CASAMENTO ENTRE PARENTES NO BRASIL



Dois ramos da mesma árvore se reencontrando séculos depois


     Segundo a wikipédia, o parentesco estabelecido mediante um ancestral em comum é chamado parentesco consanguíneo, enquanto que o criado pelo casamento e outras relações sociais recebe o nome de parentesco por afinidade. Chama-se de parentesco em linha reta quando as pessoas descendem umas das outras diretamente (filho, neto, bisneto, trineto etc), e parentesco colateral quando as pessoas não descendem uma das outras, mas possuem um ancestral em comum (tios, primos, etc.)

    Há mais de um ano, eu e meu esposo, Rafael, fizemos um teste genético, através do laboratório Genera, para verificarmos nossa ancestralidade genética, onde é possível ver a rota percorrida pelos ancestrais. 

    O DNA (sigla em inglês para “ácido desoxirribonucleico”) é a molécula que fica dentro de praticamente todas as células que formam nosso corpo, contendo em si toda a informação genética que compõe e gerencia cada um de nós. São essas informações que definem e regulam como somos, seja em termos de características físicas como altura, cor dos olhos e cabelo, seja em traços de personalidade e predisposição a doenças ou no controle do metabolismo e funcionamento dos órgãos. Todo ser humano recebe metade do seu DNA por parte de mãe e a outra metade por parte de pai, de tal forma que, no decorrer das gerações, cada um de nós guarda informações sobre aqueles que nos antecederam.

    O Brasil, por ter recebido muitos imigrantes em pouco tempo, apresenta um perfil genético bastante variado, composto principalmente por europeus, africanos e ameríndios.

    São sete grupos populacionais principais (África, América, Ásia, Europa, Judaica, Oceania e Oriente Médio), dos quais fazem parte as 78 regiões e sub-regiões. Por se tratar de populações geograficamente distantes, os perfis acabam sendo bastante distintos entre si.

    Vou deixar o meu resultado abaixo, para vocês verem como vem o resultado da ancestralidade. É interessante quando conseguimos cruzar esses dados genéticos com a árvore genealógica feita.

    Também existe uma ferramenta, Busca Parentes, onde o material genético é comparado com o das pessoas que já realizaram os testes da Genera e pode ser identificado se compartilham as mesmas sequências de DNA. Com isso, é possível estimar o grau de parentesco e a quantidade de DNA compartilhado. 

    Eu e meu esposo, com esse teste tivemos a surpresa em saber que somos parentes consanguíneos: Primo(a) 5º a 8º grau - DNA Compartilhado: 28 cM (mt-DNA: A e Y-DNA: R).

    Então, eu fiquei muito curiosa em saber qual seria o antepassado que nos une (além da união pelo casamento é claro). De lá pra cá, busquei fazer a genealogia dele, pois não tinha muitas informações sobre os bisavós.

    Comecei a fazer o estudo da sua árvore genealógica e após um ano, ainda não tinha conseguido descobrir o parentesco que nos une.

    Há alguns dias encontrei: Isabel Rodrigues Velho, casada com Manuel Velho Rangel (meus decavós) que tiveram os filhos: José Velho Rangel, Manoel Velho Rangel, Teodósia Rodrigues Velho e Urbana Rodrigues Velha. 

    Sendo que Teodósia casou-se com Salvador de Souza Brito e Urbana, a sua irmã, casou-se com Manoel Manso de Avelar (eu sou descendente de Teodósia e o Rafael é descendente de Urbana). Essa família foi o componente da segunda leva de povoadores da Ilha de Santa Catarina e povoaram juntos. 

    Saíram de São Francisco do Sul até a Ilha de Santa Catarina, provavelmente a família  de Salvador de Souza Brito juntamente com a de seu concunhado Manuel Manso Avelar, onde em geral essas pequenas empreitadas de colonização eram feitas em grupo familiar, com seus parentes, agregados e escravos, para afastar o perigo, como ataque de índios hostis ou animais selvagens.

    Salvador de Souza Brito e Manuel Manso Avelar tinham uma família organizada, sabiam ler e escrever e dispunham de recursos. Sendo Salvador de Souza vindo com o posto de Capitão-Mor das Ordenanças e Manuel Manso Avelar como Sargento-Mor, títulos que foram concedidos pelo Capitão-General da Vila de São Paulo, como estímulo à tarefa de colonização da fronteira sul da América portuguesa. 

