paulo, como vamos descrever. Foi um dos signatários da aclamação de Amador Bueno da Ribeira, juntamente com os fidalgos espanhóis que a promoveram. Em 1638 requereu a concessão de uma sesmaria para si e seus filhos; Baltazar Carrasco dos Reis e Martim Carrasco, alegando perante o Governador da capitania de São Vicente o Capitão Antônio de Aguiar Barriga, que eles ajudaram nas guerras da capitania. Foi primeiro casado com Margarida Fernandes (com ela estava já casado em 1616 quando faleceu Maria Paes, avó materna da dita sua mulher) faleceu em 1629 em São Paulo, filha de Baltazar Gonçalves Malio, e de Jeronima Fernandes, falecida em 1630, por esta, neta de André Fernandes, falecido em 1588, e de Maria Paes, falecida em São Paulo em 1616; segunda vez casou Miguel Garcia Carrasco, com Isabel João, e faleceu com testamento em 1658 em São Paulo. Teve: Da 1.a mulher 3 filhos: Capitão Baltazar Carrasco dos Reis-natural de São Paulo, em 1645 já tinha feito entrada no sertão onde aprisionou muitos índios que ficaram sob sua administração, e já estava casado em Santana de Parnaíba com Isabel Antunes da Silva, filha de João de Pinha, natural de Itanhaém, e de Domingas Antunes, de São Paulo. Título Pretos. Depois de residir por muitos anos na vila de Santana de Parnaíba onde ocupou o cargo de Juiz de Órfãos, mudou-se com toda sua família para Curitiba onde fal. em 1697 com testamento em que declarou que foi o fundador e protetor de uma capela sob a invocação de N. Senhora de Guadalupe; declarou mais sua naturalidade, filiação e que tinha recebido em dote de casamento umas terras em Santana de Parnaíba. Teve: (C. O. de Curitiba) 1-4 Margarida Fernandes”

ReferênciaGenealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919) Vol VII - Pág. 469 e 470,  Tit. Carrascos

Abaixo podemos verificar na Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão,  a citação sobre O capitão Baltazar Carrasco dos Reis:






Referência
Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão, Vol. I, pag 152, 153, 154, 155. 156

O vídeo abaixo, narrado por José Wilker,  conta um pouco da história de Curitiba. De 1993, é um vídeo institucional da Prefeitura de Curitiba.

Clique no link para ir direto ao vídeohttps://www.youtube.com/watch?v=2GiLr6WQiK4



ENEAVÓS
Imagem 4 das Litografias coloridas de Rugendas, desaparecidas da Biblioteca Mário de Andrade de RUGENDAS, Johan Moritz, 1802-1858.
Título: Malerisches Reise in Brasilien.
Local/Data: Paris: Herausgegeben von Engelmann & Cie, 1827-1835. [4], 50, 38, 56, 32 p.; 100 gravuras coloridas

 *Maria Paes nasceu cerca de 1650 em Curitiba, Paraná, Brasil e morreu em 31 de janeiro de 1742 em São Paulo, Brasil, foi casada com Manuel Soares que nasceu aproximadamente 1650 em Viana do Castelo, Portugal e morreu em 8 de fevereiro de 1705 em Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Maria Soares Paes, Anna Gonçalves Soares, Isabel Soares Paes, Manoel Martins Soares, Capitão Domingos Soares Paes, Capitão Gonçalo Soares Paes, Juliana Maria das Neves, Maria Paes Soares e *Joanna Garcia das Neves Soares.

    Em Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão,  abaixo, verificamos a citação sobre Maria Paes:



Referência
 Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão, Vol. I, pág. 308 e 309


OCTAVÓS

Imagem 13 das Litografias coloridas de Rugendas, desaparecidas da Biblioteca Mário de Andrade
de RUGENDAS, Johan Moritz, 1802-1858.
Título: Malerisches Reise in Brasilien.
Local/Data: Paris: Herausgegeben von Engelmann & Cie, 1827-1835. [4], 50, 38, 56, 32 p.; 100 gravuras coloridas

 *Joanna Garcia das Neves Soares nasceu em 25 de junho de 1695 em Curitiba, Paraná, Brasil foi casada com Sebastião dos Santos Pereira, que nasceu em 1702 em São Martinho, Viseu, Portugal e morreu em 31 de agosto de 1760 em Curitiba, Paraná, Brasil. Tiveram os filhos: e Feliciana Garcia Pereira, Josepha Dos Santos Pereira, Rosa dos Santos Pereira, Escholastica dos Santos Pereira, Bento dos Santos Pereira *Maria Paes dos Santos.

