PARTE I Capítulo V De Maerteen Lem a Pedro Alves da Rocha
NESTE CAPÍTULO VOCÊ VAI ENCONTRAR:
-HEPTADECAVÓS Maerteen Lem e Joana Barroso
-HEXADECAVÓS Maerten Lem e Leonor Rodrigues
-PENTADECAVÓS Fidalgo António Leme o Flamengo e Catarina de Barros Gonçalves Delgado de Liera Filha
-TETRADECAVÓS Antão Leme e ?
-TRIDECAVÓS Pedro Leme e Luzia Fernandes
-DUODECAVÓS Leonor Leme e Brás Esteves
-UNIDECAVÓS Mateus Leme e Antonia de Chaves
-DECAVÓS Leonor Leme e Tomás Martínez Bonilla
-ENEAVÓS Capitão Mateus Martins Leme e Antonia de Góes
-OCTAVÓS Capitão Antônio Martins Leme e Margarida Fernandes dos Reis
-HEPTAVÓS João Martins Leme e Catarina Rodrigues Pinto
-HEXAVÓS Feliciana Fernandes dos Reis e Estevão Ribeiro Bayão
-PENTAVÓS Luzia Ignácia de Jesus (nascida Luzia Fernandes dos Reis) e Manoel Bueno Rocha
-TETRAVÓS Luzia Bueno da Rocha e Miguel Arcangelo Rocha Loures
-TRISAVÓS Anna Maria da Rocha e Pedro Antonio da Rocha
-BISAVÓS Anna Joaquina da Rocha e Pedro Simões da Rocha
-AVÓS Anna Maria da Rocha e Cândido Alves da Rocha
-PAIS Pedro Alves da Rocha e Belmira dos Santos Rocha
HEPTADECAVÓS
Filho de Maarten (Martim) Lem, foi Cavaleiro Nobre e rico da Cidade de Bruges, donde era natural, que teve de sua mulher Joana Barroso, casados em Lisboa e falecidos ambos em Bruges, Willem (Guilherme) Lem, casado com Catharina (Catarina) …, falecida em 1383, Maarten (Martim) Lem e Carl (Carlos) Lem, Almirante de França. Neto paterno de Willem Lem e de sua mulher Claartje (Clara) van Beernem, natural de Beernem, ambos casados e falecidos em Bruges.
O sobrenome na Flandres é Lem, cuja pronúncia se manteve em Portugal pela adição do e final. As Armas dos Leme, usadas na Flandres e em Portugal, são: de prata, com três merletas de negro; timbre: uma merleta do escudo.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Martim_Leme
Foi moço da câmara de Maximiliano. Mencionado como benfeitor de muitas obras de caridade. Pesquisadores antigos e modernos, como Amato et al e Margarida Ortigão Paes Leme e até mesmo Silva Leme, em sua Genealogia Paulistana, não mencionam a esposa deste Maerten Lem 1°.
Referência:
http://genealogiaeorigens.blogspot.com/2017/10/lemes-revisao-genealogica-e-descendencia.html
Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos. Cita Maerteen Lem, cavaleiro nobre e rico, senhor de muitos feudos na cidade de Bruges.
Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Volume 2. pág. 119 TÍTULO LEMES
HEXADECAVÓS
*Fidalgo António Leme o Flamengo, nasceu aproximadamente em 1450 em Madeira, Portugal, morreu antes de 1526 em Funchal, Madeira, Portugal, foi casado com Catarina de Barros Gonçalves Delgado de Liera Filha, nasceu cerca de 1468 em Funchal, Madeira, Portugal e morreu aproximadamente em 1526 em Funchal, Madeira, Portugal. tiveram os filhos: Ruy Leme de Barros, Antonia Leme, Aleixo Leme, Leonor Leme e *Antão Leme.
Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos. Onde vemos que pelos serviços prestados ao rei, se tornou cavaleiro fidalgo e ganhou o direito de usar as armas dos Lems sem diferença e concedeu a seus descendentes de legítimo matrimônio, conforme consta na carta de 12 de novembro de 1471 registrada na Torre do Tombo.
*Antão Leme, nasceu em 10 de janeiro de 1486 em Funchal, Madeira, Portugal e morreu em São Vicente, São Paulo, Brasil, foi casado na Ilha da Madeira, mas não sabe-se o nome da esposa, teve o filho: *Pedro Leme.
