PARTE II CAPÍTULO II DE CAPITÃO MANUEL LOURENÇO DE ANDRADE A ANNA PEREIRA RODRIGUES

NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR:

-UNIDECAVÓS       Capitão Manuel Lourenço de Andrade e Maria Branca Conquero

-DECAVÓS       Isabel Rodrigues Velho e Capitão Luís Rodrigues Cavalinho

-ENEAVÓS       Isabel Rodrigues Velho e Manuel Velho Rangel

-OCTAVÓS       Teodósia Rodrigues Velho e Capitão-mor Salvador de Souza de Brito

-HEPTAVÓS       Antônia de Souza e Domingos Antonio Rachardel

-HEXAVÓS       Capitão Antonio Rodrigues Rachadel e Maria Clara de Jesus

-PENTAVÓS       Alferes Elias Rachadel e Laureana Rosa

-TETRAVÓS       Francisco Elias Rachadel e Jeronima Maria do Espírito Santo

-TRISAVÓS    Maria Bernardina do Espírito Santo e Bernardino José Antonio da Silva

-BISAVÓS    João Torquato da Silva e Clarinda Martinha da Silveira

-AVÓS        Maria Clarinda da Silva e David Pereira Rodrigues

-PAIS    Anna Pereira Rodrigues e Severo Domingos Rodrigues





UNIDECAVÓS
São Francisco do Sul - Santa Catarina
 

*Capitão Manuel Lourenço de Andrade nasceu em aproximadamente 1600, em Sé, Lamego, Viseu, Portugal, morreu em aproximadamente 1665 em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, foi casado com Maria Branca Conquero, que nasceu em aproximadamente 1600 em São Vicente, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: *Isabel Rodrigues Velho.

    Conforme comprovamos abaixo nas citações sobre Capitão Manoel Lourenço de Andrade, verificamos que foi fundador e o primeiro Capitão-Mor da Vila de São Francisco.

    Em 1658, após obter autorização do Marquês de Cascais, donatário da Capitania de Santana, para povoar a ilha de São Francisco do Sul, partiu com a família e agregados para o local (sua mulher, Branca de Andrade, filhos, seu genro, Luís Rodrigues Cavalinho, grande número de agregados e escravos, gado, instrumentos agrícolas e ferramentas para a exploração de minas), onde fundou o povoado de Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco, promovido a vila em 1660.

    "Declaro que sou natural da cidade de Lamego, filho legítimo de Manoel Lourenço e de sua mulher Branca de Andrade. Assim mais declaro que fui casado na vila de São Paulo, onde era morador, à face da igreja, com Maria Coqueiro, filha do capitão Gaspar Coqueiro.

    Assim declaro que, quando Nosso Senhor seja servido levar-me desta vida presente, meu corpo seja enterrado na igreja de Nossa Senhora da Graça desta vila, e como sou seu principal povoador, seja na capela da dita igreja, defronte da imagem da dita Senhora" (retirado do Cartório 1º de Órfãos, de S. Paulo, testamento de Manuel Lourenço de Andrade; citado por A. Marques, Apontamentos II, citado abaixo).

Referência
Apontamentos históricos, geográficos, biográficos, estatísticos e noticiosos da Província de São Paulo - publicação: 1976 Manuel Eufrázio de Azevedo Marques.
Referência: Página 250 do documento em PDF e 234 do livro - São Francisco do Sul

    Abaixo, podemos ver o livro de Carlos da Costa Pereira de 1931, onde cita Manoel Lourenço de Andrade, como o povoador de São Francisco, onde veio em companhia de mulher, filhos e seu genro Luiz Rodrigues Cavallinho, com grande número de agregados e escravos. Fala que Lourenço de Andrade era natural de Lamego e filho legítimo de Manoel de Lourenço e sua mulher Branca de Andrade e que se casou com Maria Coqueiro (filha do Capitão Gaspar Coqueiro), na Vila de São Paulo, onde eram moradores e que era de integridade e moral perfeita.

    Manoel Lourenço de Andrade veio com amplos poderes do marquês de Cascais para estabelecer-se em São Francisco e repartir as terras com os demais companheiros e com os que fossem chegando, certamente para garantir a posse dessa região que de direito pertencia à Espanha. Chegou por volta de 1658 em São Francisco.





Referência
UM CAPÍTULO DA EXPANSÃO - Carlos da Costa Pereira- São Paulo, 1931, Referência: Pág. 15, 16  do documento em PDF, do livro 25,26 e 27.

