PARTE I Capítulo VI Da Guerra das Famílias Pires x Camargo a Pedro Alves da Rocha

NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR:

-DECAVÓS    Capitão José Ortiz de Camargo O Moço e Maria Antunes

-ENEAVÓS    Anna Maria de Camargo e Bento de Siqueira Mendonça

-OCTAVÓS    José de Camargo de Siqueira e Domingas Franco de Brito

-HEPTAVÓS    Escholastica Eugenia de Camargo e Bento da Gama de Alvarenga Chassim

-HEXAVÓS    Maria Pires de Camargo e Tenente Manuel Soares do Valle

-PENTAVÓS    Antonio Calisto De Camargo e Bernardina Maria Albuquerque Filgueira

-TETRAVÓS    João Calisto de Camargo e Escolástica Maria Gomes

-TRISAVÓS    Isabel Maria Calisto de Camargo e João Antônio Ferraz da Rocha

-BISAVÓS    Anna Maria Ferraz da Rocha e Sergio Alves

-AVÓS    Cândido Alves da Rocha e Anna Maria da Rocha 

-PAIS    Pedro Alves da Rocha e Belmira dos Santos Rocha

Representação da guerra dos Pires e Camargo, século XVII. Pintura digital. Criação ©Rosicleia Rodrigues 2026




    Pires contra Camargo ou Guerra dos Pires contra os Camargo foi uma rivalidade ocorrida na vila de São Paulo, em que as duas famílias entraram em choque, por motivos diversos, ocorrendo assassinatos entre ambos os lados. Os Pires e os Camargo possuíam chefes políticos e militares, donos de enormes fazendas de trigo na Serra da Cantareira, portanto disputavam a supremacia em São Paulo. A rivalidade na disputa pelo comando da Câmara foi a razão principal do conflito.

    A disputa iniciou por volta de 1640, quando Alberto Pires assassinou Leonor de Camargo Cabral, sua esposa, e também Antônio Pedroso de Barros, seu cunhado. Não há certeza se Alberto desejava o assassinato ou se ele teria atingido sua mulher por acaso, e, sem saber como justificar sua morte, matou também o cunhado, acusando os mortos de adultério.

    Diz sobre esta guerra o historiador Afonso E. de Taunay em Ensaios Paulistas:
“São os fatos compreendidos no que se chama o conflito entre os Pires e os Camargos, de nome das duas grandes famílias cuja inconciliabilidade redundou em verdadeira guerra civil, à semelhança das lutas municipais assoladoras das cidades italianas medievais e das quais a mais conhecida é a das famílias Capuletto e Montechio, de Verona, imortalizada por Shekespeare.!”

 "Tão prolongada luta, aliás intermitente, nasceu de mera rivalidade de chefes de clã, sem motivo algum alheio ao personalismo, ao espírito de família e à tendência gregária tão veemente nas pequenas aglomerações. Segundo o genealogista Pedro Taques, encetou-se o conflito em 1640 numa verdadeira batalha causadora de muitas mortes e ferimentos ocorrida nas ruas de São Paulo, entre as duas parcialidades cujos chefes eram João Pires e Pedro Taques de um lado e do outro Fernão de Camargo, alcunhado o Tigre. Haviam-se empenhado em duelo singular, acudidos pelos seus sequazes. No ano seguinte, Taques é assassinado à falsa fé pelo contendor”.

    “Não depondo armas as facções que se digladiavam. E como consequência, diminuiu notavelmente o ritmo do bandeirantismo, como era de se esperar. Inesperadamente ocorreu o crime de Alberto Pires em Leonor de Camargo Cabral, sua mulher e, segundo se disse na ocasião, em Antônio Pedroso de Barros, grande bandeirante que Alberto também matou em emboscada. Ora, ficou provado mais tarde que Antônio pereceu nas mãos de seus índios rebelados. Já Alberto Pires foi assassinado pelos Camargos, em represália”.

    Os Pires, liderados por Fernão Dias, se opuseram então a que o irmão de Fernão de Camargo, José Ortiz de Camargo, se empossasse na ouvidoria de São Paulo. Houve posteriormente o acordo negociado pelos Pires, de 12 de maio de 1653. Mas as duas facções continuaram sua luta até o acordo de 9 de fevereiro de 1654, pelo qual Ortiz tomou posse da Ouvidoria, mas não cumpriu o que prometeu, e perdeu ainda o apoio do Governo-Geral com a saída do conde de Castelo Melhor, substituído por magistrado muito ligado aos Pires.

