PARTE I Capítulo II De Vicente Annes Bicudo a Pedro Alves da Rocha

NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR:

-DUODECAVÓS     Vicente Anes Bicudo e Mécia Nunes

-UNIDECAVÓS     Antonio Bicudo Carneiro  e Isabel Rodrigues

-DECAVÓS    Antonio Bicudo e Maria de Brito   

-ENEAVÓS    Isabel Bicudo de Brito e Sebastião Fernandes Camacho

-OCTAVÓS    Antônio Bicudo Camacho e Maria França da Rocha

-HEPTAVÓS    Isabel Fernandes da Rocha e Capitão Antônio da Veiga Bueno  

-HEXAVÓS    Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa

-PENTAVÓS    Luzia Ignácia de Jesus (nascida Luzia Fernandes dos Reis) e Manoel Bueno Rocha

-TETRAVÓS    Luzia Bueno da Rocha e Miguel Arcangelo Rocha Loures

-TRISAVÓS    Anna Maria da Rocha e Pedro Antonio da Rocha

-BISAVÓS    Anna Joaquina da Rocha e Pedro Simões da Rocha

-AVÓS    Anna Maria da Rocha e Cândido Alves da Rocha

-PAIS    Pedro Alves da Rocha e Belmira dos Santos Rocha


 

https://judeussefarditas.com/familia-bicudo/

"Os Bicudos eram judeus que foram convertidos, de forma forçada, ao catolicismo em 1497. A família era muito rica e com várias posses incluindo várias propriedades na Ilha São Miguel, Açores, Portugal. Para não perder a fortuna, a família permaneceu católica" 



DUODECAVÓS

 Teresa e sua primeira filha na praia de Ribeirão, Santa Catarina, em 1962. Antônio é o fotógrafo. A foto foi tratada e colorizada.




*Vicente Anes Bicudo nasceu em aproximadamente 1515, na Ilha de São Miguel, Portugal, morreu em 27/08/1582 na Ribeira Grande, Açores, Portugal, casou-se com Mécia Nunes, que nasceu aproximadamente em  1520 em São Miguel, Açores, Portugal e morreu em 28/06/1568, na Ribeira Grande, Açores, Portugal. Tiveram os filhos: Guiomar Nunes, Jerônima Nunes, Manuel Nunes Bicudo, Matias Bicudo, Beatriz da Conceição, Isabel Bicudo, Nuno Bicudo de Mendonça, Francisco Bicudo, Vicente Bicudo e *Antônio Bicudo Carneiro.

No livro “A Saudade da Terra” do historiador e vigário Gaspar Fructuoso, nascido em 1522 em São Miguel, viveu o dia a dia das famílias locais. Não há dúvida de que este autor, além de ter acesso natural aos livros de sacramentos de seu vicariato, era um grande conhecedor dos fiéis que frequentavam a Matriz de Nossa Senhora da Estrela da Vila da Ribeira Grande. No volume IV de sua genealogia, nas páginas 167 e 168, retrata que *Matias Bicudo era filho de *Vicente Anes Bicudo e sua esposa Mécia Nunes.

“(…) Mécia Roiz Furtada se casou com Nuno Gonçalves, da Graciosa, de que teve um filho por nome Mateus Nunes, casado com Isabel de Ornellas, que serviu muito tempo de ouvidor na dita ilha, muito virtuoso, de quem tem um filho chamado Xisto de Ornellas. E uma filha por nome Antónia de Ornellas, que se casou com Feliciano de Quadros, de quem tem filhos. Teve mais Mécia Roiz, de seu marido Nuno Gonçalves, uma filha por nome Mécia Nunes, que casou com *Vicente Anes Bicudo, escrivão na Vila da Ribeira Grande, de quem teve um filho *Matias Bicudo, e Francisco Bicudo, defunto, e Nuno Bicudo, da casa de Dom Diogo de Sousa, que o deu a el-Rey por seu moço fidalgo: e filhas, Isabel Bicudo, casada com Pedro Alvares Cabral, nobre fidalgo, de quem tem muitos filhos de pouca idade: e Jeronyma Nunes, que foi casada com Pedro Afonso Caldeira, de que tem um filho, Jorge Nunes; e uma filha, Isabel Caldeira, que casou com Francisco Taveira, cavalleiro fidalgo da casa de d’el-Rey. Teve mais Vicente Annes outro filho, chamado Manuel Bicudo, que faleceu solteiro, e outra filha chamada Guiomar Nunes, que faleceu de pouca idade. Teve mais Mécia Nunes, de seu marido Vicente Annes, uma filha, Beatriz da Conceição, que faleceu moça (…)”.


