PARTE II CAPÍTULO II DE CAPITÃO MANUEL LOURENÇO DE ANDRADE A ANNA PEREIRA RODRIGUES
NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR:
-UNIDECAVÓS Capitão Manuel Lourenço de Andrade e Maria Branca Conquero
-DECAVÓS Isabel Rodrigues Velho e Capitão Luís Rodrigues Cavalinho
-ENEAVÓS Isabel Rodrigues Velho e Manuel Velho Rangel
-OCTAVÓS Teodósia Rodrigues Velho e Capitão-mor Salvador de Souza de Brito
-HEPTAVÓS Antônia de Souza e Domingos Antonio Rachardel
-HEXAVÓS Capitão Antonio Rodrigues Rachadel e Maria Clara de Jesus
-PENTAVÓS Alferes Elias Rachadel e Laureana Rosa
-TETRAVÓS Francisco Elias Rachadel e Jeronima Maria do Espírito Santo
-TRISAVÓS Maria Bernardina do Espírito Santo e Bernardino José Antonio da Silva
-BISAVÓS João Torquato da Silva e Clarinda Martinha da Silveira
-AVÓS Maria Clarinda da Silva e David Pereira Rodrigues
-PAIS Anna Pereira Rodrigues e Severo Domingos Rodrigues
*Capitão Manuel Lourenço de Andrade nasceu em aproximadamente 1600, em Sé, Lamego, Viseu, Portugal, morreu em aproximadamente 1665 em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, foi casado com Maria Branca Conquero, que nasceu em aproximadamente 1600 em São Vicente, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: *Isabel Rodrigues Velho.
Conforme comprovamos abaixo nas citações sobre Capitão Manoel Lourenço de Andrade, verificamos que foi fundador e o primeiro Capitão-Mor da Vila de São Francisco.
Em 1658, após obter autorização do Marquês de Cascais, donatário da Capitania de Santana, para povoar a ilha de São Francisco do Sul, partiu com a família e agregados para o local (sua mulher, Branca de Andrade, filhos, seu genro, Luís Rodrigues Cavalinho, grande número de agregados e escravos, gado, instrumentos agrícolas e ferramentas para a exploração de minas), onde fundou o povoado de Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco, promovido a vila em 1660.
"Declaro que sou natural da cidade de Lamego, filho legítimo de Manoel Lourenço e de sua mulher Branca de Andrade. Assim mais declaro que fui casado na vila de São Paulo, onde era morador, à face da igreja, com Maria Coqueiro, filha do capitão Gaspar Coqueiro.
Assim declaro que, quando Nosso Senhor seja servido levar-me desta vida presente, meu corpo seja enterrado na igreja de Nossa Senhora da Graça desta vila, e como sou seu principal povoador, seja na capela da dita igreja, defronte da imagem da dita Senhora" (retirado do Cartório 1º de Órfãos, de S. Paulo, testamento de Manuel Lourenço de Andrade; citado por A. Marques, Apontamentos II, citado abaixo).
DECAVÓS
Abaixo, observamos "De Açores ao Brasil: Ernesto Godinho e os colonizadores de Santa Catarina, de João Ernesto Paes de Barros e Jessika Matos Paes de Barros” em que Luiz Rodrigues Cavallinho foi casado com a filha de Manoel Lourenço de Andrade, Izabel Rodrigues Velho, sendo um dos primeiros povoadores de São Francisco. Este foi o segundo casamento de Luiz Rodrigues Cavallinho, pois já era viúvo de Maria.
Na foto podemos ver Severo (de chapéu à esquerda, ao lado dele sua mulher Anna e ao lado de Anna, sua nora Teresa com a filha mais velha no colo (Sônia) e outro bebê, a criança na frente é a irmã de Antônio (tia Eva) ao lado de Teresa, a avó de Antônio, Maria Clarinda (vó Mariquinha) e ao lado o cunhado de Antônio, Nilton (tio Nilton) e ao seu lado, sua esposa Gerci (irmã de Antônio) com a filha Teresinha no colo. Esta foto foi tirada em 1962, no batismo das netas de Anna e Severo (Sônia e Terezinha) em Ribeirão da Ilha, Santa Catarina. Um dia de festa para a família. A foto foi tratada e colorizada (um detalhe que Antônio é o fotógrafo e por isso não aparece).