Assim, eu sou descendente de Teodósia com Salvador de Souza (meus eneavós onde poderá ver em PARTE II, CAPÍTULO II DE CAPITÃO MANUEL LOURENÇO DE ANDRADE A ANNA PEREIRA RODRIGUES, OCTAVÓS- Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/11/parte-ii-capitulo-ii-de-capitao-manuel.htmle o Rafael, é descendente de Urbana com Manuel Manso Avelar (seus eneavós que mostrarei nas próximas postagens, até chegar no nosso parente em comum).


Meu teste de DNA:

Europa

93%

Ibéria

56%

    Europa Ocidental

    13%

    • Alemanha, França e Países Baixos
    • Ilhas Britânicas

    Itália

    8%

    • Norte da Itália
    • Centro-sul da Itália

    Bálcãs

    8%

    • Bulgária e Macedônia do Norte
    • Croácia e Bósnia-Herzegovina
    • Sérvia e Montenegro
    • Grécia
    • Romênia e Moldávia

    Judeus Ashkenazim

    5%

      Basco

      < 3%

        Sardenha

        < 2%

          4%

          3%




          DE CAPITÃO MANUEL LOURENÇO DE ANDRADE A DULCE FERNANDES MAGNANI

          NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR A LINHAGEM DO RAFAEL ATÉ CHEGAR NOS ANCESTRAIS EM COMUM:

          -DUODECAVÓS       Capitão Manuel Lourenço de Andrade e Maria Branca Conquero

          -UNIDECAVÓS       Isabel Rodrigues Velho e Capitão Luís Rodrigues Cavalinho

          -DECAVÓS       Isabel Rodrigues Velho e Manuel Velho Rangel

          -ENEAVÓS       Urbana Rodrigues Velha e Capitão-Mor Manoel Manso de Avelar

          -OCTAVÓS       Catarina Rodrigues de Mira e Simão dos Santos

          -HEPTAVÓS        Manoel Alves dos Santos e Isabel de São José

          -HEXAVÓS       Antonio dos Santos Bittencourt e Joanna Rosa de Jesus

          -PENTAVÓS       Sebastião dos Santos Bittencourtt e Alminda Candida

          -TETRAVÓS       Alminda Cândida e Gervásio Damas Martins

          -TRISAVÓS    Eleuthério Martins e Joaquina Silveira Martins

          -BISAVÓS    Izabel Silveira Martins Fernandes e Hermógenes Fernandes

          -AVÓS        Dulce Fernandes e Jorge Magnani



          DUODECAVÓS

          *Capitão Manuel Lourenço de Andrade nasceu em aproximadamente 1600, em Sé, Lamego, Viseu, Portugal, morreu em aproximadamente 1665 em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, foi casado com Maria Branca Conquero, que nasceu em aproximadamente 1600 em São Vicente, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: *Isabel Rodrigues Velho.

              (Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte II,  no Capítulo II - de Capitão Manuel Lourenço de Andrade a Anna Pereira Rodrigues)

          Clique no link para ir direto à página:

          https://historiareviva.blogspot.com/2022/11/parte-ii-capitulo-ii-de-capitao-manuel.html



          UNIDECAVÓS

             São Francisco do Sul (SC) - O patrimônio urbanístico e arquitetônico do centro histórico de São Francisco do Sul possui cerca de 400 imóveis tombados pelo Iphan, em 1987. Esta área abrange o núcleo original da cidade, a cumeada de elevações que o envolvem a orla marítima. Antigos casarios em estilo colonial, sambaquis, antigas igrejas, cerca de 150 casas e monumentos compõem o patrimônio tombado. No conjunto urbano estão os centros cívico e religioso e, no seu entorno, funcionam o comércio e a prestação de serviços. 

          Em São Francisco do Sul, há uma grande diversidade de elementos arquitetônicos, emoldurados pela beleza da Baía da Babitonga, no litoral de Santa Catarina. A cidade é um das povoações mais antigas do Brasil e recebeu, ao longo da sua história, navegadores de diversas nacionalidades, principalmente franceses e espanhóis. 