Rodrigo Rodrigues, em “Genealogias de São Miguel e Santa Maria” também cita *Matias Bicudo sendo filho do casal *Vicente Anes Bicudo e sua esposa Mécia Nunes.
“(…) 3 — Mécia Nunes, que foi madrinha de um casamento na Matriz da Ribeira Grande a 13/10/1566 e se casou com *Vicente Anes Bicudo, escrivão na Vila da Ribeira Grande e capitão de uma companhia e morreu na freguesia Matriz da mesma Vila a 27/08/1582, estando alienado havia bastante tempo (Nota N.º 4). Tiveram:
4 — *Matias Bicudo, sem mais notícia.
4 — NUNO BICUDO (…)
4 — Vicente Bicudo, que foi para o Brasil para a capitania de S. Paulo com seu irmão António, por alturas de 1585 (Nota n.º 5). Casou-se em S. Paulo com Ana Luís Grou. (…)”
“(…) 4 — *Antonio Bicudo Carneiro, que foi para Brasil para a capitania de S. Paulo por 1585 (Vid. Nota N.º 5). Casou-se com Isabel Rodrigues, de São Paulo (…)”.



Rodrigo Rodrigues, em “Genealogias de São Miguel e Santa Maria” cita um segundo Matias Bicudo sendo filho do casal Nuno Bicudo e Margarita Mendes Pereira que se casaram na Igreja de Nossa Senhora da Estrela da Ribeira Grande em 24 de janeiro de 1593. O nome talvez tenha sido uma homenagem ao irmão do Nuno Bicudo, o *Matias Bicudo ambos os filhos de *Vicente Anes Bicudo com Mécia Nunes.

“(…) 4 — Nuno Bicudo, moço fidalgo da Casa de El-Rei e escrivão na Ribeira Grande, cargo a que sucedeu a seu pai. Morreu a 16/06/1612 e se casou na Matriz de Ponta Delgada a 24/01/1593 com Margarida Mendes Pereira (Cap. 5º § 1º N.º 3).

Tiveram:

(…) 5 — Matias Bicudo, a quem se refere uma escritura de venda feita na Ribeira Grande a 25.11.1625 em que nas casas de morada de Matias Bicudo, da governança desta Vila. Ele e sua mulher Vitória Ferreira vendem um foro que lhes dotara seu sogro e pai, Francisco Ferreira. Casou-se na Matriz da Ribeira Grande a 17/12/1622 com Vitória Ferreira, filha de Francisco Ferreira e Ana Paineira (…)”.

Na mesma referência de Rodrigues (2008), na página 1326, é possível constatar que Vicente Anes Bicudo, neto de seu homônimo e filho de Nuno Bicudo renunciou, no momento da viuvez de sua mãe, a um cargo hereditário como escrivão da Casa Real na Ribeira Grande, provavelmente foi obrigado a renunciar devido serem judeus, cristãos novos:

4 - NUNO BICUDO, que foi moço fidalgo da Casa Real e escrivão na Ribeira Grande, cargo em que sucedeu a seu pai. Morreu a 16.6.1612 e casou na Matriz de Ponta Delgada a 24.1.1593 com Margarida Mendes Pereira (…). Tiveram:

(…) 5 - Vicente Anes Bicudo, que em 1612 renunciou em sua mãe, já viúva, o cargo de escrivão da Ribeira Grande que herdou de seu pai. Foi para o Brasil (?).


De acordo com o artigo do historiador português José Alberto Rodrigues da Silva Tavim, fica evidente que os judeus *Matias Bicudo e seu tio *Isaac Bicudo estavam a serviço do embaixador de Roma, citando que *Matias Bicudo e *Isaac Bicudo serviram de informantes atuando no Egito e Síria.
“(…) Outra das suas missões esteve relacionada com os judeus Bicudo, recrutados como informadores por Lourenço Pires de Távora enquanto embaixador em Roma, a partir de 1559. Isaac actuava em Alepo, e o sobrinho Matias no Cairo. (…)”.


No Dicionário do Judaísmo Português, tópico “Crato, Dom António, Prior do”, na página 308, a judaicidade de Matias Bicudo é novamente confirmada:

“(…) Apenas a título de exemplo, lembremo-nos que D. António teve amplos contactos (e depois diferendos) com o abastado e influente cristão-novo Álvaro Mendes, que mais tarde em Istambul seria conhecido como Salomão ibn Yaish. Também o judeu Matias Becudo ou Bicudo, que já servira os interesses portugueses como informador de Lourenço Pires de Távora(…)”.