    Abaixo, verificamos a tese de mestrado de João Marques Brandão Neto, onde novamente Manoel Lourenço de Andrade é citado como o fundador de São Francisco, pois seu povoamento inicia-se efetivamente, em 1658, com a sua chegada, mesmo já constando a capela de Nossa Senhora da Graça.




Referência
João Marques Brandão Neto- DISSERTAÇÃO APRESENTADA AO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA COMO REQUISITO À OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS HUMANAS - ESPECIALIDADE DIREITO -Orientador: Prof. Dr. Osvaldo Ferreira de Melo Co-Orientador: Prof.  Dr. Cesar Luiz Pasold FLORIANÓPOLIS 1 9 8 8, págs 8 e 9.


DECAVÓS

A casa onde Antônio cresceu, em Paulo Lopes, Santa Catarina, Teresa com sua filha no colo e os outros, são todos irmãos de Antônio, 1962.  A foto foi tratada  e colorizada. 

 *Isabel Rodrigues Velho, nasceu em aproximadamente 1624 em São Vicente, São Paulo, Brasil, morreu em aproximadamente 1700 em São Francisco, Santa Catarina, Brasil, foi casada com Capitão Luís Rodrigues Cavalinho, que nasceu em aproximadamente 1620 e morreu em 1659, em Nossa Senhora da Graça do Rio São Francisco, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Iria Rodrigues Velha, Violante Rodrigues Velha, Francisco Rodrigues Cavalinho e *Isabel Rodrigues de Mira.

    Abaixo, observamos "De Açores ao Brasil: Ernesto Godinho e os colonizadores  de  Santa Catarina, de  João Ernesto Paes de Barros e Jessika Matos Paes de Barros” em que Luiz Rodrigues Cavallinho foi casado com a filha de Manoel Lourenço de Andrade, Izabel Rodrigues Velho, sendo um dos primeiros povoadores de São Francisco. Este foi o segundo casamento de Luiz Rodrigues Cavallinho, pois já era viúvo de Maria.


Referência

    Abaixo, na página 71 do volume 6º do Genealogia Paulistana, confirmamos a citação feita acima, sobre o primeiro casamento de Luiz Rodrigues Cavalinho, com Maria e que não tiveram filhos.

Abaixo, podemos ver o trabalho de João Ernesto Paes de Barros  e Jessika Matos Paes de Barros, onde Manuel Lourenço de Andrade e seu genro Luiz Rodrigues Cavallinho como fundadores da povoação de São Francisco. Sendo São Francisco do Sul considerada uma das primeiras, ou, senão, a primeira cidade do Estado de Santa Catarina.
Cita Luiz Rodrigues Cavallinho como esposo de Izabel Rodrigues (seu segundo casamento) que era filha de Manoel Lourenço de Andrade (o fundador de São Francisco do Sul) e Maria Coqueiro.



Referência
De Açores ao Brasil: Ernesto Godinho e os colonizadores  de  Santa Catarina.
*João Ernesto Paes de Barros*Jessika Matos Paes de Barros, págs 6 e 7

SILVA FONTES, Henrique da. A Irmandade do Senhor dos Passos e o seu Hospital, e Aqueles que os Fundaram. Florianópolis:Edição do Autor, 1965



ENEAVÓS

Na foto podemos ver Severo (de chapéu à esquerda, ao lado dele sua mulher Anna e ao lado de Anna, sua nora Teresa com a filha mais velha no colo (Sônia) e outro bebê, a criança na frente é a irmã de Antônio (tia Eva) ao lado de Teresa, a avó de Antônio, Maria Clarinda (vó Mariquinha) e ao lado  o cunhado de Antônio, Nilton (tio Nilton) e ao seu lado, sua esposa Gerci (irmã de Antônio) com a filha Teresinha no colo. Esta foto foi tirada em 1962, no batismo das netas de Anna e Severo (Sônia e Terezinha) em Ribeirão da Ilha, Santa Catarina. Um dia de festa para a família. A foto foi tratada e colorizada (um detalhe que Antônio é o fotógrafo e por isso não aparece).


*Isabel Rodrigues Velho nasceu em aproximadamente 1645, em São Vicente, São Paulo, Brasil, morreu em  aproximadamente 1690, em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, foi casada com Manuel Velho Rangel, que nasceu em aproximadamente 1635, em São Vicente, São Paulo, Brasil e morreu em aproximadamente 1690 em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: José Velho Rangel, Urbana Rodrigues Velha, Manoel Velho Rangel *Teodósia Rodrigues Velho. 