          Referênciahttp://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/398/


          *Isabel Rodrigues Velho, nasceu em aproximadamente 1624 em São Vicente, São Paulo, Brasil, morreu em aproximadamente 1700 em São Francisco, Santa Catarina, Brasil, foi casada com Capitão Luís Rodrigues Cavalinho, que nasceu em aproximadamente 1620 e morreu em 1659, em Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Iria Rodrigues Velha, Violante Rodrigues Velha, Francisco Rodrigues Cavalinho e *Isabel Rodrigues Velho.

          (Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte II,  no Capítulo II - de Capitão Manuel Lourenço de Andrade a Anna Pereira Rodrigues)

          Clique no link para ir direto à página:

          https://historiareviva.blogspot.com/2022/11/parte-ii-capitulo-ii-de-capitao-manuel.html


          DECAVÓS

          Capela São José - O sítio arqueológico Morro do Hospício, situado no Parque Ecológico Municipal Celso Amorim Salazar Pessoa, em São Francisco do Sul, Santa Catarina, possui uma ocupação bastante antiga por isso, foi alvo de uma pesquisa arqueológica (portaria IPHAN, 205, de 22/10/2013). Segundo os registros arqueológicos encontrados, no ano de 1681, existia uma edificação da Capela de São José, toda construída em pedra por escravos. No ano de 1751, a segunda Ordem Terceira da Penitencia do Padre São Francisco, tornou-se responsável pela capela, ampliando e construindo uma edificação destinada aos religiosos. A Ordem da Capela, ocupou o local entre 1752 a 1797, quando seu estado de degradação impossibilitou para o uso. A partir do ano de 1783 a 1825 foram realizados vários sepultamentos de escravos e homens livres dentro da capela, conforme o livro eclesiástico de sepultamento da cidade. No ano de 1839 a Ordem ganhou uma licença para reformar a capela e construir um hospital ao lado da edificação. Durante muitos anos o hospital, aos cuidados dos padres locais, recebiam pessoas com todas as enfermidades e inclusive pessoas com algum tipo de deficiência mental, ficando amparadas a morar no local e em 1921 ocorreu a demolição da ruína, pelo poder público Municipal. 

          São Francisco do Sul e a Capela de São José (detalhe em vermelho) 1852. Acervo: Rodowicz.
           
          O Porto de São Francisco do Sul – Bilhete Postal – Ano 1918 Observamos o Morro do Hospício, hoje restou apenas ruínas da Capela São José, construída no início do século XVIII.
          Foto de C.Schneider.

          Referência:

          *Isabel Rodrigues Velho, nasceu em aproximadamente 1645, em São Vicente, São Paulo, Brasil, morreu em  aproximadamente 1690, em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, foi casada com Manuel Velho Rangel, que nasceu em aproximadamente 1635, em São Vicente, São Paulo, Brasil e morreu em aproximadamente 1690 em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: José Velho Rangel, Manoel Velho Rangel, Teodósia Rodrigues Velho e *Urbana Rodrigues Velha. 

          Isabel Rodrigues Velho, com seu esposo Manuel Velho Rangel, são o ancestrais que nos une: eu e o Rafael. 

          Suas filhas Teodósia e Urbana ao se casarem e constituírem família, permitiram que após gerações, esse laço fosse reconstituído. 

          Da união entre eu e Rafael, geramos nosso filho Guilherme, ele representa esse elo familiar perdido por anos.

          (Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte II,  no Capítulo II - de Capitão Manuel Lourenço de Andrade a Anna Pereira Rodrigues)


          Clique no link para ir direto à página:


          ENEAVÓS

          Igreja da Nossa Senhora das Necessidades em Santo Antônio de Lisboa - Florianópolis, SC.
          Ao redor de 1750-não se sabe ao certo as datas de início e término da construção da igreja. Sabe-se que foi construída em terras doadas por Dona Clara Manso de Avelar, filha do sargento-mor Manoel Manso de Avelar. Esta senhora era muito devota de Santo Antônio, razão pela qual o santo ganhou o trono principal da igreja e à Nossa Senhora das Necessidades foi reservado o nicho aos pés do santo de Lisboa. Daí a tradição da comunidade celebrar dois padroeiros.

