PARTE I Capítulo II De Vicente Annes Bicudo a Pedro Alves da Rocha
NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR:
-DUODECAVÓS Vicente Anes Bicudo e Mécia Nunes
-UNIDECAVÓS Antonio Bicudo Carneiro e Isabel Rodrigues
-DECAVÓS Antonio Bicudo e Maria de Brito
-ENEAVÓS Isabel Bicudo de Brito e Sebastião Fernandes Camacho
-OCTAVÓS Antônio Bicudo Camacho e Maria França da Rocha
-HEPTAVÓS Isabel Fernandes da Rocha e Capitão Antônio da Veiga Bueno
-HEXAVÓS Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa
-PENTAVÓS Luzia Ignácia de Jesus (nascida Luzia Fernandes dos Reis) e Manoel Bueno Rocha
-TETRAVÓS Luzia Bueno da Rocha e Miguel Arcangelo Rocha Loures
-TRISAVÓS Anna Maria da Rocha e Pedro Antonio da Rocha
-BISAVÓS Anna Joaquina da Rocha e Pedro Simões da Rocha
-AVÓS Anna Maria da Rocha e Cândido Alves da Rocha
-PAIS Pedro Alves da Rocha e Belmira dos Santos Rocha
https://judeussefarditas.com/familia-bicudo/
"Os Bicudos eram judeus que foram convertidos, de forma forçada, ao catolicismo em 1497. A família era muito rica e com várias posses incluindo várias propriedades na Ilha São Miguel, Açores, Portugal. Para não perder a fortuna, a família permaneceu católica"
*Vicente Anes Bicudo nasceu em aproximadamente 1515, na Ilha de São Miguel, Portugal, morreu em 27/08/1582 na Ribeira Grande, Açores, Portugal, casou-se com Mécia Nunes, que nasceu aproximadamente em 1520 em São Miguel, Açores, Portugal e morreu em 28/06/1568, na Ribeira Grande, Açores, Portugal. Tiveram os filhos: Guiomar Nunes, Jerônima Nunes, Manuel Nunes Bicudo, Matias Bicudo, Beatriz da Conceição, Isabel Bicudo, Nuno Bicudo de Mendonça, Francisco Bicudo, Vicente Bicudo e *Antônio Bicudo Carneiro.
No livro “A Saudade da Terra” do historiador e vigário Gaspar Fructuoso, nascido em 1522 em São Miguel, viveu o dia a dia das famílias locais. Não há dúvida de que este autor, além de ter acesso natural aos livros de sacramentos de seu vicariato, era um grande conhecedor dos fiéis que frequentavam a Matriz de Nossa Senhora da Estrela da Vila da Ribeira Grande. No volume IV de sua genealogia, nas páginas 167 e 168, retrata que *Matias Bicudo era filho de *Vicente Anes Bicudo e sua esposa Mécia Nunes.
“(…) Mécia Roiz Furtada se casou com Nuno Gonçalves, da Graciosa, de que teve um filho por nome Mateus Nunes, casado com Isabel de Ornellas, que serviu muito tempo de ouvidor na dita ilha, muito virtuoso, de quem tem um filho chamado Xisto de Ornellas. E uma filha por nome Antónia de Ornellas, que se casou com Feliciano de Quadros, de quem tem filhos. Teve mais Mécia Roiz, de seu marido Nuno Gonçalves, uma filha por nome Mécia Nunes, que casou com *Vicente Anes Bicudo, escrivão na Vila da Ribeira Grande, de quem teve um filho *Matias Bicudo, e Francisco Bicudo, defunto, e Nuno Bicudo, da casa de Dom Diogo de Sousa, que o deu a el-Rey por seu moço fidalgo: e filhas, Isabel Bicudo, casada com Pedro Alvares Cabral, nobre fidalgo, de quem tem muitos filhos de pouca idade: e Jeronyma Nunes, que foi casada com Pedro Afonso Caldeira, de que tem um filho, Jorge Nunes; e uma filha, Isabel Caldeira, que casou com Francisco Taveira, cavalleiro fidalgo da casa de d’el-Rey. Teve mais Vicente Annes outro filho, chamado Manuel Bicudo, que faleceu solteiro, e outra filha chamada Guiomar Nunes, que faleceu de pouca idade. Teve mais Mécia Nunes, de seu marido Vicente Annes, uma filha, Beatriz da Conceição, que faleceu moça (…)”.
Rodrigo Rodrigues, em “Genealogias de São Miguel e Santa Maria” cita um segundo Matias Bicudo sendo filho do casal Nuno Bicudo e Margarita Mendes Pereira que se casaram na Igreja de Nossa Senhora da Estrela da Ribeira Grande em 24 de janeiro de 1593. O nome talvez tenha sido uma homenagem ao irmão do Nuno Bicudo, o *Matias Bicudo ambos os filhos de *Vicente Anes Bicudo com Mécia Nunes.
