Parte I Capítulo VIII De Cacique Piqueroby a Belmira dos Santos Rocha
NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR:
-PENTADECAVÓS Cacique Piqueroby e Tapuia Piqueroby
-TETRADECAVÓS Antônia Rodrigues e Antônio Rodrigues
-TRIDECAVÓS Antônia Rodrigues e Antônio Fernandes
-DUODECAVÓS Mécia Fernandes e Salvador Pires , o Moço
-UNIDECAVÓS Maria Pires e Bartholomeu Bueno da Ribeira
-DECAVÓS Amador Bueno de Ribeira , o Aclamado e Bernarda Luiz
-ENEAVÓS Amador Bueno e Margarida de Mendonça
-OCTAVÓS Maria Bueno de Mendonça e Baltazar da Costa da Veiga I
-HEPTAVÓS Capitão Antônio da Veiga Bueno e Isabel Fernandes da Rocha
-HEXAVÓS Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa
-PENTAVÓS Manoel Bueno Rocha e Luzia Ignácia de Jesus (nascida Luzia Fernandes dos Reis)
-TETRAVÓS Maria Rosa Bueno da Rocha e Antonio Gonçalves Cardoso
-TRISAVÓS Joaquim Antonio Cardoso e Isabel Machado Cardoso
-BISAVÓS Horacia Librania Machado Cardoso e Manoel Ignácio Gregório de Andrade
-AVÓS Joaquina Machado Ferreira e Francisco Pereira dos Santos
-PAIS Belmira dos Santos Rocha e Pedro Alves da Rocha
*Cacique Piqueroby nasceu em São Miguel de Ururaí, São Paulo, Brasil e morreu em 9 de julho de 1562 em São Paulo, Brasil, foi casado com Tapuia Piqueroby que nasceu aproximadamente em 1480 em São Vicente, São Paulo, Brasil e morreu em 1530 em São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Terebê Piqueroby, Maria Rodrigues, F. Fernandes, Jaguaranho, Índia Assu Piquerobi e *Antonia Rodrigues.
Piqueroby era cacique da tribo dos Guaianás ou tupis. Sua tribo vivia no vale de Ururaí, onde hoje está situado o distrito de São Miguel Paulista, na cidade de São Paulo.
Era irmão do Cacique Tibiriçá (ver Capítulo IX deste Livro: De Tibiriçá a Belmira dos Santos Rocha), que vivia na região de Piratininga, e do Cacique Caiuby, da região de Geribatiba, que muito colaboraram com os jesuítas.
Piqueroby, ao contrário de seus dois irmãos, destacou-se no início da colonização como ferrenho inimigo dos portugueses.
À época da colonização portuguesa no Brasil, tribos de diferentes etnias viviam em São Paulo. Tibiriçá era líder do aldeamento de Inhapuambuçu, na região central de Piratininga que após a chegada dos jesuítas foi chamada de São Paulo de Piratininga, já Caiubi era cacique da aldeia de Jerubatuba.
No início da colonização, em São Vicente, os portugueses João Ramalho e Antônio Rodrigues, casaram-se com índias nativas, João Ramalho com Bartira, a filha de Tibiriçá e Antônio Rodrigues com uma das filhas do cacique Piquerobi que embora tivesse um genro português, discordava de Tibiriçá que se tornara cristão e permitia a fixação de bandeirantes e jesuítas na região que passaram a escravizar os índios e a interferirem nos rituais religiosos. Encontramos ambas as linhagens na ascendência de Teresa (João Ramalho com Bartira, a filha de Tibiriçá e Antônio Rodrigues com uma das filhas do cacique Piquerobi, Antonia Rodrigues).
Piquerobi era um líder indígena, conhecido como "Cacique Piqueroby, morubixaba (chefe guerreiro) da tribo Guaianá dos Hururahy", suas terras iam da antiga Vila Nossa Senhora da Penha de França até a região que foi nomeada pelos jesuítas de São Miguel dos Ururaí (São Miguel Paulista), na zona leste de São Paulo, atravessando o antigo Cangaíva (Cangaíba) e Jaguaporeruba (Ermelino Matarazzo).