    Reacendeu-se a luta, mas não há senão detalhes e pormenores, sobremodo obscuros. Uma intervenção eclesiástica promoveu mais uma tentativa de pacificação, da qual resultou a ida à Bahia de representantes de ambos os partidos para se entenderem com o novo governador-geral, Jerónimo de Ataíde, Conde de Atouguia. Da missão surgiu uma portaria em 24 de novembro de 1655 concedendo anistia geral.

    Em 1659, enfrentaram-se Fernão Dias Pais com José Ortiz de Camargo, Francisco Barreto foi acomodar a situação, acabou despachando o ouvidor e este teve sucesso: ambos os partidos exaustos, assinaram o acordo de 1º de janeiro de 1660 e voltaram às atividades das empresas sertanistas. Outras fontes apontam o dia 25 de janeiro de 1660 como a data da assinatura do acordo de paz.
    Os documentos constam no Arquivo da Câmara de São Paulo, em seus livros de vereanças e de registros de alvarás e cartas régias de 1653 a 1670 e outras memórias.

Referência:
Genealogia Paulistana-Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol I Tit Camargos, pág 119 do compilado.

Vemos abaixo, na página 6 do livro sobre a biografia de Pedro Taques (o historiador e genealogista), a informação sobre o seu tio que foi assassinado na porta da Igreja Matriz de São Paulo, por Fernando de Camargo, O Tigre. 



Abaixo, nas págs. 263 e 264 segue.



Referência
Biografia de Pedro Taques em “Pedro Taques e seu Tempo” (Estudo de uma personalidade e de uma época). São Paulo, 1923 Oficinas do Diário Oficial.
Por Affonso de E. Taunay




DECAVÓS

História da Capitania de São Vicente com biografia de PEDRO TAQUES pelo não menos famoso AFONSO DE TAUNAY, em magistral ensaio Biográfico de 1914, edição rara  comemorativa do seu aniversário. 

*Capitão José Ortiz de Camargo O Moço, nasceu em 1603 e morreu em 23 de julho de 1663, foi casado com Maria Antunes, que nasceu aproximadamente em 1607 e morreu em 1681 em São Paulo. Tiveram os filhos: Leonor Domingues, Joanna Antunes Preto, Maria De Camargo, Inocêncio Camargo, José Ortiz de Camargo, Miguel De Camargo Ortiz, Maria Antunes Camargo e *Anna Maria de Camargo.

Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos.

Referência:
Genealogia Paulistana-Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919),  Volume I – Pág 317, 318, Tit. Camargos, (Parte 3)





E continuando , abaixo na Genealogia Paulistana-Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919),  Volume I – Pág 219, cita o nome da filha Ana Maria de Camargo.


Referência:
Genealogia Paulistana-Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919),  Volume I págs 218, 219


ENEAVÓS
Dr. Francisco de Assis Carvalho Franco, Diretor Geral de Polícia de São Paulo,  em 1936* e 1937 publicou a monografia “Os Camargos de São Paulo”. 

 *Anna Maria de Camargo, nasceu em 4 de novembro de 1640, morreu em 23 de março de 1707, em São Paulo, Brasil, casou-se com Bento de Siqueira Mendonça, que nasceu em aproximadamente 1631 e morreu em 1707, em São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Antonio de Siqueira e Mendonça, Maria de Siqueira Camargo, Margarida de Siqueira, João de Siqueira Mendonça e *José de Camargo de Siqueira. 

Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos.

Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme, (Volume VII -482, Título Siqueiras Mendonças, (Parte 1)


OCTAVÓS

Exemplar nº1 da Revista do Instituto de Estudos Heráldicos Genealógicos SP 1937 (Contém artigo A Origem dos Camargos de São Paulo - Jusepe Ortiz de Camargo).


 *José de Camargo de Siqueira nasceu, aproximadamente  em 1677 em Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil, casou com Domingas Franco de Brito, que nasceu aproximadamente em 1681 e morreu aproximadamente em 1734 em Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Maria do Nascimento de Camargo,Margarida Franca de Camargo, Bento de Siqueira Rocha, José de Camargo de Siqueira, Anna Maria de Camargo, Maria da Silva de Camargo, Antonio de Siqueira e Camargo e  *Escholastica Eugenia de Camargo.

Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos.


Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme, (Volume VII -482, Título Siqueiras Mendonças, (Parte 1)



HEPTAVÓS

 

*Escholastica Eugenia de Camargo nasceu aproximadamente em 1710, em São Paulo, casou em 1732 com Bento da Gama de Alvarenga Chassim e tiveram os filhos: Bernardo Chassim, Felisberto Antonio Pedrozo, Manoel Chassim, Joaquim Chassim, Antonia Pires de Camargo e *Maria Pires de Camargo.