          *Urbana Rodrigues Velha, nasceu aproximadamente em 1675 em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil e morreu após 1726, em Nossa Senhora do Desterro, Santa Catarina, Brasil, foi casada com o Capitão-Mor Manoel Manso de Avelar, que nasceu em 1662 em Coina, Barreiro, Setúbal, Portugal e morreu após 1730 em Nossa Senhora do Desterro, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Clara Manso de Avelar, Isabel Rodrigues de Myra, Margarida de Siqueira e Avelar e *Catarina Rodrigues de Mira.


              Abaixo, o casamento do neto Manoel (com mesmo nome do avô) "Aos 22 dias do mês de fevereiro de 1757 anos, na Capela de Nossa Senhora da Conceição do ...desta freguesia de manha, feitas as denunciações nesta Igreja, onde os contraentes são moradores sem descobrir impedimento algum, como consta da licença do ... Vigário... tendo presentes as testemunhas o Tenente João Batista... e Manoel Martins Valença... se casaram  solenemente por palavras de presente Manoel Manso de Avelar, natural da Ilha de Santa Catarina, Bispado do Rio de Janeiro, filho legítimo de Balthazar Soares Louzada e de sua mulher Isabel Rodrigues de Myra, neto pela parte paterna de Leonardo Rodrigues Soares, natural de Santarém e de sua mulher Feliciana de Matos, natural de Lisboa e neto pela parte materna de Manoel Manso de Avelar, natural da Vila de Coina e de sua mulher Urbana Rodrigues Velha, natural da cidade de Braga, com Ana Barbosa, natural desta vila de Curitiba, filha de Francisco de Araújo Monteiro, natural de Ponte de Lima da freguesia de Santiago..."



          Referência:

          Manoel Manso de Avelar e sua família foram os componentes da segunda leva de povoadores da Ilha de Santa Catarina. Casou-se com Urbana Rodrigues Velha (irmã de Teodósia, a octavó de Antônio, meu pai). Manoel Manso de Avelar, principal morador da Ilha, veio em companhia de Salvador de Souza Brito, seu concunhado (octavô de Antônio, que era esposo de Teodósia) que teria vindo para a Ilha como seu Sargento Mor Governador.

          No link que verificamos abaixo, faz a referência a  Vitor Hugo Bastos Cardoso, no qual podemos ver seu trabalho:

          Referência
          págs. 49 e 51: Vitor Hugo Bastos Cardoso - A formação social da primeira elite senhorial e política da Ilha de Santa Catarina, 1700-1730. Florianópolis 2009 -Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em História, na Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, sob a orientação da Profa  Dra  Beatriz Gallotti Mamigonian.

              Abaixo, verificamos o mesmo autor, apresentando sua tese de mestrado, onde na página 81 conta a história sobre a partida de Salvador de Sousa Brito da Vila de São Francisco do Sul até a Ilha de Santa Catarina, mais especificamente em Enseada de Brito. 
              Cita que saíram de São Francisco do do Sul até a Ilha de Santa Catarina, provavelmente a sua família juntamente com a de seu concunhado Manuel Manso Avelar, onde em geral essas pequenas empreitadas de colonização eram feitas em grupo familiar, com seus parentes, agregados e escravos, para afastar o perigo, como ataque de índios hostis ou animais selvagens.
              Salvador de Souza e Manuel Manso Avelar tinham uma família organizada, sabiam ler e escrever e dispunham de recursos. Sendo Salvador de Souza vindo com o posto de Capitão-Mor das Ordenanças e Manuel Manso Avelar como Sargento-Mor, títulos que foram concedidos pelo Capitão-General da Vila de São Paulo, como estímulo à tarefa de colonização da fronteira sul da América portuguesa. 


              Nas páginas 105 e 106, abaixo,  podemos ver um fato interessante, envolvendo o Capitão de Salvador de Souza Brito.
              Onde, no dia 30 de março do ano de 1712 fundeou a expedição do militar francês Amédée François Freizer. Com a indicação de dois capitães franceses que um ano antes haviam fundeado suas embarcações e tinham um sinal combinado com o Capitão Salvador de Sousa Brito, que era o morador daquela costa, onde o sinal era para indicar se as embarcações vinham em paz à Ilha de Santa Catarina. 
              Deveriam erguer uma bandeira branca, abaixo, uma bandeira inglesa e dar dois tiros de canhão. Mas o código não funcionou, deram apenas um tiro de canhão e todos os moradores fugiram de suas casas escondendo-se nos matos e não apareceu ninguém para receber aqueles viajantes. Manoel Manso de Avelar enviou uma canoa com três homens para pedir que não invadissem suas casas, porque sabendo que eram franceses, todos os moradores refugiaram-se nas encostas dos morros. Este relato revela o papel que Salvador de Sousa Brito e Manuel Manso Avelar ocupavam no povoado, eles eram os líderes. 
          Na página 137 verificamos o parentesco de Salvador de Souza Brito (meu antepassado) e Manuel Manso Avelar (antepassado do meu esposo), que eram concunhados.