 Abaixo, verificamos em Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão,  que Sebastião ocupou cargos elevados na República da Vila e morreu aos 70 anos de idade.

Referência
 Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão, Vol. I, pag. 419 e  420
 
Abaixo, o batismo de Joana: “Aos 25 dias do mês de junho de 1695 anos batizei a Joana filha de Manoel Soares e de sua mulher Maria Paes…”


 Referência
"Brasil, Paraná, Registros da Igreja Católica, 1704-2008," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939J-DNXV-6?cc=2177282&wc=MHN8-6NL%3A369754501%2C369754502%2C369934301 : 22 May 2014), Curitiba > Nossa Senhora da Luz > Batismos 1704, Out-1737, Out > image 33 of 286; Paróquias Católicas, Paraná (Catholic Church parishes, Paraná).


HEPTAVÓS

Igreja Nossa Senhora do Socorro, Labruja, Ponte de Lima, Portugal

*Maria Paes dos Santos, nasceu aproximadamente em 1725 em Curitiba, Pr, Brasil e morreu em 1791, foi casada com o Sargento-Mor Miguel Gonçalves Lima, que nasceu aproximadamente em 1710 em Labruja, Ponte de Lima, Viana do Castelo, Portugal e morreu em 27 de abril de 1766. Tiveram os filhos: Manoel da Cruz Lima, Joanna Maria de Jesus, José dos Santos Lima, Antônia de Paula, Gertrudes Maria Gonçalves dos Santos, Francisco das Chagas Lima, Anna Maria dos Santos de Lima, Joao Goncalves de Lima e *Maria Francisca de Lima.

    Abaixo, em Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão, podemos verificar a declaração de Maria sobre sua filiação. Cita também, seu casamento com o Sargento-Mor Miguel Gonçalves Lima, que era filho de Domingos Gonçalves Rolo e de sua mulher Maria Fernandes e que residiam em Ambrósios, em São José dos Pinhais (hoje Tijucas do Sul)onde possuíam ótimas terras de criação.

Referência

Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão, Vol. I, pág.  420

    Abaixo, o batismo de Maria: “Aos 05 dias do mês de novembro de 1725 anos em esta Matriz de N. Senhora da Luz dos Pinhais batizei e pus os Santos óleos a Maria inocente filha de Sebastião dos Santos Pereira e de sua mulher Joana Garcia Soares. Foram padrinhos…”.


Referência

"Brasil Batismos, 1688-1935", database, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:XJCG-WX1 : 14 February 2020), Maria Pereira, 1725.

URL: https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:XJCG-WX1

    Abaixo, o casamento de Maria e Miguel:

     “Aos 26 dias do mês de setembro de 1740 anos nesta Igreja de Nossa Senhora da Luz da Vila de Curitiba, de tarde, feitas as denunciações na forma do Sagrado Concílio Tridentino nesta Igreja onde os contraentes são moradores sem se descobrir impedimento algum como consta  da Licença … tendo presentes por testemunhas o Tenente Coronel Brás Domingues Velozo e o Tenente Manoel  Rodrigues Seyxas pessoas conhecidas e as mesmas declararam presentes todos moradores desta Freguesia, se casaram solenemente por palavras de presente Miguel Gonçalves Lima filho legítimo de Domingos Gonçalves e de sua mulher Maria Fernandes, natural e batizado nesta Freguesia de Cristóvão Labruja, Termo da Vila de Ponte de Lima, Arcebispado de Braga com Maria Paes dos Santos filha legítima de Sebastiam dos Santos Pereira e de sua mulher Joana Garcia, todos moradores desta Freguesia …”



Referência:

 "Brasil, Paraná, Registros da Igreja Católica, 1704-2008," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-PQQD-Z?cc=2177282&wc=MHN6-MPN%3A369754501%2C369754502%2C370925201 : 22 May 2014), Curitiba > Nossa Senhora da Luz > Matrimônios 1732, Jan-1758, Abr > image 47 of 195; Paróquias Católicas, Paraná (Catholic Church parishes, Paraná).

URL:  https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-PQQD-Z



HEXAVÓS

Antonina, Paraná


 *Maria Francisca de Lima nasceu em 8 de maio de 1747 em Curitiba, Paraná, Brasil foi casada com José Nabo De Medeiros que nasceu aproximadamente em 1740 em Antonina, Paraná, Brasil. Tiveram os filhos: Maria Angela de Lima, Francisco de Lima, Maria Rita de Lima Medeiros e *Victorianna Maria de Lima.