    O Capitão Bento da Gama de Alvarenga Chassim, teve seu estabelecimento com fazenda de cultura e engenho de cana de açúcar para destilação de aguardente. Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos.

Referência:

Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme, (Volume VII - Pág. 484 ),  Título Siqueiras Mendonças, (Parte 1)




    Conforme verificamos abaixo, no comentário de LEME, foi Bento da Gama um dos soldados (que tinha o posto de Capitão de soldados milicianos) que venceu a muralha de uma Fortaleza, em 1762, na Província do Rio Grande do Sul, na campanha do Rio Pardo, juntamente com Cipriano Cardoso de Barros Leme.

Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol VI - Pág. 539 e 540, Tit. Chassins


HEXAVÓS

Representação da roda dos órfãos. Pintura digital. Criação ©Rosicleia Rodrigues 2026

 *Maria Pires de Camargo nasceu em 28 de agosto de 1730 e morreu em 1 de outubro de 1787 em Araçariguama, São Paulo, Brasil, casou em 1751 com o Tenente Manuel Soares do Valle, que nasceu em 30 de setembro de 1714, em Curitiba, Paraná e morreu em   1780. Tiveram os filhos: Ana Maria Valle, Manoel Soares do Valle, Maria Angélica de Camargo, Pedro Jose Camargo,  Anna Maria de Jesus, Miguel Ribeiro de Camargo, Escholastica Eugenia de Camargo e filho de criação- *Antonio Calisto De Camargo. 

    Quando Maria levou Antônio ao batismo, ainda bebê, foi em 08/1780 já era viúva do Tenente Manuel, que morreu meses antes, em 02/1780. Criou Antônio como filho e morreu, quando ele tinha por volta de 7 anos, pois Maria faleceu em 10/1787. Certamente, os irmãos terminaram de criar Antônio, pois eles já eram adultos e como consta na certidão de casamento de Antônio, o irmão foi a testemunha do casamento.

    Este ato de bondade de Maria que liga a nossa família a toda a linhagem acima, considerando que esta foi sua família de criação, já que a família consanguínea, não temos como saber, pois nem o próprio Antônio soube quem foram seus pais verdadeiros. 


Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol VI -pág 358 do compilado
§ 3.º
2-7 Maria Pires de Barros casou-se em 1751 em S. Paulo com o tenente Manoel Soares do Valle, natural de Curitiba, f.º de João Ribeiro do Valle, natural de Vallongo, Porto, e de Izabel Soares Paes, de Curitiba, à pág. 507, deste. Teve. q. d.:



Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Vol VI - Pág. 541, Tit. Chassins


Referência:
Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão, Vol. I pág. 554

    Abaixo consta parte do processo de dispensa matrimonial de Maria e Manuel. Como já citei antes, os processos de dispensa matrimonial estão entre os registros mais interessantes e aprofundados para a pesquisa genealógica. Eles são, basicamente, uma autorização para que um casal possa se casar na igreja católica, onde consta a genealogia do casal.


Referência:

Brasil, São Paulo, Registro Igreja Católica, 1640-2012 São Paulo Arquidiocese de São Paulo, Parte A Dispensas matrimoniais 1751 vol. 323



PENTAVÓS

Largo da Ordem, Curitiba em 1936 - Início da Estrada do Assungui.
Acervo: Cid Destefani


*Antonio Calisto De Camargo nasceu em 1780 em Curitiba, Paraná e morreu em 1836, foi casado com Bernardina Maria Albuquerque Filgueira que nasceu em 1782 em São José dos Pinhais, Paraná e morreu em 1836. Tiveram os filhos: *João Calisto de Camargo.

    Abaixo consta o batismo de Antônio, onde, podemos observar que foi levado ao batismo por Maria Pires de Camargo, que o criou como filho, pois  foi exposto sem cédula alguma na casa do português Francisco de Linhares, em Curitiba-PR, que era casado com Francisca Velozo da Costa, filha do Cel. Brás Domingues Velozo. Assim, foi dado para criar à Maria Pires de Camargo, viúva do tenente Manoel Soares do Valle, de quem Antônio herdou o sobrenome. Foi batizado em Curitiba aos 20/08/1780, tendo como padrinhos Manoel Francisco e Anna Maria, filhos solteiros de Manoel Soares do Valle com Maria Pires. 

Referência:

https://saobentonopassado.wordpress.com/arvore-genealogica/

Desse ponto para cima, neste capítulo apenas, a linhagem foi feita devido a boa ação de Maria Pires de Camargo ao adotar Antônio, já que seus pais biológicos são desconhecidos.