          Continua na página 158 fala das relações familiares entre o grupo:
          Abaixo, página 90.

          Referência:
          As dinâmicas político-territoriais de uma comunidade periférica no sul da América Portuguesa : a ilha de Santa Catarina e seu continente, 1680-1750 - págs 81,  - Vitor Hugo Bastos Cardoso-  Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2013.







          OCTAVÓS

          São Francisco do Sul, considerada a cidade mais antiga de Santa Catarina, assim como  a terceira cidade mais antiga do Brasil. Descoberta em 1504, foi tombada como Patrimônio Histórico, e por isso tornou-se um exemplar de cultura nacional.


          *Catarina Rodrigues de Mira, nasceu aproximadamente em aproximadamente 1711, em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil e casou-se em 04/02/1731 com Simão dos Santos, que nasceu em Lisboa, Portugal. Tiveram os filhos: Elena Baptista dos Santos, Maria da Graça dos Santos Rodrigues e *Manoel Alves dos Santos.

          Abaixo, podemos ver abaixo em Prosápia Catarinense nas páginas 46, 47: 


          Nas páginas 48 e 49 cita os filhos de Catarina do primeiro e do segundo casamento:

          Referência: INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SANTA CATARINA, NÚCLEO DE ESTUDOS GENEALÓGICOS, PROSÁPIA CATARINENSE, LUCAS ALEXANDRE BOITEUX, PROSÁPIA FLORIANOPOLITANA, VOLUME I, Transcrita por MARLY A. F. B. MIRA, 1999


              Casamento do filho Amaro (filho do primeiro casamento de Catarina): "Aos 20 dias do mês de novembro de 1744... casamento de Amaro Rodrigues, filho legítimo de Antonio Rodrigues e de Catarina Rodrigues de Myra..."



          Referência

          Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Florianópolis Nossa Senhora do Desterro Matrimônios 1714, Out-1775, Dez


          HEPTAVÓS

          PAULI, Evaldo. A Fundação de Florianópolis. Florianópolis: Lunardelli, 1987. Trata principalmente sobre o período que antecedeu a grande imigração açoriana. Principais personagens são Francisco Dias Velho e Manoel Manso de Avelar.


          *Manoel Alves dos Santos, nasceu aproximadamente em 1722, em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina e morreu em 02/06/1815 em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, foi casado com Isabel de São José que nasceu aproximadamente em 1735, na Ilha da Graciosa, Açores, Portugal. Tiveram os filhos: Luiza Maria Da Conceicão, Manoel e *Antonio dos Santos Bitencourt.

          Verificamos na página 50 de Prosápia Catarinense:


              Abaixo, no primeiro casamento de Manoel com Maria Santa podemos ver a filiação de Manoel: ..."Aos 8 dias do mês de janeiro de 1751 ... na página seguinte...por palavras de presente Manoel Alves Santos filho de Simão dos Santos e de Catarina Rodrigues Mira... Com Maria Santa, filha de Francisco..."



          Abaixo, o batismo de Manoel, filho de Manoel e Isabel (segunda esposa): 
          "Aos 8 dias do mês de setembro de 1768 nesta Matriz de Nossa Senhora do Desterro da Ilha de Santa Catarina batizei e pus os santos óleos a Manoel, filho de Manoel Alves dos Santos natural desta (...) e de Izabel de São José natural e batizada na Ilha (...) neto pela paterna de Simão dos Santos, natural e batizado na Freguesia de (...) e de sua mulher Catarina Rodrigues de Mira natural da Freguesia de (...)"