Em 1534, Piquerobi se uniu aos espanhóis, junto com alguns portugueses, para atacar a Vila de São Vicente, saqueando e destruindo, na tentativa de expulsar os colonizadores, no conflito que durou dois anos e ficou conhecido como Guerra de Iguape. Anos mais tarde, o cacique se uniu aos Carijós e aos Guaru para atacar o aldeamento de Tibiriçá, mas seu irmão ficou sabendo do ataque dias antes e conseguiu se preparar para a ofensiva, na primeira guerra entre índios e portugueses no planalto paulista, a Guerra de Piratininga.
Observação: Diferente do que alguns autores apresentam sobre a família de Piquerobi, eles não eram do tronco Tupi e sim do tronco Macro-jê e eram chamados de tupiniquim por serem "vizinhos dos tupi", tupiniquim não é considerada uma etnia, de acordo com os estudos de Mestre Robson Miguel, Tradutor Linguístico Tupi-Guarani do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
Referência:
URL: https://pt.wikipedia.org/wiki/Piquerobi_(cacique)
Piqueroby faleceu em 1562. Acredita-se que esteja sepultado junto à antiga capela de São Miguel (em São Miguel Paulista). Há um projeto de pesquisa arqueológica para procurar sua sepultura nos arredores da capela.
TETRADECAVÓS
TRIDECAVÓS
*Antônia Rodrigues, nasceu aproximadamente em 1525 em São Paulo, São Paulo, Brasil e morreu depois de 1592 em São Paulo, São Paulo, Brasil, foi casada com Antônio Fernandes, que nasceu aproximadamente em 1525 em Portugal e morreu em 1 de janeiro de 1599 em São Vicente, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Antonio Fernandes, Joana Fernandes e *Mécia Fernandes.
Abaixo, podemos verificar em Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), a filiação, casamento e filhos.
*Mécia Fernandes, nasceu em aproximadamente 1542 em São Paulo, São Paulo, Brasil e morreu aproximadamente em 1625 em São Paulo, Brasil, foi casada com Salvador Pires , o Moço, que nasceu aproximadamente 1542 em São Paulo, Brasil e morreu em 1 de janeiro de 1592 em São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Catarina de Medeiros, Custodia Fernandes, Isabel Fernandes, Antônio Pires, Capitão Salvador Pires de Medeiros, Anna Pires de Medeiros, João Pires Rodrigues e *Maria Pires.
Abaixo, verificamos duas citações do Genealogia Paulistana, a primeira cita Mécia e seu casamento com o Capitão Salvador Pires. Na segunda, verificamos a linhagem de Dos Bueno da Ribeira até chegar em Mécia e em Piquerobi.
Referência:
São Paulo, sexta-feira, 28 de novembro de 2003
URL: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj2811200314.htm
*Maria Pires nasceu em 1564 em São Paulo, Brasil, morreu em 1630 em São Paulo, Brasil, foi casada com Bartholomeu Bueno da Ribeira, que nasceu em aproximadamente 1555 na Sevilla, Andaluzia, Espanha e morreu após 1635 em São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Francisco Bueno, Isabel de Ribeira, Jerônimo Bueno da Ribeira, Maria de Ribeira, Bartolomeu Bueno da Ribeira - O Moço, Mécia de Ribeira e *Amador Bueno de Ribeira , o Aclamado*
Podemos ver ainda em Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), a filiação (cita a origem indígena por parte de Piquerobi), seu casamento e filhos:
Amador Bueno de Ribeira, O Aclamado foi um proprietário de terras e administrador colonial (capitão-mor e ouvidor) da Capitania de São Vicente. Tornou-se personagem importante do Brasil Colonial ao ser aclamado rei de São Paulo em 1641 pela população pró-castelhana como reação ao fim da união dinástica entre Portugal e Espanha. Amador Bueno prontamente recusou a aclamação dando vivas ao rei D. João IV de Portugal.