    Abaixo, no óbito do filho Manoel podemos ver: "Aos vinte dias do mês de Maio a noite de mil e setesentos e quinze annos na … desta cidade faleçeo Manoel Velho natural da freguezia de Nossa Senhora da graça do Rio de Sam Francisco adiante de pernagoa deste Bispado, e nella morador donde veio prezo p.a esta cidade filho de Manoel Velho Rangel e de sua m.er Izabel Roiz Velha e foi cazado com Anna Lamin de quem era viúvo e tinhão huo filho per nome Amaro Roiz e Reçebeo: sacram.to da penitiençia e não deu lugar para os mais por morrer em pé parecendo, que chegaria ao outro dia e não fez testamento, e foi o enterrar a igreia da Santa Caza de mizericordia do que fis este asento era ut supra. O Cura o P.e Ber.[meo] de França"


Abaixo o mesmo recorte sem o tratamento da imagem.


Referência:
 "Brasil, Rio de Janeiro, Registros da Igreja Católica, 1616-1980," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939F-GVD2-T?cc=1719212&wc=M6ZT-6P8%3A131775101%2C139024701%2C142162401 : 11 March 2022), Rio de Janeiro > Santíssimo Sacramen...


OCTAVÓS
São José, Santa Catarina


*Teodósia Rodrigues Velho, nasceu aproximadamente em 1664 em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, morreu em 31 de outubro de 1735, em Enseada do Brito, Palhoça, Santa Catarina, Brasil, foi casada com Capitão-mor Salvador de Souza de Brito, que nasceu em  aproximadamente 1656, em Ilha Grande, Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Brasil e morreu em 1729 em Enseada de Brito, Palhoça, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Domingos de Brito, João de Souza de Brito,  Bárbara de Souza, Andresa de Sousa, Rosa Maria de Sousa, Veríssimo de Souza Brito, Salvador de Souza e *Antônia de Souza.

    Abaixo, verificamos a biografia de Salvador de Sousa Brito, no link, sobre a memória política de Santa Catarina.

Referência

https://memoriapolitica.alesc.sc.gov.br/biografia/1311-Salvador_de_Sousa_Brito

MEMÓRIA POLÍTICA DE SANTA CATARINA. Biografia Salvador de Sousa Brito. 2022. 

    Outro link, abaixo, onde ele é citado e podemos ver sua história. Onde cita o Capitão-Mor Salvador de Sousa Brito como de grande importância para a história de Florianópolis e até de Santa Catarina. Foi comandante da Ilha de Santa Catarina, iniciou seu mandato em 1711 (ou 1715) até 1739. 

    Foi o responsável pela manutenção e continuidade do povoado do Desterro, atual Florianópolis. Sabia ler, escrever e tinha recursos. Veio com o posto de Capitão-Mor das Ordenanças. Sendo o nome Enseada de Brito (em Palhoça, cidade onde Antônio nasceu), uma referência a Salvador de Sousa Brito  e não ao Domingos de Brito (este seria fundador de Laguna).


Referência

http://biblos-geneseos.blogspot.com/2018/10/o-capitao-mor-salvador-de-sousa-brito.html

No link que verificamos acima, faz a referência a Vitor Hugo Bastos Cardoso, no qual podemos ver seu trabalho, abaixo:


Referência

págs. 49 e 51, Vitor Hugo Bastos Cardoso - A formação social da primeira elite senhorial e política da Ilha de Santa Catarina, 1700-1730. Florianópolis 2009 -Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em História, na Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, sob a orientação da Profa  Dra  Beatriz Gallotti Mamigonian.

https://bgmamigo.paginas.ufsc.br/files/2011/02/TCC-Vitor-Hugo-Bastos-Cardoso.pdf

    Abaixo, verificamos o mesmo autor, apresentando sua tese de mestrado, onde na página 81 conta a história sobre a partida de Salvador de Sousa Brito da Vila de São Francisco do Sul até a Ilha de Santa Catarina, mais especificamente em Enseada de Brito. 

    Cita que saíram de São Francisco do do Sul até a Ilha de Santa Catarina, provavelmente a sua família juntamente com a de seu concunhado Manuel Manso Avelar, onde em geral essas pequenas empreitadas de colonização eram feitas em grupo familiar, com seus parentes, agregados e escravos, para afastar o perigo, como ataque de índios hostis ou animais selvagens.