*Isabel Rodrigues Velho nasceu em aproximadamente 1645, em São Vicente, São Paulo, Brasil, morreu em aproximadamente 1690, em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, foi casada com Manuel Velho Rangel, que nasceu em aproximadamente 1635, em São Vicente, São Paulo, Brasil e morreu em aproximadamente 1690 em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: José Velho Rangel, Urbana Rodrigues Velha, Manoel Velho Rangel *Teodósia Rodrigues Velho.
Abaixo, no óbito do filho Manoel podemos ver: "Aos vinte dias do mês de Maio a noite de mil e setesentos e quinze annos na … desta cidade faleçeo Manoel Velho natural da freguezia de Nossa Senhora da graça do Rio de Sam Francisco adiante de pernagoa deste Bispado, e nella morador donde veio prezo p.a esta cidade filho de Manoel Velho Rangel e de sua m.er Izabel Roiz Velha e foi cazado com Anna Lamin de quem era viúvo e tinhão huo filho per nome Amaro Roiz e Reçebeo: sacram.to da penitiençia e não deu lugar para os mais por morrer em pé parecendo, que chegaria ao outro dia e não fez testamento, e foi o enterrar a igreia da Santa Caza de mizericordia do que fis este asento era ut supra. O Cura o P.e Ber.[meo] de França"
*Teodósia Rodrigues Velho, nasceu aproximadamente em 1664 em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, morreu em 31 de outubro de 1735, em Enseada do Brito, Palhoça, Santa Catarina, Brasil, foi casada com Capitão-mor Salvador de Souza de Brito, que nasceu em aproximadamente 1656, em Ilha Grande, Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Brasil e morreu em 1729 em Enseada de Brito, Palhoça, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Domingos de Brito, João de Souza de Brito, Bárbara de Souza, Andresa de Sousa, Rosa Maria de Sousa, Veríssimo de Souza Brito, Salvador de Souza e *Antônia de Souza.
Abaixo, verificamos a biografia de Salvador de Sousa Brito, no link, sobre a memória política de Santa Catarina.
Referência:
https://memoriapolitica.alesc.sc.gov.br/biografia/1311-Salvador_de_Sousa_Brito
MEMÓRIA POLÍTICA DE SANTA CATARINA. Biografia Salvador de Sousa Brito. 2022.
Outro link, abaixo, onde ele é citado e podemos ver sua história. Onde cita o Capitão-Mor Salvador de Sousa Brito como de grande importância para a história de Florianópolis e até de Santa Catarina. Foi comandante da Ilha de Santa Catarina, iniciou seu mandato em 1711 (ou 1715) até 1739.
Foi o responsável pela manutenção e continuidade do povoado do Desterro, atual Florianópolis. Sabia ler, escrever e tinha recursos. Veio com o posto de Capitão-Mor das Ordenanças. Sendo o nome Enseada de Brito (em Palhoça, cidade onde Antônio nasceu), uma referência a Salvador de Sousa Brito e não ao Domingos de Brito (este seria fundador de Laguna).
Referência:
http://biblos-geneseos.blogspot.com/2018/10/o-capitao-mor-salvador-de-sousa-brito.html
No link que verificamos acima, faz a referência a Vitor Hugo Bastos Cardoso, no qual podemos ver seu trabalho, abaixo:
Referência:
págs. 49 e 51, Vitor Hugo Bastos Cardoso - A formação social da primeira elite senhorial e política da Ilha de Santa Catarina, 1700-1730. Florianópolis 2009 -Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em História, na Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, sob a orientação da Profa Dra Beatriz Gallotti Mamigonian.
https://bgmamigo.paginas.ufsc.br/files/2011/02/TCC-Vitor-Hugo-Bastos-Cardoso.pdf
Abaixo, verificamos o mesmo autor, apresentando sua tese de mestrado, onde na página 81 conta a história sobre a partida de Salvador de Sousa Brito da Vila de São Francisco do Sul até a Ilha de Santa Catarina, mais especificamente em Enseada de Brito.