Manuel Vílmaro Costa Pereira na sua dissertação de mestrado transcreve os manuscritos do “Itinerário à Casa Santa do padre frey António Soares da Albergaria” onde consta a afirmação que ISAAC BEIÇUDO era judeu, na página 100:

Posteriormente, na página 104, é repetido o nome de *Isaac Bicudo como sendo judeu:


O óbito de Vicente Anes Bicudo foi registrado na Ribeira Grande, Açores, Portugal aos 27/08/1582 e pode ser localizado no website do Governo dos Açores pelo link abaixo:
Transcrição do Registro:

“(…) Faleceu Vicente Annes Bicudo… aos vinte e sete de agosto de 1588; não fez testamento por a ver muyto tempo estar fora de seu juízo (…)”.



Abaixo, do ano de 1589, carta de Matias Bicudo para D. Antônio, Prior do Crato. Este é um documento com informação diplomática relativa ao Norte da África e pertence ao fundo D. Antonio,  Prior do Crato e seus descendentes.  
São o total de 12 documentos (cartas), onde dispomos abaixo o primeiro e penúltimo de acordo com a disposição no arquivo e podemos ver a assinatura de Matias Bicudo no documento.
http://digitarq.arquivos.pt/details?id=3897439 que pode ser consultado no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (arquivos do governo Portugês).



Referência:

FRUCTUOSO, Gaspar: Saudades da Terra — História Genealogica de São Miguel, 1876, Tip. do Amigo do Povo, Ponta Delgada, pp.167 — 168.

RODRIGUES, Rodrigo: Genealogias de São Miguel e Santa Maria, Lisboa, DisLivro Histórica, 2008.

RODRIGUES, Rodrigo: Genealogias de São Miguel e Santa Maria, Lisboa, DisLivro Histórica, 2008.

TAVIM, José Alberto Rodrigues Da Silva: Anais de História de Além-Mar, Vol. V, 2004, p. 276 — O “Aviso” Anónimo Sobre João Micas na Colecção de S. Vicente.


 MUCZNIK, Lucia Liba (outros): Dicionário Do Judaísmo Português, Editorial Presença, 2009, p.308 — Tópico “Crato, Dom Antonio, Prior Do”.

 PEREIRA, Manuel Vílmaro Costa: Itinerário a Casa Santa do padre frey António Soares da Albergaria — Dissertação de Mestrado em Filosofia Medieval, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2005.

Acesso em 19/02/2022 às 18:47.


 Registro de Óbito de VICENTE ANES BICUDO, Ribeira Grande, Estrela, SMG-RG-ESTRELA-O-1580-1602, BPAR, Ponta Delgada. https://www.familysearch.org/photos/artifacts/123637884?cid=mem_copy acesso em 19/02/2022 às 19:09.




UNIDECAVÓS
 *Antonio Bicudo Carneiro nasceu em aproximadamente 1540, em Ponta Delgada, Açores, Portugal, morreu em aproximadamente 1590, provavelmente em  São Paulo, casou-se com Isabel Rodrigues, que nasceu em aproximadamente 1550, em Santana de Parnaíba, Brasil e morreu em aproximadamente 1615, em Carapicuíba, Brasil. Tiveram os filhos: Mécia Nunes Bicudo, Jerônima de Mendonça, Martha de Mendonça, Maria Bicudo, Guiomar Bicudo, Domingos Nunes Bicudo e *Antonio Bicudo.

Antônio foi o mais novo dentre os filhos de *Vicente Anes Bicudo e Mécia Nunes. Foi irmão de *Matias Bicudo e sobrinho de *Isaac Bicudo.

Veio para o Brasil no início da colonização da Capitania de São Paulo com outro irmão, Vicente Bicudo. Casou-se em São Paulo com Isabel Rodrigues, filha de Garcia Rodrigues Velho e Izabel Velho.
No livro “Genealogia Paulistana”, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol. VI — Tít. Bicudo” páginas 296 e 297” cita a filiação de *Antonio Bicudo Carneiro.






Antonio Bicudo Carneiro, é citado como uma das pessoas históricas de São Paulo, Brasil, e é referenciado como um dos primeiros titulares dos Bicudos, além de, ser cristão-novo, ter participado de pelejas contra Missões Jesuítas, como veremos em um capítulo a seguir:
No site de teses da USP (Universidade de São Paulo), Brasil, encontra-se a dissertação de mestrado do Prof. Marcelo Meira Amaral Bogaciovas, “Tribulações do Povo de Israel na São Paulo Colonial”, publicada sob orientação da Profa. Dra. Anita Novinsky em 2006.