    Salvador de Souza e Manuel Manso Avelar tinham uma família organizada, sabiam ler e escrever e dispunham de recursos. Sendo Salvador de Souza vindo com o posto de Capitão-Mor das Ordenanças e Manuel Manso Avelar como Sargento-Mor, títulos que foram concedidos pelo Capitão-General da Vila de São Paulo, como estímulo à tarefa de colonização da fronteira sul da América portuguesa. 


    Na página 99 podemos ver a tese do autor sobre o nome “Enseada de Brito” ser referência a Salvador de Sousa Brito e não a Domingos Brito de Peixoto.

    Nas páginas 105 e 106, abaixo,  podemos ver um fato interessante, envolvendo o Capitão de Salvador de Souza Brito.
    Onde, no dia 30 de março do ano de 1712 fundeou a expedição do militar francês Amédée François Freizer. Com a indicação de dois capitães franceses que um ano antes haviam fundeado suas embarcações e tinham um sinal combinado com o Capitão Salvador de Sousa Brito, que era o morador daquela costa, onde o sinal era para indicar se as embarcações vinham em paz à Ilha de Santa Catarina. 
    Deveriam erguer uma bandeira branca, abaixo, uma bandeira inglesa e dar dois tiros de canhão. Mas o código não funcionou, deram apenas um tiro de canhão e todos os moradores fugiram de suas casas escondendo-se nos matos e não apareceu ninguém para receber aqueles viajantes. Manoel Manso de Avelar enviou uma canoa com três homens para pedir que não invadissem suas casas, porque sabendo que eram franceses, todos os moradores refugiaram-se nas encostas dos morros. Este relato revela o papel que Salvador de Sousa Brito e Manuel Manso Avelar ocupavam no povoado, eles eram os líderes. 


    Na página 137 verificamos o parentesco de Salvador de Souza Brito e Manuel Manso Avelar, que eram concunhados.

    Continua na página 158 fala das relações familiares entre o grupo:

    Na página 261, abaixo,  verificamos a citação sobre o juiz ordinário Capitão Salvador de Sousa Brito.

Referência: 

As dinâmicas político-territoriais de uma comunidade periférica no sul da América Portuguesa : a ilha de Santa Catarina e seu continente, 1680-1750 - págs 81,  - Vitor Hugo Bastos Cardoso-  Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2013.

https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/123096?show=full

    Abaixo, a referência na wikipedia sobre Salvador de Sousa Brito.


Referência

https://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_de_Sousa_de_Brito

    No Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, Vol XI, de 1953, podemos ver a citação.


Referência
Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, Vol XI, de 1953, pág. 24 do PDF



HEPTAVÓS
Antônio, década de 70..

 *Antônia de Souza, nasceu em 1708 em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, morreu em 21/09/1793 em São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil, foi casada com Domingos Antonio Rachardel, que nasceu em aproximadamente 1680 em Regno di Napoli, Italia e morreu em 25 de novembro de 1739 em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Francisca Rosa de Santo Antônio, Sebastiam de Souza Rachadel e *Antonio Rodrigues Rachadel.

    Veremos a referência na linhagem abaixo, sobre  Domingos Antônio Rachadel, ser italiano e o seu nome e sobrenome ao entrar no Brasil foram alterados de Domenico Ricciardelli para Domingos Rachadel.

    Abaixo, o casamento do filho Sebastiam: “Aos três dias do mês de maio de mil setecentos e cinquenta anos, pela manhã nesta Igreja de Nossa Senhora do Desterro, Ilha de Santa Catarina… Sebastiam de Souza, filho legítimo de Domingos Antonio Rachadel e de sua mulher Antonia de Souza, natural da Vila do Rio de J. … Com Anna Maria filha legítima…”


Referência

"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-RMNG : 1 April 2020), Sebastiam de Souza, 3 May 1750; citing Marriage, Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis, Santa Catarina; FHL microfilm 1,252,704.

https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-RMNG

Abaixo, o segundo casamento de Antonia de Souza, após ter ficado viúva: ”Aos 25 dias do mês de … de 1739 anos, nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro da Ilha de Santa Catarina… por palavras  de presente Luis Martins… com Antonia de Souza, viúva que ficou de Domingos Antonio Rachadel, natural desta Freguesia…”


Referência: 

"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-5YD4 : 1 April 2020), Antonia de Souza in entry for Luis Martins, 1739; citing Marriage, Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis, Santa Catarina; FHL microfilm 1,252,704.