Cita que saíram de São Francisco do do Sul até a Ilha de Santa Catarina, provavelmente a sua família juntamente com a de seu concunhado Manuel Manso Avelar, onde em geral essas pequenas empreitadas de colonização eram feitas em grupo familiar, com seus parentes, agregados e escravos, para afastar o perigo, como ataque de índios hostis ou animais selvagens.
Salvador de Souza e Manuel Manso Avelar tinham uma família organizada, sabiam ler e escrever e dispunham de recursos. Sendo Salvador de Souza vindo com o posto de Capitão-Mor das Ordenanças e Manuel Manso Avelar como Sargento-Mor, títulos que foram concedidos pelo Capitão-General da Vila de São Paulo, como estímulo à tarefa de colonização da fronteira sul da América portuguesa.
Na página 137 verificamos o parentesco de Salvador de Souza Brito e Manuel Manso Avelar, que eram concunhados.
Continua na página 158 fala das relações familiares entre o grupo:
Na página 261, abaixo, verificamos a citação sobre o juiz ordinário Capitão Salvador de Sousa Brito.Referência:
As dinâmicas político-territoriais de uma comunidade periférica no sul da América Portuguesa : a ilha de Santa Catarina e seu continente, 1680-1750 - págs 81, - Vitor Hugo Bastos Cardoso- Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2013.
https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/123096?show=full
Abaixo, a referência na wikipedia sobre Salvador de Sousa Brito.
Referência:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_de_Sousa_de_Brito
No Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, Vol XI, de 1953, podemos ver a citação.
Veremos a referência na linhagem abaixo, sobre Domingos Antônio Rachadel, ser italiano e o seu nome e sobrenome ao entrar no Brasil foram alterados de Domenico Ricciardelli para Domingos Rachadel.
Abaixo, o casamento do filho Sebastiam: “Aos três dias do mês de maio de mil setecentos e cinquenta anos, pela manhã nesta Igreja de Nossa Senhora do Desterro, Ilha de Santa Catarina… Sebastiam de Souza, filho legítimo de Domingos Antonio Rachadel e de sua mulher Antonia de Souza, natural da Vila do Rio de J. … Com Anna Maria filha legítima…”
Referência:
"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-RMNG : 1 April 2020), Sebastiam de Souza, 3 May 1750; citing Marriage, Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis, Santa Catarina; FHL microfilm 1,252,704.
https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-RMNG
Abaixo, o segundo casamento de Antonia de Souza, após ter ficado viúva: ”Aos 25 dias do mês de … de 1739 anos, nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro da Ilha de Santa Catarina… por palavras de presente Luis Martins… com Antonia de Souza, viúva que ficou de Domingos Antonio Rachadel, natural desta Freguesia…”
Referência:
"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-5YD4 : 1 April 2020), Antonia de Souza in entry for Luis Martins, 1739; citing Marriage, Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis, Santa Catarina; FHL microfilm 1,252,704.
URL: https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-5YD4
HEXAVÓS
No link abaixo, podemos ver a citação sobre Antonio Rodrigues Rachadel, que nasceu em Paranaguá, Paraná por volta de 1772 e casou em 1750 com Maria Clara de Jesus, que era da Ilha da Horta, dos Açores, Portugal e que Antônio morreu em 1808.
Informa também, que o pai de Antônio se chamava Domingos Antônio Rachadel e sua mãe Antonia de Sousa. Conta que Domingos Antônio Rachadel, que era italiano e o seu nome e sobrenome ao entrar no Brasil foram alterados de Domenico Ricciardelli para Domingos Rachadel. Cita Antonia, como filha do Capitão-Mor Salvador de Sousa Brito.