    Abaixo, podemos ver em Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol VI págs. 333 e 334 do compilado a filiação e casamento.


Na página seguinte verificamos que LEME cita *Victorianna Maria de Lima filha do segundo casamento de Maria Francisca de Lima com Miguel Quirino de Carvalho, mas acredito que seja um equívoco, porque nos documentos consta como filha de José Nabo de Medeiros (seu primeiro marido) assim como também consta no Genealogia Paranaense de forma igual aos documentos.


Conforme consta em Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão,  Vol IV, pág 319:


    Abaixo, o casamento de Maria e José: “Aos 05 dias do mês de julho de 1776 anos de manhã, nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora da Luz da Vila de Curitiba, feitas as denunciações na forma do sagrado Concílio Tridentino, nesta Igreja onde os contraentes são moradores, sem descobrir impedimento algum como consta… tendo presentes por testemunhas o Doutor Lourenço Ribeiro de Andrade e o Capitão Miguel Ribeiro Ribas, pessoas conhecidas e os mais declararam presentes todos os moradores desta Freguesia, se casaram por palavras de presente José Nabo de Medeiros, natural da Vila de Nossa Senhora do Pilar, filho de Luis Gomes da Silva, natural da Ilha da Madeira e de sua mulher Angela Correa natural da Vila de Paranaguá, neto pela parte paterna de Luis Gomes de Medeiros, natural da dita Ilha da Madeira e de sua mulher Domingas da Silva natural da mesma Ilha e pela materna neto de Thomé Nabo, natural da cidade da Bahia e de sua mulher Maria Vaz natural da cidade de São Paulo= com Maria Francisca de Lima, natural desta Freguesia, filha de Miguel Gonçalves Lima natural da Vila de Ponte de Lima, Arcebispado de Braga, neta pela parte paterna de Manoel, digo de Domingos Gonçalves e de sua mulher Maria Fernandes, ambos naturais da Freguesia de Santiago de  Labruge, Termo da Vila de Ponte de Lima e pela parte materna neta de Sebastiam dos Santos Pereira, natural da Freguesia de Sam Martinho do Peregrino, Bispado de Viseu e de sua mulher Joana Garcia, natural desta Freguesia e logo dei as bençãos…”


Referência

"Brasil, Paraná, Registros da Igreja Católica, 1704-2008," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-PQ3T-N?cc=2177282&wc=MHN6-966%3A369754501%2C369754502%2C370931701 : 22 May 2014), Curitiba > Nossa Senhora da Luz > Matrimônios 1758, Abr-1835, Abr > image 53 of 186; Paróquias Católicas, Paraná (Catholic Church parishes, Paraná).

URL: https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-PQ3T-N


PENTAVÓS

Imagem 30 das Litografias coloridas de Rugendas, desaparecidas da Biblioteca Mário de Andrade de RUGENDAS, Johan Moritz, 1802-1858.
Título: Malerisches Reise in Brasilien.
Local/Data: Paris: Herausgegeben von Engelmann & Cie, 1827-1835. [4], 50, 38, 56, 32 p.; 100 gravuras coloridas

 

*Victorianna Maria de Lima, nasceu em 1773 em Antonina, Paraná, Brasil e morreu em 27 julho 1850 em Campo Comprido, Curitiba, Paraná, Brasil, foi casada com o Tenente Francisco de Paula Xavier Bueno que nasceu em 1770 em Curitiba, Paraná, Brasil e morreu em 1805 em Paraná, Brasil. Tiveram os filhos: Antonio de Paula Xavier, Francisco De Paula Xavier Bueno, Anna de Paula Xavier Bueno, Miguel de Paula Xavier Bueno, Joao de Paula Xavier, Antonia da Trindade Bueno, Dinna Paula de Lima Bueno, BERNARDINA MARIA DA CONCEIÇÃO e *Rosa De Paula.

    (Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo VII - De Pires x Camargo a Belmira dos Santos Rocha - Pentavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/11/parte-i-capitulo-vii-da-guerra-das.html



TETRAVÓS
Antonina, Paraná

*Rosa De Paula Xavier, nasceu aproximadamente em 1806 em Antonina, Paraná, Brasil, casou em 1827 com Alferes Francisco Ignacio De Andrade, que nasceu aproximadamente em 1801 em São José Dos Pinhais, Paraná, Brasil. Tiveram o filho *Francisco Ignácio de Andrade.