URL: https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QKJL-5YD4



HEXAVÓS

Mercado Público de Florianópolis, Santa Catarina -Foto Arquivo Histórico.


 *Capitão Antonio Rodrigues Rachadel nasceu em 1722 em Paranaguá, Paraná, Brasil, morreu em 3 de julho de 1808 em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, foi casado com Maria Clara de Jesus que nasceu em aproximadamente 1730 em Horta, Faial, Açores, Portugal, morreu em 1800. Tiveram os filhos: Manoel Antonio Rachadel, Capitão Luís Manoel de Azevedo, Manoel Rodrigues Raxadel, Antônio Rodrigues Rachadel, Capitão Francisco José de Rachadel, João Ignacio Rachadel, Alferes Vicente José Rodrigues Rachadel,  Antônia de Jesus, Francisca das Chagas, Maria de Jesus, Roldão de Jesus, Anna Victória de Menezes, Antonia de Jesus e *Alferes Elias Rachadel.

    No link abaixo, podemos ver a citação sobre Antonio Rodrigues Rachadel, que nasceu em Paranaguá, Paraná por volta de 1772 e casou em 1750 com Maria Clara de Jesus, que era da Ilha da Horta, dos Açores, Portugal e que Antônio morreu em 1808. 

    Informa também, que o pai de Antônio se chamava Domingos Antônio Rachadel e sua mãe Antonia de Sousa. Conta que Domingos Antônio Rachadel, que era italiano e o seu nome e sobrenome ao entrar no Brasil foram alterados de Domenico Ricciardelli para Domingos Rachadel. Cita Antonia, como filha do Capitão-Mor Salvador de Sousa Brito.

Referência

Abaixo, podemos ver que Antonio Rodrigues Rachadel foi citado na Revista Catarinense de 1911.
Consta que em 1778, com a retirada dos espanhóis na Ilha de Santa Catarina e o Coronel Francisco Antônio de Veiga Cabral, Governador da Capitania, nomeado por portaria do marquês vice-rei do estado, no mesmo ano, aportaram aos Barreiros e se estabeleceram na fazenda do Capitão Antônio Rodrigues Rachadel.





Referência

Abaixo, o casamento de Antonio e Maria Clara: “Aos vinte e sete dias do mês de Abril de mil e setecentos e cinquenta anos, pela manhã nesta Igreja de Nossa Senhora do Desterro, Ilha de Santa Catarina [...] se casaram [...] Antonio Rodrigues Raxadel, filho legítimo de Domingos Antonio Raxadel, já defunto e de sua mulher Antonia de Souza, natural da freguesia de Nossa Senhora do Rosário da vila de Paranaguá e morador desta, com Maria Clara, filha legítima do Alferes Francisco Dutra de Faria e de sua mulher Maria de Faria, natural da freguesia do Espírito Santo, lugar das Feiteiras [sic], Ilha do Faial, Bispado de Angra, todos moradores desta freguesia…”


Referência

"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-159392-782114-96?cc=2177296 : accessed 16 January 2016), Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977 > Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977 > Florianópolis > Nossa Senhora do Desterro > Matrimônios 1714, Out-1775, Dez > image 58 of 143; Paróquias Católicas, Santa Catarina (Catholic Church parishes, Santa Catarina).

https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:9Q97-Y3SB-1MX?i=57&wc=MFKF-VZ9%3A1030404601%2C1030404602%2C1030527101%3Fcc%3D2177296&cc=2177296

Abaixo, o óbito de Antonio Rodrigues Rachadel, aos 86 anos de idade: “Aos três dias do mês de Julho de mil oitocentos e oito nesta Vila do Desterro de Santa Catarina, faleceu com os sacramentos o Capitão Antonio Rodrigues Raxadel, de idade oitenta e seis anos, natural de Paranaguá, casado que era com Dona Maria Clara de quem teve onze filhos, ignoram o mais tudo, foi seu testamenteiro o Capitão Manoel Joze Ramos, foi encomendado e sepultado na Capela da Ordem.


Referência

"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QGRT-CMBN : 7 February 2019), Antonio Rodrigues Rapadel, 3 Jul 1808; citing Death, Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis , Santa Catarina; FHL microfilm 1,252,710.

https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QGRT-CMBN


PENTAVÓS

Antônio, década de 70.