Referência:
"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-159392-782114-96?cc=2177296 : accessed 16 January 2016), Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977 > Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977 > Florianópolis > Nossa Senhora do Desterro > Matrimônios 1714, Out-1775, Dez > image 58 of 143; Paróquias Católicas, Santa Catarina (Catholic Church parishes, Santa Catarina).
Abaixo, o óbito de Antonio Rodrigues Rachadel, aos 86 anos de idade: “Aos três dias do mês de Julho de mil oitocentos e oito nesta Vila do Desterro de Santa Catarina, faleceu com os sacramentos o Capitão Antonio Rodrigues Raxadel, de idade oitenta e seis anos, natural de Paranaguá, casado que era com Dona Maria Clara de quem teve onze filhos, ignoram o mais tudo, foi seu testamenteiro o Capitão Manoel Joze Ramos, foi encomendado e sepultado na Capela da Ordem.
Referência:
"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QGRT-CMBN : 7 February 2019), Antonio Rodrigues Rapadel, 3 Jul 1808; citing Death, Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis , Santa Catarina; FHL microfilm 1,252,710.
https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QGRT-CMBN
PENTAVÓS
Abaixo, o batismo da filha Maria: “Ao primeiro de novembro de 1796 anos na Capela da … batizei e pus os Santos óleos … Maria… nascida aos 15 dias do mês de outubro… filha legítima do Alferes Elias Rachadel e sua mulher Laureana Rosa, nascidos e batizados nesta Freguesia de São José, neta pela parte paterna do Capitão Antonio Rodrigues Rachadel e de Dona Maria Clara naturais da Ilha, pela materna de João Antônio e de Rita Rosa…”
Referência:
"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:Q2QM-9JQV : 1 April 2020), Elias Joze in entry for Maria, 1 Nov 1796; citing Baptism, São José, São José, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis, Santa Catarina; FHL microfilm 1,253,551.
URL: https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:Q2QM-9JQV
TETRAVÓS
*Francisco Elias Rachadel, nasceu em 1793 em Santa Catarina, Brasil, morreu em 13/11/1873 em Santa Catarina, Brasil, foi casado com Jeronima Maria do Espírito Santo, que morreu em Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Luisa, José Elias Rachadel e *Maria Bernardina do Espírito Santo.
Abaixo, o batismo de Luisa: “Aos em 27 dias do mês de julho de 1847 nesta Matriz de São José, província de Santa Catarina, batizei e pus os Santos óleos a inocente Luisa, nascida a 2 de junho do corrente, filha legítima de Francisco José Rachadel e Jeronima Maria do Espírito Santo, neta paterna de Elias Rachadel e Laureana Rosa e materna de Joaquim Antonio de Quadros e Maria Antonia…”
Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 São José São José Batismos 1845, Jun-1848, Maio
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:9Q97-Y3S9-9K7V?i=67&cc=2177296
Abaixo, o óbito de Francisco, aos 80 anos: “Aos 13 de novembro de 1873 no cemitério da Matriz de Santo Amaro… foi sepultado o cadáver de Francisco Elias Rachadel, com 80 anos, casado com Jeronima Antonia do Espírito Santo…”
TRISAVÓS
Abaixo, o batismo de Maria Bernardina: “Aos 3 dias do mês de maio do ano de 1830 nesta Matriz de São José, província de Santa Catarina, batizei e pus os Santos óleos a inocente Maria Bernardina, filha de Francisco Elias Rachadel e Jeronima Maria do Espírito Santo, neta pela parte paterna do Alferes Elias Rachadel e Laureana Rosa, pela materna Joaquim de Souza de Quadros e Maria Antonia do Espírito Santo…”
BISAVÓS
Teresa, lembra da história de que o pai de “Dindinha Mariquinha”, João Torquato da Silva, já de idade avançada e com falhas de memória, onde, uma vez saiu de casa para andar e nunca mais ninguém o viu. Nunca souberam do seu paradeiro, se perdeu no mato, ou foi atacado por algum animal selvagem, o fato é que nem seu corpo foi encontrado e até hoje é um mistério o seu desaparecimento. Fizeram buscas na época, mas não tiveram sucesso.