          Abaixo, óbito de Manoel: "Manoel dos Santos
          Aos doze dias do mês de junho de 1815 nesta freguesia de Nossa Senhora do Desterro, faleceu de velhice com os sacramentos, Manoel dos Santos natural desta terra, de idade de noventa e três anos, tendo se casado duas vezes, a primeira com Maria Santa e a segunda com Isabel de São José do Divino Espírito Santo, já falecida, de ambas ficaram filhos no testamento..."



          Referência:
          Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Florianópolis Nossa Senhora do Desterro Óbitos 1804, Out-1816, Nov

          Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Florianópolis Nossa Senhora do Desterro Batismos 1767, Fev-1770, Set
          "Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, <i>FamilySearch</i> (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-5R65 : 1 April 2020), Manoel dos Santos, 8 Jan 1751; citing Marriage, Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis (Archdiocese of Florianópolis), Santa Catarina; FHL microfilm 1,252,704.
           INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SANTA CATARINA, NÚCLEO DE ESTUDOS GENEALÓGICOS, PROSÁPIA CATARINENSE, LUCAS ALEXANDRE BOITEUX, PROSÁPIA FLORIANOPOLITANA, VOLUME I, Transcrita por MARLY A. F. B. MIRA, 1999


          HEXAVÓS

          Florianópolis-Imagem da Catedral Metropolitana documentada entre 1803 e 1804 – Foto: Anderson Coelho/ND


          *Antonio dos Santos Bittencourt, nasceu aproximadamente em 1760, em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil foi casado com Joanna Rosa de Jesus, que nasceu aproximadamente em 1758 em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos:  Fermiana dos Santos Bittencourt e *Sebastião dos Santos Bittencourt.

              Abaixo, o casamento de Antônio e Joanna: "Aos 30 dias do mês de outubro de 1788 anos nesta Matriz de Nossa Senhora do Desterro da Ilha de Santa Catarina com provas minha como Vigário...Canônicas e Tridentina na forma do Sagrado Concilio Tridentino e Constituição do bispado sem impedimento algum pelas seis horas da tarde... e testemunhas abaixo assinadas, receberam solenemente em matrimônio em face ... por palavras de presente Antonio dos Santos de Bitencourt, filho legítimo de Manoel dos Santos e de Isabel de São José, com Joanna Rosa, filha legítima de José Silveira Goulart e de Dona Maria da Silveira, naturais e batizados nesta Matriz..."



          Referência:

          Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Florianópolis Nossa Senhora do Desterro Matrimônios 1779, Nov-1796, Set

          https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:9Q97-Y3SB-1DF?i=125&cc=2177296

          https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-R936

          https://ndmais.com.br/infraestrutura/cemiterios-sepultados-mortos-ficavam-em-paredes-piso-e-perto-de-igrejas-em-florianopolis/


          PENTAVÓS

          Novo espaço cultural no Centro apresenta a história da Catedral Metropolitana de Florianópolis/ Santa Catarina. Uma das primeiras iniciativas de Francisco Dias Velho após fundar a Póvoa de Nossa Senhora do Desterro, em 1673, foi construir uma pequena capela, de pedra e cal em homenagem à mãe de Jesus. Exatamente um século depois, em 1773, foi concluída a nova edificação, que atualmente abriga a Catedral Metropolitana de Florianópolis.


          *Sebastião dos Santos Bittencourtt, nasceu aproximadamente em 1800, em Nossa Senhora do Desterro, Santa Catarina, casou em 08/02/1827 com Alminda Candida. Tiveram os filhos: Manoel dos Santos Bittencourt, Felisberta Antonia dos Santos, Marcos dos Sanctos Bittencourth e  *Alminda Candida.

              Abaixo, o casamento de Sebastião e Alminda: "Sebastião dos Santos Bittencourt e Alminda Candida

              Aos 8 dias de fevereiro de 1827 nesta Matriz de Nossa Senhora do Desterro de Santa Catarina...feitas as diligências...desta Província receberam em matrimônio Sebastião dos Santos Bittencourt, filho legítimo de Antônio dos Santos Bittencourt e Joanna Rosa de Jesus, natural e batizado nesta Matriz do Desterro, com Alminda (ou Arminda) Candida, filha legítima de Joaquim Ferreira e Maria Joaquina, natural e batizada no (...) Miguel da Terra Firme, receberam as bençãos nupciais..."