 *Alferes Elias Rachadel nasceu em aproximadamente 1750 em São José, Santa Catarina, Brasil e  morreu em Santa Catarina, Brasil, foi casado com Laureana Rosa, que nasceu em aproximadamente 1760 em São José da Terra Firme, São José, Santa Catarina, Brasil e morreu em 15 de janeiro de 1806 em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, Santa Catarina. Tiveram os filhos: Maria, Ana Rosa de Jesus, Francisca Rosa de Jesus  e *Francisco Elias Rachadel.

    Abaixo, o batismo da filha Maria: “Ao primeiro de novembro de 1796 anos na Capela da … batizei  e pus os Santos óleos … Maria… nascida aos 15 dias do mês de outubro… filha legítima do Alferes Elias Rachadel e sua mulher Laureana Rosa, nascidos e batizados nesta Freguesia de São José, neta pela parte  paterna do Capitão Antonio Rodrigues Rachadel e de Dona Maria Clara naturais da Ilha, pela materna de João Antônio e de Rita Rosa…”


Referência

"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:Q2QM-9JQV : 1 April 2020), Elias Joze in entry for Maria, 1 Nov 1796; citing Baptism, São José, São José, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis, Santa Catarina; FHL microfilm 1,253,551.

URL: https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:Q2QM-9JQV


TETRAVÓS

Antônio e sua primeira filha, 1962, São José dos Pinhais, Paraná. A foto foi tratada e colorizada.

 *Francisco Elias Rachadel, nasceu em 1793 em Santa Catarina, Brasil, morreu em 13/11/1873 em Santa Catarina, Brasil, foi casado com Jeronima Maria do Espírito Santo, que morreu em Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Luisa, José Elias Rachadel e  *Maria Bernardina do Espírito Santo.

    Abaixo, o batismo de Luisa: “Aos em 27 dias do mês de julho de 1847 nesta Matriz de São José, província de Santa Catarina, batizei e pus os Santos óleos a inocente Luisa, nascida a 2 de junho do corrente, filha legítima de Francisco José Rachadel e Jeronima Maria do Espírito Santo, neta paterna de Elias Rachadel e Laureana Rosa e materna de Joaquim Antonio de Quadros e Maria Antonia…”  



Referência

Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 São José São José Batismos 1845, Jun-1848, Maio

https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:9Q97-Y3S9-9K7V?i=67&cc=2177296

    Abaixo, o óbito de Francisco, aos 80 anos: “Aos 13 de novembro de 1873 no cemitério da Matriz de Santo Amaro… foi sepultado o cadáver de Francisco Elias Rachadel, com 80 anos, casado com Jeronima Antonia do Espírito Santo…”

Referência:
 "Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QG29-KKRZ : 7 February 2019), Francisco Elias Rachadel, 13 Nov 1873; citing Death, Santo Amaro, Santo Amaro da Imperatriz, Santo Amaro da Imperatriz, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis , Santa Catarina; FHL microfilm 1,253,569.


TRISAVÓS

“Vista do Desterro”, obra de Victor Meirelles, tombada como patrimônio histórico e artístico nacional (IPHAN)  

 *Maria Bernardina do Espírito Santo nasceu em Santa Catarina, Brasil, em 1830, foi casada com Bernardino José Antonio da Silva, que nasceu em Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: *João Torquato da Silva. 

    Abaixo, o batismo de Maria Bernardina: “Aos 3 dias do mês de maio do ano de 1830  nesta Matriz de São José, província de Santa Catarina, batizei e pus os Santos óleos a inocente Maria Bernardina, filha de Francisco Elias Rachadel e Jeronima Maria do Espírito Santo, neta pela parte paterna do Alferes Elias Rachadel e Laureana Rosa, pela materna Joaquim de Souza de Quadros e Maria Antonia do Espírito Santo…”



Referência
Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 São José São José Batismos 1820, Abr-1832, Maio


BISAVÓS

 Rua Augusta, atual Rua João Pinto, Florianópolis, obra de Victor Meirelles 

  
*João Torquato da Silva, que nasceu em 1857, em Santo Amaro do Cubatão, Santa Catarina, Brasil (não sabemos a data de morte porque desapareceu), foi casado com Clarinda Martinha da Silveira, que nasceu em 1861 em Nossa Senhora do Rosário, Camboriú, Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Antônio, Faustino, Manoel, Caetana e  *Maria Clarinda da Silva.