Nesta, o então mestrando fala sobre a entrada em 1628 nas Missões do Guairá e menciona os bandeirantes paulistas sendo chamados de judeus portugueses:
(Pág. 79): “Os paulistas eram chamados pelos jesuítas espanhóis de “judeus”, “hereges” e de homens “sem Rei, sem Lei e sem Deus”, e era público que desacatavam os dogmas da Igreja. O Padre Antônio Rodrigues, superior das Missões de Guairá, quando os bandeirantes paulistas as destruíram, no ano de 1632, perguntou-lhes com que autoridade o faziam, os bandeirantes responderam com a autoridade que ‘Moisés lhes dava na escritura’. Comiam carne na quaresma e ensinavam seus índios a ‘guardarem o sábado’”. 

(Pág. 80): “(…) O Provincial da Companhia de Jesus, Francisco Vasques Trujillo, em carta escrita a 12 de junho de 1632 ao Rei Felipe IV de Espanha e Portugal, acusou os paulistas de serem “judeus encobertos” (marranos) que, durante a guerra das missões, destruíram as igrejas, quebrando pias batismais”.

(Pag. 82): “(…) Uma das maiores bandeiras que penetrou o sertão brasileiro, composta de quase 900 portugueses (entre brancos e mamelucos) e com muita munição, acompanhados de 2.200 índios, saiu de São Paulo, no mês de abril de 1628. Entre as famílias bandeirantes de comprovada origem judaica, troncos dos paulistas, encontram-se: Camacho, (…) Bueno, (…) Bicudo (…)”.

Abaixo, menciona-se Sebastião Fernandes Camacho, pai de Sebastião Fernandes Camacho o “moço” que era casado com *Isabel Bicudo de Brito, ela que era filha de *Antonio Bicudo:
(Pág 84): “(…) Através das crônicas e das denúncias, sabe-se o nome de muitos dos participantes (…) que no mês de abril de 1628 (saíram) da vila de São Paulo, (…) a saber: Sebastião Fernandes Camacho (…)”.

E também, ainda na página 84, cita Amador Bueno, que foi bisavô do Capitão Antonio da Veiga Bueno, este o heptavô de Teresa:
(…) Francisco de Paiva, Maurício de Castilho, Diogo Barbosa e Cristóvão Mendes, o ouvidor da vila de São Paulo, Amador Bueno (seus filhos Amaro e Francisco Bueno, genro e irmãos), da vila de Santana de Parnaíba (…)”.

(Pág 85): “(…) além de Antônio Raposo Tavares, o comandante maior da bandeira, tem-se a lista que segue: (…) Antônio Bicudo, o velho, Antônio Bicudo (outro), Antônio Bicudo de Mendonça (capitão) (…)”. 

“ANTONIO BICUDO CARNEIRO era natural da Ilha de São Miguel nos Açores. Participou da governança de São Paulo, tendo sido juiz em 1574 e 1584, vereador e ouvidor em torno de 1585. Esteve em várias entradas ao sertão, inclusive na de Afonso Sardinha de 1593, na de Nicolau Barreto ao Guairá em 1602 (primeira naquela região) e na de 1628 também ao Guairá com Antonio Raposo Tavares. ANTONIO BICUDO CARNEIRO teria mandado levantar o pelourinho em São Paulo em 1585. Está apontado como o capítulo 1 do título dos Bicudos, importante família de bandeirantes e sertanistas de São Paulo na genealogia Paulistana.

Já a esposa de ANTONIO BICUDO CARNEIRO consta como filha de Garcia Rodrigues e Izabel Velho, pais, também de sua irmã Messia Rodrigues casada com Domingos Gonçalves da Maia, pais por sua vez do primeiro Garcia Rodrigues Velho (analisado atrás). Todos no título dos Garcias Velhos da Genealogia Paulistana de Silva Leme”.




Abaixo, caso tenha interesse, poderá ver o vídeo do Canal Três Vias que fala sobre O Antônio Bicudo Carneiro. Esclarece fatos sobre a história na época em que viveu nosso antepassado:

Referência:
Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, Título: Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba — Brasil/ junho 2001 Vol. 10 página 17.