    (Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo VII - De Pires x Camargo a Belmira dos Santos Rocha - Tetravós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/11/parte-i-capitulo-vii-da-guerra-das.html



TRISAVÓS

 *Francisco Ignácio de Andrade, nasceu em 1830 em Campo Largo, Paraná, Brasil e morreu em 6 de fevereiro de 1896 em Bateias, Campo Largo, Paraná, Brasil, foi casado com Joaquina Ferreira de Albuquerque, que nasceu aproximadamente 1832 em Campo Largo, Paraná, Brasil. Tiveram os filhos: Antonio Ferreira De Andrade, Tiburcio Do Nascimento Ferreira De Andrade, Francisca De Andrade, Ignácio Gregório de Andrade, Francisco Ignacio de Andrade e *Manoel Ignacio Gregório de Andrade.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo VII - De Pires x Camargo a Belmira dos Santos Rocha - Trisavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/11/parte-i-capitulo-vii-da-guerra-das.html


BISAVÓS
Casa de Pedra da Graciosa, “Subindo a Graciosa, poucos quilômetros antes do portal, há uma placa no lado direito indicando a entrada para a casa. Após uns dois quilômetros, próxima ao Rio dos Corvos, chegamos ao local. Caminho dos Jesuítas, a “trilha”. As informações são que ela foi construída durante a I Guerra Mundial, para abrigar a família Garbers, imigrada da Alemanha. A propriedade está dentro do Parque Estadual do Marumbi. Toda feita sem pregos nem parafusos, (foi construída apenas com encaixes de madeira e pedra), a casa parece estar bem integrada à paisagem; por outro lado, torna-se difícil imaginá-la no auge, com movimento de pessoas, criação de animais, etc.” (fonte: http://familiabonat.blogspot.com/2009/08/casa-de-pedra.html) Referência: https://eduardocooper.wordpress.com/2012/01/22/casa-de-pedra-serra-da-graciosa/

 

*Manoel Ignacio Gregório de Andrade, que nasceu em 1849 foi casado com Horacia Librania Machado Cardoso, que nasceu em 11 de junho de 1868 em São José Dos Pinhais, Paraná, Brasil e morreu em 19 de julho de 1910 em São José dos Pinhais, Paraná, Brasil. Tiveram os filhos: João Baptista Cardoso, Izabel Andrade, Marcolino Andrade, Carlota de Andrade e *Joaquina Machado Ferreira.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo III - De Rabino Abraham Seneor a Belmira dos Santos Rocha - Bisavós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iii-do-rabino-abraham.html


AVÓS
São José dos Pinhais, Paraná

 
*Joaquina Machado Ferreira nasceu em 28 de dezembro de 1892, em Campo Largo da Piedade, Paraná, Brasil e morreu em 16 de dezembro de 1986, em São José dos Pinhais, Paraná, Brasil, foi casada com Francisco Pereira dos Santos, que nasceu em 1877 e morreu em 28 de dezembro de 1954. Tiveram os filhos: Tobias, Santina, Leonor Horácia, Terezinha, Carlota, João, Maria da Glória e *Belmira Laura Pereira dos Santos Rocha (os três últimos morreram antes de sua mãe).

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo III - De Rabino Abraham Seneor a Belmira dos Santos Rocha - Avós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iii-do-rabino-abraham.html


PAIS
Alguns irmãos de Teresa, início dos anos 60, a foto foi tratada e colorizada. 

 
*Belmira dos Santos Rocha, que nasceu em 10/12/1922, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em 16/07/1957, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 16/12/1949 com Pedro Alves da Rocha nasceu em 21/01/1918, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente 1997, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os seguintes filhos: Luiz (falecido aos 11 anos de idade),  Eurides, Leonides, Inês, Pedro, Divair, Maria de Lourdes, Geni, Hamilton, Dirceu, Diomar, Margarida, José (este faleceu no mesmo dia que a mãe) devido complicações no parto e *Teresa.

    Pedro casou-se pela segunda vez com Cacilda, que teve os seguintes filhos: Wilson, João, Carmen, Silvio, Ari e Silvano.

    (Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pais).  Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html

Comentários

  1. https://www.geni.com/path/Joaquim-Carneiro-de-Mello+is+related+to+Cacique-Tibiri%C3%A7%C3%A1?from=6000000032371384956&path_type=blood&to=362192182660003744

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  2. https://www.geni.com/path/Joaquim-Carneiro-de-Mello+is+related+to+Jo%C3%A3o-Ramalho?from=6000000032371384956&path_type=inlaw&to=6000000008267773981

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  3. https://www.geni.com/path/Joaquim-Carneiro-de-Mello+is+related+to+Jo%C3%A3o-Ramalho?from=6000000032371384956&path_type=blood&to=6000000008267773981

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