“(…) 4 — Nuno Bicudo, moço fidalgo da Casa de El-Rei e escrivão na Ribeira Grande, cargo a que sucedeu a seu pai. Morreu a 16/06/1612 e se casou na Matriz de Ponta Delgada a 24/01/1593 com Margarida Mendes Pereira (Cap. 5º § 1º N.º 3).
Tiveram:
(…) 5 — Matias Bicudo, a quem se refere uma escritura de venda feita na Ribeira Grande a 25.11.1625 em que nas casas de morada de Matias Bicudo, da governança desta Vila. Ele e sua mulher Vitória Ferreira vendem um foro que lhes dotara seu sogro e pai, Francisco Ferreira. Casou-se na Matriz da Ribeira Grande a 17/12/1622 com Vitória Ferreira, filha de Francisco Ferreira e Ana Paineira (…)”.
Na mesma referência de Rodrigues (2008), na página 1326, é possível constatar que Vicente Anes Bicudo, neto de seu homônimo e filho de Nuno Bicudo renunciou, no momento da viuvez de sua mãe, a um cargo hereditário como escrivão da Casa Real na Ribeira Grande, provavelmente foi obrigado a renunciar devido serem judeus, cristãos novos:
4 - NUNO BICUDO, que foi moço fidalgo da Casa Real e escrivão na Ribeira Grande, cargo em que sucedeu a seu pai. Morreu a 16.6.1612 e casou na Matriz de Ponta Delgada a 24.1.1593 com Margarida Mendes Pereira (…). Tiveram:
(…) 5 - Vicente Anes Bicudo, que em 1612 renunciou em sua mãe, já viúva, o cargo de escrivão da Ribeira Grande que herdou de seu pai. Foi para o Brasil (?).
No Dicionário do Judaísmo Português, tópico “Crato, Dom António, Prior do”, na página 308, a judaicidade de Matias Bicudo é novamente confirmada:
“(…) Apenas a título de exemplo, lembremo-nos que D. António teve amplos contactos (e depois diferendos) com o abastado e influente cristão-novo Álvaro Mendes, que mais tarde em Istambul seria conhecido como Salomão ibn Yaish. Também o judeu Matias Becudo ou Bicudo, que já servira os interesses portugueses como informador de Lourenço Pires de Távora(…)”.
*Antonio Bicudo nasceu em aproximadamente 1585, em São Paulo, Brasil, morreu em 04/12/1650, em Santana de Parnaíba, Brasil, casou-se com Maria de Brito que nasceu em aproximadamente 1590, em São Paulo, Brasil e morreu em aproximadamente 1650, em Santana de Parnaíba, Brasil. Tiveram os filhos: Francisco Bicudo de Brito, Margarida Bicudo de Brito, Capitão João Bicudo de Brito, Maria Bicudo de Brito, Antonio Bicudo de Brito, Bernardo Bicudo, Domingos Bicudo de Brito, Fernando Bicudo de Brito, Jerônima Bicudo de Mendo, Marianna Bicudo de Brito e *Isabel Bicudo de Brito.
Abaixo, trechos do testamento de *Antonio Bicudo. Neste primeiro recorte, declara a data e seu nome:
Declaração de seu casamento “em face de igreja” há cerca de quarenta anos com Maria de Brito:
Continuação do testamento, onde declara ser filho de Antonio Bicudo, natural da Ilha de São Miguel e de Izabel Rodrigues natural do Brasil, e também afirmar, nomeando a filha Izabel, que a deve valores e objetos:
*Isabel Bicudo de Brito nasceu em aproximadamente 1612, em São Paulo, Brasil, morreu em 22/11/1667, em Guaratinguetá, Brasil, casou-se com Sebastião Fernandes Camacho, que nasceu em aproximadamente 1610, em São Paulo, Brasil e morreu antes de 1648, no Brasil. Tiveram os filhos: Sebastião Fernandes Cama, Maria Bicudo de Brito, Manoel Fernandes Camacho e *Antonio Bicudo Camacho.
Em pesquisa realizada pela Revista Gerações Brasil e publicada no volume 10, página 18 do boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, com o título “Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba”, em junho de 2001, Isabel casou-se com o segundo (filho de) Sebastião Fernandes Camacho e é mencionada como filha de *Antonio Bicudo e Maria de Brito:
*Antônio Bicudo Camacho, nasceu em aproximadamente 1635, em Santana de Parnaíba, Brasil, morreu em aproximadamente 1705, em Santa Catarina, Brasil, casou-se com Maria França da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1656, no Brasil e morreu em aproximadamente 1678, em Santa Catarina, Brasil. Tiveram os filhos: Anna Fernandes da Rocha e *Isabel Fernandes da Rocha.