    Teresa, lembra da história de que o pai de “Dindinha Mariquinha”, João Torquato da Silva, já de idade avançada e com falhas de memória, onde, uma vez saiu de casa para andar e nunca mais ninguém o viu. Nunca souberam do seu paradeiro, se perdeu no mato, ou foi atacado por algum animal selvagem, o fato é que nem seu corpo foi encontrado e até hoje é um mistério o seu desaparecimento. Fizeram buscas na época, mas não tiveram sucesso. 

    Abaixo, o registro de casamento de Clarinda Martinha (ou Ilarina Martinha) e João: “Aos 28 de setembro de 1889 nesta Matriz na forma do Sagrado Concilio Tridentino e do Ritual Romano, em minha presença e na das testemunhas abaixo assinadas, se receberam em matrimonio por palavras de presente João Torcato da Silva e Clarinda Martinha da Silveira. Ele filho legítimo de Bernardino José Antonio da Silva, já falecido e de Maria Bernardina do Espírito Santo, nascido e batizado em Santo Amaro do Cubatão e morador desta freguesia, viúvo por falecimento de Genoveva Ignacia de Jesus, com 36 anos de idade. Ela filha legítima de Manoel Antonio da Silveira e de Martinha Custódia de Jesus, já falecida, nascida, batizada e residente nesta freguesia, solteira, de 28 anos de idade…”


Referência:

 Brasil, Santa Catarina, R...greja Católica, 1714-1977 Enseada de Brito Nossa Senhora do Rosário Matrimônios 1887, Nov-1893, Nov

https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:9Q97-Y3S9-S9KC?i=15&cc=2177296

    Abaixo o registro de batismo da filha Maria Clarinda (ou Maria Hilarina)  podemos observar: “Aos 9 de julho de 1895 batizei Maria, nascida 8 de abril último, filha legítima de João Torquato da Silva e de Clarinda Martinha da Silva, avós paternos Bernardino Pacheco da Silva e Maria Bernardina do Espírito Santo, maternos Manoel Antonio da Silveira e Martinha Custódia da Silveira…”


Referência:
 "Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QL9M-CT61 : 1 April 2020), João Torquato Da Silva in entry for Maria, 9 Jul 1895; citing Baptism, Nossa Senhora do Rosario, Camboriú, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis (Archdiocese of Florianopolis), Santa Catarina; FHL microfilm 1,253,563.



AVÓS

Maria Clarinda (Vó Mariquinha ou dindinha Mariquinha)

Davi Pereira  - As fotos foram tratadas e colorizadas

 *Maria Clarinda da Silva nasceu em 08/04/1895 em Nossa Senhora do Rosário, Camboriú, Santa Catarina e foi casada com David Pereira Rodrigues, que nasceu em  1869 em Paulo Lopes, Santa Catarina,  Brasil e morreu em 5 de junho de 1948 em Paulo Lopes, Santa Catarina, Brasil. Davi teve os filhos: Juvenal Pereira de Jesús, Laura Pereira de Jesús, Manoel Pereira de Jesús, Pedro Pereira Rodrigues e *Anna Pereira Rodrigues (os dois últimos são do segundo casamento com Maria Clarinda).

    Abaixo, o primeiro casamento de David com outra Maria, o que me fez seguir toda a linha de Maria Margarida de Jesus acreditando ser a de Maria Clarinda da Silva, então, depois tive que fazer a linhagem certa: “David Pereira Rodrigues com Dª Maria Margarida de Jesus. Aos 28 dias do mês de setembro de 1895 nesta Matriz de São Joaquim de Garopaba, uniu-se em matrimônio David Pereira Rodrigues, solteiro de idade de 28 anos, filho legítimo de Manoel Vieira Rodrigues e de Maria do Carmo Pereira Rodrigues e Maria Margarida de Jesus, solteira de idade de 15 anos filha legítima de José Severino de Mattos e de Francisca Bibiana de Jesus, tendo decorrido os 3 proclamas…” 



Referência
"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QGRT-DFC4 : 1 April 2020), David Pereira Rodrigues, 28 Sep 1895; citing Marriage, São Joaquim, Garopaba, Garopaba, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis, Santa Catarina; FHL microfilm 1,253,576.