“Aos 20 dias do mês de agosto de 1780 nesta Igreja da Matriz de São José…nesta Vila de Curitiba batizei e pus os Santos óleos a Antônio inocente exposto sem cédula alguma na casa de Francisco Linhares, casado, a criar… Maria Pires de Camargo, viúva. Foram padrinhos Manoel Francisco e Anna Maria…”


Referência:

Brasil, Paraná, Registros Igreja Católica, 1704-2008 Curitiba Nossa Senhora da Luz Batismos 1778, Fev-1804, Out

URL: https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-PDQL-2?from=lynx1UIV8&treeref=MM1L-F9L&i=29

    Abaixo, o batismo de Bernardina: “Aos 2 dias do mês de julho de 1782 anos  nesta Igreja Matriz do Patrocínio de São José batizei e pus os Santos óleos a inocente Bernardina filha natural de Joaquim Francisco natural da Freguesia de São Miguel da Ilha de Santa Catarina, do bispado do Rio de Janeiro e de Gertrudes Maria, natural e freguesa da Vila de Curitiba…”


Referência:

Brasil, Paraná, Registros Igreja Católica, 1704-2008 São José dos Pinhais São José Batismos 1775, Dez-1802, Set

URL: https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939J-DNZZ-9?i=57&wc=MHN8-LWP%3A369753201%2C369755602%2C369980601&cc=2177282

    Abaixo, na certidão de casamento de Antônio e Bernardina podemos verificar que o Tenente Manuel  Soares do Valle (seu irmão) foi testemunha e consta a informação “pais incógnitos”: “Aos 15 de janeiro de 1800 anos nesta … testemunhas Tenente  Manoel Soares do Valle…bençãos a Antonio Calisto de Camargo, filho de pais incógnitos com Bernardina Maria filha de Joaquim Filgueira com Gertrudes Maria de Albuquerque…” 

Referência:

Brasil, Paraná, Registros...greja Católica, 1704-2008 Curitiba Nossa Senhora da Luz Matrimônios 1784, Maio-1801, Jan



TETRAVÓS
Igreja da Colônia Murici, São José dos Pinhais
 

*João Calisto de Camargo nasceu em 1812 em São José dos Pinhais, Paraná e morreu em 2 de outubro de 1882, foi casado com Escolástica Maria Gomes que nasceu em 1813 em São José dos Pinhais, Paraná e morreu em 04/08/1890. Tiveram os filhos: Candido Calisto, Joaquim Calisto, Antonio Calisto, João Baptista De Sa, Gertrudes Calisto,  Francisco Padilha de Camargo, Joaquina Rosa Camargo, Agustinha De Camargo, Josepha Lourença Gomes, Pedro, Augusta Maria de Camargo, Maria de Freitas Camargo, Laurinda Maria do Carmo, Maria Da Luz e *Isabel Maria Calisto de Camargo.

    Abaixo consta o registro de casamento de João e Escolástica: “Aos (...) de outubro de 1834 anos nesta Igreja Matriz do Patrocínio de São José depois de feitas as exigências do costume, não aparecendo impedimento algum, de manhã na minha presença se receberam em matrimônio -João Calisto filho legítimo de Antonio Calisto e Bernardina Maria, com Escolástica Maria de Camargo, filha legítima de Lourenço Gomes e Maria Joaquina…”  


Referência:

URL: https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-PD9N-S

Referência: "Brasil, Paraná, Registros da Igreja Católica, 1704-2008," database with images, FamilySearch (https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-PD9N-S?cc=2177282&wc=MHND-GNL%3A369753201%2C369755602%2C370479101 : 22 May 2014), São José dos Pinhais > São José > Matrimônios …

    Abaixo consta o registro de óbito de João Calisto: “...Aos 3 dias do mês de outubro do ano de 1882, nesta Paróquia de São José dos Pinhais, município de igual nome, Província do Paraná, no meu cartório compareceu Francisco Padilha de Camargo, em presenças das tes…”