LEME, Luiz Gonzaga da Silva, Genealogia Paulistana, 1904, S. Paulo, Duprat & Comp. — Rua Direita, 14. 1904 — Vol.: VI, p. 296, 297. http://www.arvore.net.br/Paulistana/Bicudos_1.htm acesso em 19/02/2022 às 19:23.

Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, Título: Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba — Brasil/ junho 2001 Vol. 10 p. 17. 

https://www.teses.usp.br/ BOGACIOVAS, Marcelo Meira Amaral. Tribulações do povo de Israel na São Paulo colonial [doi:10.11606/D.8.2006.tde-11072007-103932]. São Paulo : Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2006. Dissertação de Mestrado em História Social, pp. 79, 80, 82, 84. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-11072007-103932/publico/TESE_MARCELO_MEIRA_AMARAL_BOGACIOVAS.pdf acesso em 03/03/2022 16:17

Carta de Francisco Vasques à Sua Majestade sobre questões relativas às reduções que tinha a Companhia de Jesus na Província do Paraguai e dos excessos que cometiam os portugueses de São Paulo. In Anais do Museu Paulista. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1949. Volume XIII, pp. 310-314.

Relação dos agravos que fizeram os portugueses de São Paulo saqueando as aldeias que os religiosos da Companhia de Jesus tinham na Missão do Guairá e Campo do Iguaçu, feita em 10 de outubro de 1629. Arquivo General das Índias (Espanha). In Anais do Museu Paulista. São Paulo: Diário Oficial. Volume I (2ª parte - ano de 1922), pp. 247-270; volume II (ano 1925), pp. 245, 246, 311, 312.

Anais do Museu Paulista, volume I (2ª parte), pp. 247-270; volume II, pp. 245, 246, 311, 312.




DECAVÓS

Papanduva da Serra, São José dos Pinhais - PR ( Foto: Renato Machnievscz )

*Antonio Bicudo nasceu em aproximadamente 1585, em São Paulo, Brasil, morreu em 04/12/1650, em Santana de Parnaíba, Brasil, casou-se com Maria de Brito que nasceu em aproximadamente 1590, em São Paulo, Brasil e morreu em aproximadamente 1650, em Santana de Parnaíba, Brasil. Tiveram os filhos: Francisco Bicudo de Brito, Margarida Bicudo de Brito, Capitão João Bicudo de Brito, Maria Bicudo de Brito, Antonio Bicudo de Brito, Bernardo Bicudo, Domingos Bicudo de Brito, Fernando Bicudo de Brito, Jerônima Bicudo de Mendo, Marianna Bicudo de Brito e *Isabel Bicudo de Brito.

Abaixo, trechos do testamento de *Antonio Bicudo. Neste primeiro recorte, declara a data e seu nome:


Declaração de seu casamento “em face de igreja” há cerca de quarenta anos com Maria de Brito:


Continuação do testamento, onde declara ser filho de Antonio Bicudo, natural da Ilha de São Miguel e de Izabel Rodrigues natural do Brasil, e também afirmar, nomeando a filha Izabel, que a deve valores e objetos:





Referência:
Verificamos acima, Antonio Bicudo citado como sub-chefe de Antônio Raposo Tavarez em Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão, no VOL. I págs. 32, 34.

 Publicação Oficial do Arquivo do Estado de São Paulo (SAESP), Inventários e Testamentos — Papéis que pertenceram ao 1º Cartório dos Órfãos da Capital. Vol. XV São Paulo, Tipografia Piratininga, 1921 páginas 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30 e 31.

Acesso em 19/02/2022 às 19:58.





ENEAVÓS

*Isabel Bicudo de Brito nasceu em aproximadamente 1612, em São Paulo, Brasil, morreu em 22/11/1667, em Guaratinguetá, Brasil, casou-se com Sebastião Fernandes Camacho, que nasceu em aproximadamente 1610, em São Paulo, Brasil e morreu antes de 1648, no Brasil. Tiveram os filhos: Sebastião Fernandes Cama, Maria Bicudo de Brito, Manoel Fernandes Camacho e *Antonio Bicudo Camacho.

Em pesquisa realizada pela Revista Gerações Brasil e publicada no volume 10, página 18 do boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, com o título “Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba”, em junho de 2001, Isabel casou-se com o segundo (filho de) Sebastião Fernandes Camacho e é mencionada como filha de *Antonio Bicudo e Maria de Brito:


 
Referência:
Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, Título: Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba — Brasil. Junho 2001 Vol. 10 página 18.