O boletim da Sociedade Judaica do Brasil, publicado na Revista Gerações Brasil, conta um pouco sobre a vida de *Antonio Bicudo Camacho após mencionar a filiação e o casamento dela:
Em seguida, é demonstrado o nome de seus pais, Sebastião Fernandes Camacho e *Isabel Bicudo de Brito:
Referência:
Revista Gerações Brasil, Boletim da Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, Título: Bandeirantes e Cristãos novos em Curitiba — Brasil/ junho 2001 Vol. 10 página 17. Cópia digital no endereço:
https://www.familysearch.org/photos/artifacts/120175413?cid=mem_copy acesso em 03/03/2022 17:22.
*Isabel Fernandes da Rocha nasceu em aproximadamente 1655, em São Paulo, Brasil, morreu em aproximadamente 1717, em Curitiba, Brasil, casou-se com o Capitão Antônio da Veiga Bueno, que nasceu em aproximadamente 1655, em São Paulo, Brasil e morreu em 23/10/1740, em Curitiba, Brasil. Tiveram os filhos: Maria Bueno da Rocha e *Amador Bueno da Rocha.
Como visto acima, o boletim da Sociedade Judaica do Brasil, publicado na Revista Gerações Brasil, nomeia, identifica o esposo e os pais de *Isabel Fernandes da Rocha, bem como demonstra o ano de sua morte:
HEXAVÓS
Abaixo, o “Registro Igreja Católica, 1704-2008”, Paraná, Brasil, Casamento de Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa, em 26/11/1744
De acordo com a Certidão de Casamento “inteiro teor” emitida com base nos registros de casamento do Arquivo Dom Alberto José Gonçalves da Catedral Basílica, em Curitiba, Paraná, sem número, na folha 81v do livro 1:
“Amador Bueno da Rocha com Mª. Leme da Costa”.
“Aos vinte e seis dias do mês de novembro de mil setecentos e quarenta e quatro anos (…) onde os contraentes são naturais e moradores (…) casaram solenemente por palavras de presente Amador Bueno da Rocha, filho de Antonio Veiga Bueno, e de sua mulher Izabel Fernandes da Rocha, com Maria Leme da Costa, filha de Jozé da Costa, e de sua mulher Dionizia Leme da Sylva, todos naturais e moradores desta freguesia (…)”.
Também é possível ver a página do livro do qual este inteiro teor foi transcrito através do endereço eletrônico no rodapé.
Cinco anos e meio depois, Maria Leme da Costa faleceu com apenas 30 anos de idade, conforme pode ser visto abaixo:
“Aos vinte e três dias do mês de maio de mil setecentos e cinquenta anos faleceu da vida presente Maria Leme de idade de trinta anos, pouco mais ou menos, casada com o Capitão Amador Bueno da Rocha. Não fez testamento (…)”.
Abaixo, o óbito do *Amador Bueno da Rocha:
“Aos vinte e dois dias do mês de agosto do ano de mil setecentos e setenta e dois faleceu da vida presente (…) o capitão Amador Bueno da Rocha de idade de setenta e dois anos pouco mais ou menos, viúvo que ficou por falecimento de Maria Leme da Costa (…)”.
Acima, em Genealogia Paulistana, Vol II pág 178 do compilado.
Acima, em Genealogia Paulistana, Vol III pág 138 do compilado.
Abaixo, Genealogia Paranaense, Francisco Negrão, Vol. 4º ano 1929, Curitiba, Paraná, Brasil, páginas 217, 218
“Registro Igreja Católica, 1704-2008”, Paraná, Brasil, Casamento de Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa, em 26/11/1744. (Inteiro teor).
https://www.familysearch.org/photos/artifacts/141151810?cid=mem_copy acesso em 20/02/2022 18:23.
https://www.familysearch.org/photos/artifacts/138900537?cid=mem_copy acesso em 03/03/2022 21:27.
“Registro Igreja Católica, 1704-2008”, Paraná, Brasil, Óbito de Maria Leme da Costa, em 23/05/1750.
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939J-DNJ6-8?from=lynx1UIV8&treeref=KL87-DPT&i=134. Acesso em 20/02/2022 18:37.
“Registro Igreja Católica, 1704-2008”, Paraná, Brasil, Óbito de Amador Bueno da Rocha.
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939J-DNH6-B?from=lynx1UIV8&treeref=KNJG-NS4&i=47 acesso em 03/03/2022 21:43.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I , no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pentavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
Conforme verificamos na dispensa matrimonial de Manuel Bueno da Rocha e Luzia Fernandes dos Reis, ambos eram primos em quarto grau:
(…) Que Antonio Martins Leme é irmão de Maria Leme e que desta nasceu Dionísia Leme, e desta nasceu Maria Leme e que desta procedeo Manoel Bueno (da Rocha);
(…) Que de Antonio Martins Leme nasceu João Martins Leme deste nasceu Feliciana (Fernandes dos) Reis, e desta nasceu Luzia Fernandes dos Reis, oradora.