Referência:
URL: https://pt.wikipedia.org/wiki/Amador_Bueno
Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana: “Amador Bueno de Ribeira, o Aclamado, que foi capitão-mor e ouvidor da capitania de S. Vicente, cargo que ocupou em 1627, foi aclamado rei em S. Paulo em 1641 pelo poderoso partido formado de influentes e ricos castelhanos, como foram os três (pág. 419) irmãos Rendons da cidade de Coria; Dom Francisco de Lemos, da cidade de Orens; Dom Gabriel Ponce de Leon, natural de Guayra; Dom Bartholomeu de Torales, de Vila Rica de Paraguai; Dom André de Zunega e seu irmão dom Bartholomeu de Contreras y Torales; Dom João de Espinola Gusmão, da província do Paraguai, e outros que subscreveram o termo de aclamação em 1641. Não só recusou essa honra, que queriam conferir-lhe, mas ainda, com a espada desembainhada, deu vivas, como leal vassalo, a Dom João IV rei de Portugal, em quem restaurou-se a monarquia portuguesa, depois de 60 anos de sujeição ao domínio dos reis de Castela. Por este ato e por outros serviços que prestou à pátria, legou um nome imorredouro aos seus descendentes e recebeu carta de el-rei agradecendo esse ato de lealdade. Foi casado com Bernarda Luiz, filha de Domingos Luiz (o Carvoeiro), cavaleiro professo da ordem de Cristo e de Anna Camacho”.
Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol I pág 281 do compilado.
Abaixo, podemos ver na Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, que Amador Bueno da Ribeira descendia de Piquerobi, assim como sua esposa Bernarda Luiz descendia do irmão de Piquerobi, de Tibiriçá.
“...O núcleo do poder mameluco de São Paulo no século XVII era representado em boa parte por este núcleo familiar. O Capitão-Mor Amador Bueno da Ribeira era filho de Maria Pires, da importante família Pires ( Maria Pires era irmã de Beatriz Pires, por parte de pai, e logo tia do bandeirante Manoel Pires, já visto atrás na genealogia curitibana). Maria era filha de Salvador Pires com Messiauçu, filha de Antonio Rodrigues com Antonia Rodrigues e neta materna da índia Antonia Rodrigues, filha do chefe tupiniquim Piquerobi. Por essas linhas se revela certa continuidade entre os maiorais tupi e a fundação de São Paulo. Poder que é transmitido aos seus antepassados como Amador Bueno da Ribeira. Também a mulher do Capitão-Mor, Bernarda Luiz seria bisneta de Joana Ramalho (casada com o Capitão-Mor Jorge Ferreira), filha de João Ramalho com Izabel Dias, a filha do grande chefe índio Tibiriçá, tão importante para a colonização de São Paulo que os jesuítas e o poder municipal o enterraram com honras na Igreja da Sé”.
Referência:
Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, Título: Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba — Brasil/ junho 2001 Vol. 10 página 17.
Poderá encontrar uma cópia no link abaixo.
Link: https://www.familysearch.org/tree/person/memories/99TB-BMZ
Abaixo, segue a notícia da descendência de Amador da Ribeira, extraída dos Títulos Genealógicos das famílias da Capitania de São Paulo, em poder de João Pereira Ramos de Azevedo Coutinho.
Podemos ver abaixo em Genealogia Paulistana a filiação, casamento e filhos.
Referência:
Genealogia Paulistana, Vol I pág 282 do compilado.
Abaixo, em Genealogia Paulistana, a filiação e casamento, também, cita Baltazar da Costa da Veiga como nobre cidadão de São Paulo, que serviu todos os cargos da república, foi potentado em arcos e abundante de suas lavouras de trigo, outros mantimentos e criação de gados vacuns.
HEPTAVÓS
HEXAVÓS
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo II - De Vicente Annes Bicudo a Pedro Alves da Rocha - Hexavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-ii-de-vicente-annes.html
PENTAVÓS
*Manoel Bueno Rocha, que nasceu em aproximadamente 1747 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente em 1809, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 18/02/1787 com Luzia Ignácia de Jesus (nascida Luzia Fernandes dos Reis) nasceu em 1766 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 20/03/1793, em São José dos Pinhais, Brasil, Tiveram os filhos: Maria Rosa Bueno Da Rocha, Anna Buena Rocha, João Bueno da Rocha, Felicia Bueno Pilar, Salvador Bueno da Rocha e *Luzia Bueno da Rocha.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pentavós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
(…) Que Antonio Martins Leme é irmão de Maria Leme e que desta nasceu Dionísia Leme, e desta nasceu Maria Leme e que desta procedeo Manoel Bueno (da Rocha);
(…) Que de Antonio Martins Leme nasceu João Martins Leme deste nasceu Feliciana (Fernandes dos) Reis, e desta nasceu Luzia Fernandes dos Reis, oradora.