 Bibliografia da citação: SILVA LEME, Luiz Gonzaga da (1903-1905). Genealogia Paulistana, Duprat, Volume 6, pp. 297, 338.





OCTAVÓS

*Antônio Bicudo Camacho, nasceu em aproximadamente 1635, em Santana de Parnaíba, Brasil, morreu em aproximadamente 1705, em Santa Catarina, Brasil, casou-se com Maria França da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1656, no Brasil e morreu em aproximadamente 1678, em Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Anna Fernandes da Rocha e *Isabel Fernandes da Rocha.

O boletim da Sociedade Judaica do Brasil, publicado na Revista Gerações Brasil, conta um pouco sobre a vida de *Antonio Bicudo Camacho após mencionar a filiação e o casamento dela:

Em seguida, é demonstrado o nome de seus pais, Sebastião Fernandes Camacho e *Isabel Bicudo de Brito:


Referência:

Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, Título: Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba — Brasil/ junho 2001 Vol. 10 página 17. Cópia digital no endereço:

https://www.familysearch.org/photos/artifacts/120175413?cid=mem_copy acesso em 03/03/2022 17:22.



HEPTAVÓS
Curitiba, Paraná.

*Isabel Fernandes da Rocha nasceu em aproximadamente 1655, em São Paulo, Brasil, morreu em aproximadamente 1717, em Curitiba, Brasil, casou-se com o Capitão Antônio da Veiga Bueno, que nasceu em aproximadamente 1655, em São Paulo, Brasil e morreu em 23/10/1740, em Curitiba, Brasil. Tiveram os filhos: Maria Bueno da Rocha e *Amador Bueno da Rocha.

Como visto acima, o boletim da Sociedade Judaica do Brasil, publicado na Revista Gerações Brasil, nomeia, identifica o esposo e os pais de *Isabel Fernandes da Rocha, bem como demonstra o ano de sua morte:


Ao conferir a referência dada no boletim (“Genealogia Paranaense”, de Francisco Negrão), constata-se o texto equivalente com a adição de seus quatro avós:


Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, Título: Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba — Brasil/ junho 2001 Vol. 10 página 17:  
“Isabel Fernandes da Rocha (casada com o capitão Antônio Bueno da Veiga) foi inventariada em Curitiba em 1717. Ela era filha do Capitão Antonio Bicudo Camacho com Maria da Rocha. O Capitão Camacho seguia o típico padrão dos bandeirantes pioneiros de Curitiba. Natural de São Paulo, dedicava-se à mineração. Possuía lavras de ouro em Santa Cruz do Sutil, na área de Palmeira. Constava em quase todos os inventários de Curitiba de 1694 até 1699. Senhor de muitos escravos. Posteriormente se mudaria para São Francisco do Sul. Era filho de Sebastião Fernandes Camacho com Isabel Bicudo de Brito.”


Referência:

Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919),Vol. III pág. 138 do compilado.

(Idem à referência anterior) Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, Título: Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba — Brasil/ junho 2001 Vol. 10 página 17. Cópia digital no endereço:

 Genealogia Paranaense, Francisco Negrão, Vol. 4º, ano 1929, Curitiba, Paraná, Brasil, p. 210.


HEXAVÓS
Avenida Manoel Ribas, Santa Felicidade em 1930 – Curitiba.

*Amador Bueno da Rocha nasceu em aproximadamente 1700, em Curitiba, Brasil, morreu em 22/08/1772, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 26/11/1744 com Maria Leme da Costa, que nasceu em aproximadamente 1719, em Curitiba, Brasil e morreu em 23/05/1750, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Antonio Bueno da Rocha, Maria Buena da Rocha, Izabel Maria Buena e *Manoel Bueno Rocha.

Abaixo, o “Registro Igreja Católica, 1704-2008”, Paraná, Brasil, Casamento de Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa, em 26/11/1744 



De acordo com a Certidão de Casamento “inteiro teor” emitida com base nos registros de casamento do Arquivo Dom Alberto José Gonçalves da Catedral Basílica, em Curitiba, Paraná, sem número, na folha 81v do livro 1:

“Amador Bueno da Rocha com Mª. Leme da Costa”.

“Aos vinte e seis dias do mês de novembro de mil setecentos e quarenta e quatro anos (…) onde os contraentes são naturais e moradores (…) casaram solenemente por palavras de presente Amador Bueno da Rocha, filho de Antonio Veiga Bueno, e de sua mulher Izabel Fernandes da Rocha, com Maria Leme da Costa, filha de Jozé da Costa, e de sua mulher Dionizia Leme da Sylva, todos naturais e moradores desta freguesia (…)”.