          Referência:

          https://floripacentro.com.br/novo-espaco-cultural-no-centro-apresenta-a-historia-da-mais-antiga-construcao-de-florianopolis/

          Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Florianópolis Nossa Senhora do Desterro Matrimônios 1809, Jan-1839, Jan

          https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:9Q97-Y3SB-BZ6?i=216&cc=2177296


          TETRAVÓS

          Foto de 1915 aproximadamente, Igreja de São Sebastião - Tijucas - Santa Catarina. Acervo: Edson Carvalho Bayer.

          *Alminda Cândida, nasceu aproximadamente em 1835, foi casada com Gervásio Damas Martins, que nasceu aproximadamente em 1826 em Desterro/Santa Catarina-Brasil e morreu em 1891. Tiveram os filhos: Sebastião Martins, Eusébio de Simas Damas Martins e *Eleuthério Martins.

          Abaixo, o casamento de Gervásio e Alminda: "Gervásio Damas Martins com Alminda Candida

          Aos vinte e cinco de novembro de 1855 na Matriz de São Sebastião do Tijucas às 3 horas da tarde em minha presença e das testemunhas abaixo nomeadas feitas as três ... Canônicas e não aparecendo impedimento algum e cumprido mais que dispõe o Sagrado Concílio de Trento e Constituição deste Bispado, se receberam em matrimonio por palavras presente, Gervásio Damas Martins filho legítimo de José Leonardo Martins e Cipriana Maria de Simas, natural e batizado na cidade do Desterro, com Alminda Candida, filha legítima de Sebastião dos Santos Bittencourt e de Alminda Candida, natural e batizada na Vila de São Miguel e logo lhe dei as bênçãos nupciais na forma do ritual romano. Foram testemunhas..." 


          Referência:

          Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Tijucas São Sebastião Matrimônios 1852, Jul-1860, Jun

          https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:S3HT-62D9-QBP?i=13&cc=2177296

          https://memoriasdetijucas.blogspot.com/


          TRISAVÓS


          Isabel Silveira Martins Fernandes (bisavó do Rafael), foto colorizada e ao lado esquerdo, a foto original em PB.


          *Eleuthério Martins, nasceu em 20/02/1860, em Santa Catarina, Brasil e foi casado com Joaquina Silveira Martins, que nasceu aproximadamente em 1860, em Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos:  *Isabel Silveira Martins Fernandes.

              Abaixo, o batismo de Eleuthério: "Eleuthério 
          Aos 25 de junho de 1860 nesta Matriz de São João Batista do Alto Tijucas batizei solenemente e pus os santos óleos ao Eleutério, inocente nascido a 20 de fevereiro deste mesmo ano, filho legítimo de Gervásio Damas Martins e Alminda Roza. Foram padrinhos..."


          Referência:
          Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 São João Batista São João Batista Batismos 1859, Fev-1869, Set


          BISAVÓS 

          Hermógenes Fernandes (bisavô do Rafael), foto colorizada.


          *Izabel Silveira Martins Fernandes, nasceu em 1895 e casou em 19/08/1915 com Hermógenes Fernandes, que nasceu em 1891, em Galiza, na Espanha. Tiveram os filhos:  *Dulce Fernandes, que se casou com Jorge Magnani (que são os avós de Rafael).

          Bispado de Ourense, Galiza- Espanha, onde Hermógenes foi batizado.

          Abaixo, o casamento de Izabel e Hermógenes: "Hermógenes Fernandes e Izabel Silveira Martins

              Aos 19 de agosto de 1915 na Matriz da ... feitos os pregões e não aparecendo impedimento ... algum, na presença do ... nas das testemunhas...representado por... receberam-se em matrimônio Hermógenes Fernandes e Izabel Silveira Martins, ele com 26 anos de idade, filho legítimo de José Fernandes e Gabriela  Abrel, nascido no bispado de Ourense (Espanha) e residente nesta Paróquia, ela com 20 anos de idade, filha legítima de Eleuthério Martins e Joaquina Silveira, nascida e batizada em Luiz Abrel e residente nesta Paróquia..."



          Referência
          Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Itajaí Santíssimo Sacramento Matrimônios 1914, Jun-1918, Dez

          Dulce Fernandes Magnani (avó do Rafael)





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