Veio para o Brasil entre 1532 e 1544, já viúvo, trazendo seu único filho, já casado, além de familiares e criados.
Por essa época o sobrenome foi aportuguesado para Leme e membros da família rumaram para o Brasil, em meados do século XVI, onde se tornaram importantes donos de engenho na capitania de São Vicente. O primeiro a chegar ao Brasil foi Antão Leme, oriundo da Ilha da Madeira, para exercer o cargo de juiz ordinário e, anos depois, o seu filho, Pedro Leme. A filha de Pedro, Leonor Leme, e seu marido, Braz Teves (nome corrompido no Brasil para Esteves), são considerados o casal originário do povo paulista, pois além de seus descendentes diretos, praticamente todas as famílias de origem vicentina entrelaçaram-se com os Leme por matrimônio.
Referência:
https://judeussefarditas.com/familia-leme/
Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos.
Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919),Volume 2. pág. 121 compilado TÍTULO LEMES
TRIDECAVÓS
Verificamos, em Genealogia Paulistana: “Pedro Leme, que passou da dita Ilha à São Vicente com sua filha Leonor já casada com Brás Teves. Pedro Taques menciona a este Pedro Leme como o primeiro chegado à São Vicente; porém, Frei Gaspar da Madre de Deus assevera ter visto o livro mais antigo de termos de vereança de São Vicente (não consultado por Pedro Taques) onde consta que Antão Leme foi juiz ordinário na dita vila em 1544; portanto, este (e não seu filho Pedro Leme) deve ser considerado como o tronco dos Lemes em São Paulo. Pedro Leme, filho de Antão Leme, natural da Ilha da Madeira, fidalgo da Casa Real, passou-se dessa Ilha para São Vicente, onde já morava pelos anos de 1550, segundo escreveu Pedro Taques.
Segundo o mesmo escritor, Pedro Leme, antes de vir para São Vicente, deixara a lha da Madeira e estivera no Continente na Corte de D. João III, onde casou-se a primeira vez com Isabel Paes…. Falecendo esta sua primeira mulher, Isabel Paes, voltou Pedro Leme a Ilha da Madeira com seu filho e aí se casou pela segunda vez com Luzia Fernandes de quem teve a filha Leonor Leme, a qual passou na companhia de seu pai para São Vicente já casada com Brás Teves… Terceira vez casou-se Pedro Leme em São Vicente com Gracia Rodrigues de Moura...
Faleceu Pedro Leme, em 1600 em São Paulo com testamento em que menciona apenas o segundo e terceiro casamentos; isto parece trazer dúvida sobre o primeiro casamento, porém, ela desaparece diante das indagações feitas por Pedro Taques em 1775 em Portugal (depois de ter escrito o seu Título de Lemes) que levaram-no a certeza da existência desse primeiro casamento, o que foi por ele comunicado a Frei Gaspar da Madre de Deus, além da carta de brasão de armas passada a seu descendente Pedro Dias Paes Leme, registrada em Lisboa, da qual consta que Fernando Dias Paes, casado com. sua sobrinha Lucrécia Leme, foi filho de Pedro Leme e de Isabel Paes, neto paterno de Antão Leme, bisneto de Antônio Leme e de Catarina de Barros. etc. A respeito de Pedro Leme escreveu Pedro Taques: “embarcou na ilha da Madeira; e pelos anos de 1550 já estava em São Vicente com sua mulher Luzia Fernandes e a filha Leonor Leme, mulher de Brás Esteves (ou Teves como se vê em muitos documentos) (O parêntesis é do autor desta obra), e veio fazer assento na vila, capital de São Vicente, onde desembarcou com vários criados do seu serviço, e ali foi estimado, e reconhecido com o caráter de fidalgo.
Foi pessoa da maior autoridade na dita vila; e com a mesma se conservaram seus netos. Ali justificou Pedro Leme a sua filiação e fidalguia em 2 de Outubro de 1564 perante o Dr. desembargador Brás Fragoso, provedor-mor da fazenda, e ouvidor geral de toda a costa do Brasil; e foi escrivão dos autos Antônio Rodrigues de Almeida cavaleiro fidalgo da Casa Real; e obteve sentença extraída do processo, e passada em nome do senhor rei D. Sebastião, assinada pelo dito desembargador Brás Fragoso.