Também é possível ver a página do livro do qual este inteiro teor foi transcrito através do endereço eletrônico no rodapé.


Cinco anos e meio depois, Maria Leme da Costa faleceu com apenas 30 anos de idade, conforme pode ser visto abaixo:

“Aos vinte e três dias do mês de maio de mil setecentos e cinquenta anos faleceu da vida presente Maria Leme de idade de trinta anos, pouco mais ou menos, casada com o Capitão Amador Bueno da Rocha. Não fez testamento (…)”.



Abaixo, o óbito do *Amador Bueno da Rocha:

“Aos vinte e dois dias do mês de agosto do ano de mil setecentos e setenta e dois faleceu da vida presente (…) o capitão Amador Bueno da Rocha de idade de setenta e dois anos pouco mais ou menos, viúvo que ficou por falecimento de Maria Leme da Costa (…)”.



Acima, em Genealogia Paulistana, Vol II pág 178 do compilado.


Acima, em Genealogia Paulistana, Vol III pág 138 do compilado.

Abaixo, Genealogia Paranaense, Francisco Negrão, Vol. 4º ano 1929, Curitiba, Paraná, Brasil, páginas 217, 218 



Referência:

“Registro Igreja Católica, 1704-2008”, Paraná, Brasil, Casamento de Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa, em 26/11/1744. (Inteiro teor).

https://www.familysearch.org/photos/artifacts/141151810?cid=mem_copy acesso em 20/02/2022 18:23.

 https://www.familysearch.org/photos/artifacts/138900537?cid=mem_copy acesso em 03/03/2022 21:27.

 “Registro Igreja Católica, 1704-2008”, Paraná, Brasil, Óbito de Maria Leme da Costa, em 23/05/1750.

https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939J-DNJ6-8?from=lynx1UIV8&treeref=KL87-DPT&i=134. Acesso em 20/02/2022 18:37.

 “Registro Igreja Católica, 1704-2008”, Paraná, Brasil, Óbito de Amador Bueno da Rocha.

https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939J-DNH6-B?from=lynx1UIV8&treeref=KNJG-NS4&i=47 acesso em 03/03/2022 21:43.




PENTAVÓS
Curitiba

 *Manoel Bueno Rocha, que nasceu em aproximadamente 1747 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente em 1809, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 18/02/1787 com Luzia Ignácia de Jesus (nascida Luzia Fernandes dos Reis) nasceu em 1766 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 20/03/1793, em São José dos Pinhais, Brasil, Tiveram os filhos: Maria Rosa Bueno Da Rocha, Anna Buena Rocha, João Bueno da Rocha, Felicia Bueno Pilar, Salvador Bueno da Rocha e *Luzia Bueno da Rocha.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I ,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pentavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html


 Conforme verificamos na dispensa matrimonial de Manuel Bueno da Rocha e Luzia Fernandes dos Reis, ambos eram primos em quarto grau:

 (…) Que Antonio Martins Leme é irmão de Maria Leme e que desta nasceu Dionísia Leme, e desta nasceu Maria Leme e que desta procedeo Manoel Bueno (da Rocha);

(…) Que de Antonio Martins Leme nasceu João Martins Leme deste nasceu Feliciana (Fernandes dos) Reis, e desta nasceu Luzia Fernandes dos Reis, oradora. 

Sendo Antonio Martins Leme, filho de Matheus Martins Leme e esposo de Margarida Fernandes dos Reis, que era filha de Baltasar Carrasco dos Reis (conforme consta na linhagem Marteen Leme, Capítulo V, Parte I deste Livro).




TETRAVÓS

Curitiba, Paraná

*Luzia Bueno da Rocha nasceu em 1793 em  São José dos Pinhais, Brasil, morreu em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 1808 com Miguel Arcangelo Rocha Loures, que nasceu em aproximadamente 1758, em Curitiba, Brasil, e morreu em aproximadamente 1828, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Antonio João Arcângelo, Francisco João da Rocha, Maria da Rocha Bueno, José Archangelo da Rocha, Isabel Maria da Rocha, Thereza Maria da Rocha Teixeira, João Arcângelo da Rocha e *Anna Maria da Rocha.

Luzia perdeu a mãe ao nascer.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Tetravós) Clique no link para ir direto à página:

https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html


Podermos verificar também, que Luzia Bueno da Rocha casou-se com seu primo de 3º grau Miguel Arcangelo: Miguel Arcangelo era filho de Maria da Rocha de Jesus e Antonio João da Costa e neto por parte materna de João de Carvalho de Assumpção com Maria Bueno da Rocha que era filha do Capitão Antônio da Veiga Bueno com Isabel Fernandes da Rocha.