Continua na folha seguinte: “...temunhas abaixo nomeadas e assinadas pelo mesmo me foi declarado no dia 2 do corrente mês no lugar 'Papanduva', as 9 horas da tarde, no primeiro quarteirão da Cachoeira, faleceu João Calisto de Camargo, de idade de 60 anos mais ou menos, casado com Escolástica Maria, natural, residente e freguês desta Paróquia… era filho legítimo de Antonio Calisto de Camargo e Bernardina Calisto, já falecidos, deixou 12 filhos que são Cândido de idade de 48 anos mais ou menos, Isabel de idade de 47 anos, Joaquina de idade de 46 anos, João de idade de 45 anos, Anna com 44 anos, Maria com 43 anos, Gertrudes com 42 anos, o declarante com 41 anos, Josepha com 39, Pedro com 38 anos, Laurinda com 37 anos, e que não deixou testamento e sua morte foi procedida de inflamação nos pulmões e que o corpo foi sepultado no Cemitério público desta Vila…” 




Referência:
"Brasil, Paraná, Registro Civil, 1852-1996", database with images, FamilySearch (https://www.familysearch.org/ark:/61903/1:1:DX2Q-952M : 4 January 2021), João Calisto de Camargo, .


TRISAVÓS

Igreja Ucraniana na Colônia Marcelino, em São José dos Pinhais


 *Isabel Maria Calisto de Camargo, que nasceu em 17 de novembro de 1836 em São José dos Pinhais, Paraná, foi casada com João Antônio Ferraz da Rocha, que nasceu em 1834, em São José dos Pinhais, Paraná, e morreu em 20/08/1899.  Tiveram os filhos: Joaquim José Justino Ferraz da Rocha, Carolina Maria Ferraz da Rocha,  Antonio Ferraz da Rocha, Armando José Ferraz da Rocha, Gregório Ferraz da Rocha, Laurinda Ferraz da Rocha, Joaquina Maria Ferraz da Rocha, Gertrudes Maria Ferraz da Rocha, Mathias Ferraz da Rocha, Porcina Ferraz da Rocha e *Anna Maria Ferraz da Rocha.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo IV -A  origem do sobrenome Rocha - Trisavós). Clique no link para ir direto à página:

https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iv-origem-do-sobrenome.html

    Verificamos aqui que Isabel Maria Calisto de Camargo é trineta de Antonio João da Costa e Maria da Rocha de Jesus e João Antônio Ferraz da Rocha é bisneto de Antonio João da Costa e Maria da Rocha de Jesus.

    Sendo Isabel filha de Escolástica Maria Gomes, que era filha de Maria Joaquina Loures, que era filha do Capitão João da Rocha Loures, que era filho de Antonio João da Costa e Maria da Rocha de Jesus.

    Sendo João Antônio Ferraz da Rocha filho de Antonio João Arcângelo, que era filho de Miguel Arcangelo da Rocha Loures, que era filho de Antonio João da Costa e Maria da Rocha de Jesus.   


BISAVÓS
Capela São Pedro - Colônia Marcelino, São José dos Pinhais
 

*Anna Maria Ferraz da Rocha, que nasceu em 1872 em São José dos Pinhais, Paraná, foi casada com Sergio Alves, que nasceu em São José dos Pinhais, PR. Tiveram os filhos: Thobias Alves  e *Cândido Alves Da Rocha.

    O que sabemos a respeito é que o casal morreu jovem e deixaram os filhos pequenos,  onde, Cândido foi morar com Pedro Simões Rocha e anos depois casou com sua filha Anna Maria da Rocha.

    Na filiação de Sérgio Alves consta pai incógnito.

    (Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo IV -A  origem do sobrenome Rocha - Bisavós). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-iv-origem-do-sobrenome.html


AVÓS
Portal de São José dos Pinhais

 *Cândido Alves da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1894, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em aproximadamente 1978, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 24/04/1915 com Anna Maria da Rocha nasceu em 1880, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 02/01/1948, em São José dos Pinhais, Brasil,. Tiveram os filhos: Francisca Alves Da Rocha, Anna Alves Da Rocha, Maria Benedita Moraes e *Pedro Alves da Rocha.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Avós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html



PAIS
Estrada da Graciosa, Paraná, 1916 Arquivo Público do Paraná

*Pedro Alves da Rocha nasceu em 21/01/1918, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente 1997, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 16/12/1949 com Belmira dos Santos Rocha, que nasceu em 10/12/1922, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em 16/07/1957, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os seguintes filhos: Luiz (falecido aos 11 anos de idade),  Eurides, Leonides, Inês, Pedro, Divair, Maria de Lourdes, Geni, Hamilton, Dirceu, Diomar, Margarida, José (este faleceu no mesmo dia que a mãe) devido complicações no parto e *Teresa.

Pedro casou-se pela segunda vez com Cacilda, que teve os seguintes filhos: Wilson, João, Carmen, Silvio, Ari e Silvano.

(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I,  no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pais). Clique no link para ir direto à página: https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html








Comentários

Postagens mais visitadas