Sendo Antonio Martins Leme, filho de Matheus Martins Leme e esposo de Margarida Fernandes dos Reis, que era filha de Baltasar Carrasco dos Reis (como consta na linhagem Marteen Leme).
Também, já observamos essa linhagem na genealogia do pai de Teresa, Pedro Alves da Rocha, pois Joaquina Machado Ferreira (avó materna de Teresa, mãe de Belmira) era prima em terceiro grau de Anna Maria da Rocha (avó paterna de Teresa, mãe de Pedro Alves da Rocha) que também, ambas eram primas em terceiro grau de Cândido Alves da Rocha (avô paterno de Teresa, pai de Pedro e esposo de Anna Maria da Rocha). Sendo Joaquina Machado Ferreira descendente de Maria Rosa Bueno da Rocha, sendo Anna Maria da Rocha e Cândido Alves da Rocha descendentes de Luzia Bueno da Rocha. Sendo Maria Rosa Bueno da Rocha e Luzia Bueno da Rocha, irmãs.
*Maria Rosa Bueno da Rocha, nasceu em 1785 em São José dos Pinhais, Paraná, Brasil, foi casada com Antonio Gonçalves Cardoso que nasceu em São José dos Pinhais, Paraná, Brasil e morreu em 15 de abril de 1849. Tiveram os filhos: Francisca Cardozo, Maria Cardoso, Jozepha Cardozo, Anna Cardozo, José Cardoso e *Joaquim Antonio Cardoso.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo III - De Rabino Abraham Seneor a Belmira dos Santos Rocha - Tetravós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iii-do-rabino-abraham.html
Desse ponto para cima, tanto na linhagem paterna de Teresa (por Cândido e Anna Maria) quanto na materna (por Joaquina) são iguais e todos chegam em Piquerobi. O curioso é que desde pequena, sempre ouço minha mãe contar que era descendente de índios por parte de sua mãe. Até mesmo os traços indígenas, encontramos mais forte na parte materna de Teresa.
*Joaquim Antonio Cardoso nasceu em São José dos Pinhais, Paraná, Brasil, foi casado com Isabel Machado Cardoso, que nasceu em 1824, em São José dos Pinhais, Paraná, Brasil e morreu em 2 de setembro de 1890, em São José dos Pinhais, Paraná, Brasil. Tiveram os filhos: Maria Cardoso, Thereza Cardoso, Joaquina Cardoso, Ernestina Cardoso, Joaquim Amâncio Cardoso, Joaquim Cardoso, Candida Cardozo, Anna Cardoso, Francisca Belarmina Cardoso, Izabel Cardozo, Florencio Machado Cardoso e *Horacia Librania Machado Cardozo.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo III - De Rabino Abraham Seneor a Belmira dos Santos Rocha - Trisavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iii-do-rabino-abraham.html
*Horacia Librania Machado Cardoso nasceu em 11 de junho de 1868 em São José Dos Pinhais, Paraná, Brasil e morreu em 19 de julho de 1910 em São José dos Pinhais, Paraná, Brasil, foi casada com Manoel Ignácio Gregório de Andrade, que nasceu em 1849. Tiveram os filhos: João Baptista Cardoso, Izabel Andrade, Marcolino Andrade, Carlota de Andrade e *Joaquina Machado Ferreira.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo III - De Rabino Abraham Seneor a Belmira dos Santos Rocha - Bisavós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iii-do-rabino-abraham.html
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo III - De Rabino Abraham Seneor a Belmira dos Santos Rocha - Avós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iii-do-rabino-abraham.html
*Belmira dos Santos Rocha, que nasceu em 10/12/1922, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em 16/07/1957, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 16/12/1949 com Pedro Alves da Rocha nasceu em 21/01/1918, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente 1997, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os seguintes filhos: Luiz (falecido aos 11 anos de idade), Eurides, Leonides, Inês, Pedro, Divair, Maria de Lourdes, Geni, Hamilton, Dirceu, Diomar, Margarida, José (este faleceu no mesmo dia que a mãe) devido complicações no parto e *Teresa.
Pedro casou-se pela segunda vez com Cacilda, que teve os seguintes filhos: Wilson, João, Carmen, Silvio, Ari e Silvano.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pais). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html










































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