Sendo Antonio Martins Leme, filho de Matheus Martins Leme e esposo de Margarida Fernandes dos Reis, que era filha de Baltasar Carrasco dos Reis (conforme consta na linhagem Marteen Leme, Capítulo V, Parte I deste Livro).
*Luzia Bueno da Rocha nasceu em 1793 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 1808 com Miguel Arcangelo Rocha Loures, que nasceu em aproximadamente 1758, em Curitiba, Brasil, e morreu em aproximadamente 1828, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Antonio João Arcângelo, Francisco João da Rocha, Maria da Rocha Bueno, José Archangelo da Rocha, Isabel Maria da Rocha, Thereza Maria da Rocha Teixeira, João Arcângelo da Rocha e *Anna Maria da Rocha.
Luzia perdeu a mãe ao nascer.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Tetravós) Clique no link para ir direto à página:
https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
Podermos verificar também, que Luzia Bueno da Rocha casou-se com seu primo de 3º grau Miguel Arcangelo: Miguel Arcangelo era filho de Maria da Rocha de Jesus e Antonio João da Costa e neto por parte materna de João de Carvalho de Assumpção com Maria Bueno da Rocha que era filha do Capitão Antônio da Veiga Bueno com Isabel Fernandes da Rocha.
Luzia Bueno da Rocha era filha de Manoel Bueno da Rocha e Luzia Ignácia de Jesus e neta por parte paterna de Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa, sendo Amador Bueno, filho do Capitão Antônio da Veiga Bueno com Isabel Fernandes da Rocha.
Uma observação sobre Antonio João da Costa (pai de Miguel Arcangelo) é que foi quem acrescentou ao sobrenome Rocha o “Loures”. Se deu aqui a origem do sobrenome Rocha Loures, em homenagem a sua cidade natal: Loures, em Portugal.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Trisavós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
Também pode-se verificar com relação ao Pedro Antonio da Rocha que casou com Ana Maria da Rocha, sendo Pedro Antonio da Rocha filho de José Joaquim dos Santos (que era casado com Ana da Rocha Loures), Ana da Rocha Loures era filha de Ana Ferreira de Oliveira (que era casada com o Capitão João da Rocha Loures), o Capitão João da Rocha Loures era filho de Antonio João da costa (que era casado com Maria da Rocha de Jesus).
Sendo Pedro, bisneto de Antonio João da Costa e Maria da Rocha de Jesus.
Sendo Ana Maria da Rocha, neta de Antonio João da Costa e Maria da Rocha de Jesus (linhagem detalhada na Parte I deste Livro, Capítulo IV, a origem do sobrenome Rocha. Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iv-origem-do-sobrenome.html
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Bisavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
Pedro Simões da Rocha era filho de Manoel Simões da Costa com Gertrudes Ferreira da Rocha, sendo Gertrudes filha de José Joaquim dos Santos com Ana da Rocha Loures, sendo Ana filha do Capitão João da Rocha Loures com Ana Ferreira de Oliveira, sendo o Capitão João filho de Antônio João da Costa com Maria da Rocha de Jesus.
Sendo Pedro Simões da Rocha, trineto de Antônio João da Costa com Maria da Rocha de Jesus.
Sendo Anna Joaquina da Rocha, também trineta de Antônio João da Costa com Maria da Rocha de Jesus.
*Anna Maria da Rocha nasceu em 1880, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 02/01/1948, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 24/04/1915 com Cândido Alves da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1894, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em aproximadamente 1978, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Francisca Alves Da Rocha, Anna Alves Da Rocha, Maria Benedita Moraes e *Pedro Alves da Rocha.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Avós).
Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html

*Pedro Alves da Rocha nasceu em 21/01/1918, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente 1997, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 16/12/1949 com Belmira dos Santos Rocha, que nasceu em 10/12/1922, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em 16/07/1957, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os seguintes filhos: Luiz (falecido aos 11 anos de idade), Eurides, Leonides, Inês, Pedro, Divair, Maria de Lourdes, Geni, Hamilton, Dirceu, Diomar, Margarida, José (este faleceu no mesmo dia que a mãe) devido complicações no parto e *Teresa.
Pedro casou-se pela segunda vez com Cacilda, que teve os seguintes filhos: Wilson, João, Carmen, Silvio, Ari e Silvano.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pais). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html






















































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