Luzia Bueno da Rocha era filha de Manoel Bueno da Rocha e Luzia Ignácia de Jesus e neta por parte paterna de Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa, sendo Amador Bueno, filho do Capitão Antônio da Veiga Bueno com Isabel Fernandes da Rocha.

Uma observação sobre Antonio João da Costa (pai de Miguel Arcangelo) é que foi quem acrescentou ao sobrenome Rocha o “Loures”. Se deu aqui a origem   do sobrenome Rocha Loures, em homenagem a sua cidade natal: Loures, em Portugal.



TRISAVÓS
Largo da Ordem, Curitiba em 1923

 *Anna Maria da Rocha nasceu em aproximadamente 1826, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 25/02/1897, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 23/07/1844 com Pedro Antonio da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1819, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu antes de 1889, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Francisco José dos Santos Rocha, Pedro Jose dos Santos Rocha, Joaquim Jose dos Santos Rocha, Maria Da Rocha, Gertrudes Maria Da Rocha, Joaquina Maria da Rocha, Thobias da Rocha, Laurinda Da Rocha, Francisca Maria da Rocha, Purcina Maria da Rocha e *Anna Joaquina da Rocha.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Trisavós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html


 

 Também pode-se verificar com relação ao Pedro Antonio da Rocha que casou com Ana Maria da Rocha, sendo  Pedro Antonio da Rocha filho de José Joaquim dos Santos (que era casado com Ana da Rocha Loures), Ana da Rocha Loures era filha de Ana Ferreira de Oliveira (que era casada com o Capitão João da Rocha Loures),  o Capitão João da Rocha Loures era filho de Antonio João da costa (que era casado com Maria da Rocha de Jesus).

Sendo Pedro, bisneto de Antonio João da Costa e Maria da Rocha de Jesus. 

Sendo Ana Maria da Rocha, neta de Antonio João da Costa e Maria da Rocha de Jesus (linhagem detalhada na Parte I deste Livro, Capítulo IV, a origem do sobrenome Rocha. Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iv-origem-do-sobrenome.html




BISAVÓS

 *Anna Joaquina da Rocha nasceu em aproximadamente 1851, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 21/04/1911, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 25/02/1873 com Pedro Simões da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1850, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Francisco da Rocha, Manoel Simões Da Rocha, Joaquim Simões Da Rocha, Francisco Simões Da Rocha, Maria Simões Da Rocha, Francisca Simões da Rocha, Maria Francisca Da Rocha, Pedro Da Rocha, Joaquina Simões da Rocha e *Anna Maria da Rocha.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Bisavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html

 Pedro Simões da Rocha era filho de Manoel Simões da Costa com Gertrudes Ferreira da Rocha, sendo Gertrudes filha de José Joaquim dos Santos com Ana da Rocha Loures, sendo Ana filha do Capitão João da Rocha Loures com Ana Ferreira de Oliveira, sendo o Capitão João filho de Antônio João da Costa com Maria da Rocha de Jesus.

Sendo Pedro Simões da Rocha, trineto de Antônio João da Costa com Maria da Rocha de Jesus.

Sendo Anna Joaquina da Rocha, também trineta de Antônio João da Costa com Maria da Rocha de Jesus.



 AVÓS


*Anna Maria da Rocha nasceu em 1880, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 02/01/1948, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 24/04/1915 com Cândido Alves da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1894, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em aproximadamente 1978, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Francisca Alves Da Rocha, Anna Alves Da Rocha, Maria Benedita Moraes e *Pedro Alves da Rocha.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Avós).

Clique no link para ir direto à página:  https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html


                                                                                 PAIS


*Pedro Alves da Rocha nasceu em 21/01/1918, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente 1997, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 16/12/1949 com Belmira dos Santos Rocha, que nasceu em 10/12/1922, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em 16/07/1957, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os seguintes filhos: Luiz (falecido aos 11 anos de idade),  Eurides, Leonides, Inês, Pedro, Divair, Maria de Lourdes, Geni, Hamilton, Dirceu, Diomar, Margarida, José (este faleceu no mesmo dia que a mãe) devido complicações no parto e *Teresa.

Pedro casou-se pela segunda vez com Cacilda, que teve os seguintes filhos: Wilson, João, Carmen, Silvio, Ari e Silvano.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pais). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html



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