    Abaixo, coloco o Registro de casamento de David e sua segunda esposa Maria Clarinda da Silva (que é da nossa linhagem), antes de encontrar este registro já tinha feito toda a linhagem em cima dos dados da primeira esposa (que também era Maria), então segue o registro: “David Pereira Rodrigues com Maria Clarinda da Silva - Aos dois dias do mês de fevereiro de 1914, nesta Matriz de São Joaquim de Garopaba pelas nove horas da manhã, cumpridas as  formalidades da lei não aparecendo impedimento algum em minha presença e das tes-


continua na folha seguinte: “...temunhas abaixo assinadas se recebeu em matrimônio (que já se achavam unidos pelo casamento civil) David Pereira Rodrigues, idade 45 anos, viúvo por falecimento de Maria Margarida de Mattos, com Maria Clarinda da Silva, solteira, digo idade 19 anos, filha legítima de João Torquato da Silva e de Clarinda Martinha da Silveira. O contraente nascido e batizado nesta Paróquia de São Joaquim de Garopaba e a contraente nascida e batizada na Paróquia de Enseada de Brito e ambos residentes nesta Paróquia de São Joaquim de Garopaba…”


Referência
"Brasil, Santa Catarina, Registros da Igreja Católica, 1714-1977," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:QG29-VCHC : 1 April 2020), David Pereira Rodrigues, 2 Feb 1914; citing Marriage, São Joaquim, Garopaba, Garopaba, Santa Catarina, Brasil, Arquidiocese de Florianópolis, Santa Catarina; FHL microfilm 1,253,577.

Abaixo, óbito de David: “termo de óbito nº 228 Aos 6 dias do mês de junho de 1948 neste distrito de Paulo Lopes Município e Comarca de Palhoça Estado de Santa Catarina, em meu cartório compareceu Pedro Pereira Rodrigues…”


Continua na página seguinte: “que no lugar Costa do Morro do Freitas em sua residência neste Distrito faleceu… Davide Pereira Rodrigues, casado, lavrador, de cor branca, do sexo masculino, com oitenta anos de idade, filho legítimo de Manoel Vieira Rodrigues e Maria do Carmo Pereira, deixou…Maria Clarinda Pereira … do primeiro matrimônio Maria com 52 anos, Manoel, com 51 anos e do 2º matrimônio Anna Maria Pereira com 35 anos, Pedro Pereira Rodrigues com 32 anos, que são domiciliados e residentes neste Distrito, faleceu sem assistência médica, foi morte natural e foi sepultado no Cemitério público desta sede…” 


Referência
"Brasil, Santa Catarina, Registro Civil, 1850-1999", database with images, FamilySearch (https://www.familysearch.org/ark:/61903/1:1:48LL-9WMM : 27 December 2020), Davide Pereira Rodrigues, 1948.

    Abaixo, o registro de óbito de Maria Clarinda da Silva: “Aos 24 dias do mês de novembro de 1969, no Município de Paulo Lopes, Comarca de Palhoça, Estado de Santa Catarina , em meu cartório compareceu o Sr. Pedro Pereira Rodrigues de profissão lavrador, residente em Costa do Morro, Paulo Lopes e exibindo atestado de óbito atestado pelo Dr. (por duas pessoa idôneas abaixo assinadas) dando causa de morte natural…faleceu Maria Clarinda da Silva, do sexo feminino, de cor branca, natural deste Estado, de 75 anos de idade, de profissão doméstica, estado civil viúva… filha de João Torquato da Silva e de Clarinda Martinha da Siveira…seus pais já falecidos deixam os seguintes filhos: Ana Pereira Rodrigues e Pedro Pereira Rodrigues. O sepultamento feito no Cemitério Público de Paulo Lopes.”



Referência
"Brasil, Santa Catarina, Registro Civil, 1850-1999", database with images, FamilySearch (https://www.familysearch.org/ark:/61903/1:1:W1L8-82T2 : 27 December 2020), João Torquato Da Silva in entry for Maria Clarinda Da Silva, 1969.


PAIS


Anna Pereira

 *Anna Pereira Rodrigues, nasceu em 1913 em Garopaba, Santa Catarina, Brasil, morreu em 1984 em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, casou com Severo Domingos Rodrigues (seu primo em primeiro grau), que nasceu em 10 de janeiro de 1910 e morreu em 1987, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Tiveram os filhos: Maria, Pedro, Eva, Gercy, Doraci, Teresa, Adão, Amin, Zamir, Manoel, Donatila e *Antonio.

     (Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte II,  no Capítulo I - de Johann George Raupp a Severo Domingos Rodrigues - Pais). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/11/parte-ii-capitulo-i-de-johann-george.html

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