Abaixo, o registro de casamento de Clarinda Martinha (ou Ilarina Martinha) e João: “Aos 28 de setembro de 1889 nesta Matriz na forma do Sagrado Concilio Tridentino e do Ritual Romano, em minha presença e na das testemunhas abaixo assinadas, se receberam em matrimonio por palavras de presente João Torcato da Silva e Clarinda Martinha da Silveira. Ele filho legítimo de Bernardino José Antonio da Silva, já falecido e de Maria Bernardina do Espírito Santo, nascido e batizado em Santo Amaro do Cubatão e morador desta freguesia, viúvo por falecimento de Genoveva Ignacia de Jesus, com 36 anos de idade. Ela filha legítima de Manoel Antonio da Silveira e de Martinha Custódia de Jesus, já falecida, nascida, batizada e residente nesta freguesia, solteira, de 28 anos de idade…”
Referência:
Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Enseada de Brito Nossa Senhora do Rosário Matrimônios 1887, Nov-1893, Nov
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:9Q97-Y3S9-S9KC?i=15&cc=2177296
Abaixo o registro de batismo da filha Maria Clarinda (ou Maria Hilarina) podemos observar: “Aos 9 de julho de 1895 batizei Maria, nascida 8 de abril último, filha legítima de João Torquato da Silva e de Clarinda Martinha da Silva, avós paternos Bernardino Pacheco da Silva e Maria Bernardina do Espírito Santo, maternos Manoel Antonio da Silveira e Martinha Custódia da Silveira…”
AVÓS
*Maria Clarinda da Silva nasceu em 08/04/1895 em Nossa Senhora do Rosário, Camboriú, Santa Catarina e foi casada com David Pereira Rodrigues, que nasceu em 1869 em Paulo Lopes, Santa Catarina, Brasil e morreu em 5 de junho de 1948 em Paulo Lopes, Santa Catarina, Brasil. Davi teve os filhos: Juvenal Pereira de Jesús, Laura Pereira de Jesús, Manoel Pereira de Jesús, Pedro Pereira Rodrigues e *Anna Pereira Rodrigues (os dois últimos são do segundo casamento com Maria Clarinda).
Abaixo, o primeiro casamento de David com outra Maria, o que me fez seguir toda a linha de Maria Margarida de Jesus acreditando ser a de Maria Clarinda da Silva, então, depois tive que fazer a linhagem certa: “David Pereira Rodrigues com Dª Maria Margarida de Jesus. Aos 28 dias do mês de setembro de 1895 nesta Matriz de São Joaquim de Garopaba, uniu-se em matrimônio David Pereira Rodrigues, solteiro de idade de 28 anos, filho legítimo de Manoel Vieira Rodrigues e de Maria do Carmo Pereira Rodrigues e Maria Margarida de Jesus, solteira de idade de 15 anos filha legítima de José Severino de Mattos e de Francisca Bibiana de Jesus, tendo decorrido os 3 proclamas…”
PAIS
*Anna Pereira Rodrigues, nasceu em 1913 em Garopaba, Santa Catarina, Brasil, morreu em 1984 em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, casou com Severo Domingos Rodrigues (seu primo em primeiro grau), que nasceu em 10 de janeiro de 1910 e morreu em 1987, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Tiveram os filhos: Maria, Pedro, Eva, Gercy, Doraci, Teresa, Adão, Amin, Zamir, Manoel, Donatila e *Antonio.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte II, no Capítulo I - de Johann George Raupp a Severo Domingos Rodrigues - Pais). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/11/parte-ii-capitulo-i-de-johann-george.html














































































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