A petição para esta justificação foi do teor seguinte: “Diz Pedro Leme, que ele quer justificar que é filho legítimo de Antão Leme, natural da cidade do Funchal da Ilha da Madeira, o qual Antão Leme é irmão direito de Aleixo Leme e de Pedro Leme, os quais todos são fidalgos nos livros de El-rei, e por tais são tidos e havidos e conhecidos de rodas as pessoas que razão tem de o saber; e outrossim são irmãos de Antonia Leme mulher de Pedro Afonso de Aguiar, e de Leonor Leme, mulher de André de Aguiar, os quais outrossim são fidalgos, primos do Capitão donatário da Ilha da Madeira; os quais Lemes outrossim são parentes em grau mui propinquo de Dom Diniz de Almeida, contador-mor, e de D. Diogo de Almeida, armador-mor, e de Diogo de Cablera, filho de Henrique de Sousa, e de Tristão Gomes da Mina, e de Nuno Fernandes veador do mestrado de Santiago e dos filhos de Claveiro, por ser a mãe deles outrossim sobrinha dos ditos Lemes, tios e pai dele suplicante, os quais são tidos e havidos e conhecidos em o reino de Portugal por fidalgos: Pede a Vm.ce lhe pergunte suas testemunhas, e por sua sentença julgue ao suplicante por fidalgo, e lhe mande guardar rodas as honras, privilégios e liberdade que às pessoas de tal qualidade são concedidas. E.R.M.
Pelo contexto desta súplica e justificação dela, obteve Pedro Leme a sentença que temos referido, a qual foi depois confirmada na vila de São Paulo por Simão Alves de Lapenha, ouvidor geral com alçada, provedor mor das fazendas dos defuntos e ausentes, órfãos, capelas, e resíduos, auditor geral do exército de Pernambuco em 3 de março de 1640 pela causa que correu em juízo contraditório entre partes Lucrécia Leme e seu irmão Pedro Leme, netos de Pedro Leme, contra os órfãos filhos bastardos de Brás Esteves Leme, irmão dos ditos Lucrécia e Pedro Leme, que foram herdeiros por falecer seu irmão solteiro e sem testamento; e aos autos desta demanda juntaram os autores para prova de sua qualidade a sentença proferida a favor de seu avô, por parte materna, o dito Pedro Leme”...
Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Volume 2 págs. 121, 122 compilado
Acima, a Carta de venda dos bens em Portugal, uma vinha, uma terra e uma casa, tudo em São Mamede, termo de Óbidos (Portugal) em 22 de novembro de 1542, Lisboa, para a vinda ao Brasil, o documento encontra-se na Torre do Tombo -Portugal, Torre do Tombo, Colegiada de Santa Maria de Óbidos, mç. 17, doc. 80 , inserida apenas uma página aqui, a título de demonstração da carta.
Referência:
Torre do Tombo: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=1380774
*Leonor Leme nasceu aproximadamente 1530 em Óbidos, Leiria, Portugal, morreu em 31 de janeiro de 1633 em São Vicente, São Paulo, Brasil, foi casada com Brás Esteves que nasceu aproximadamente em 1530 em Funchal, Madeira, Portugal e morreu em 1615 em São Vicente, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Lucrécia Leme, Brás Esteves Leme, Aleixo Leme, Pedro Leme e *Mateus Leme.
Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos. Consta que foram proprietários do engenho de açúcar chamado de São Jorge dos Erasmos em São Vicente.
*Mateus Leme nasceu aproximadamente em 1558 em São Vicente, São Paulo, Brasil e morreu em 30 de agosto de 1633 em São Paulo, São Paulo, Brasil, foi casado com Antonia de Chaves, que nasceu aproximadamente em 1570 em São Vicente, São Paulo, Brasil e morreu em 15 de abril de 1610 em São Vicente, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Marina de Chaves, Maria da Silva, Antão Leme, Antonia Leme, Francisco Leme da Silva, Domingos Leme e *Leonor Leme.
Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, filiação, casamento e filhos e cita que ocupou os cargos do governo da terra.
Referência:
MATEUS LEME
Inventário e Testamento: Vol 9, fl 110 TESTAMENTO (não está datado)
“ Em nome de Deus Amem, Estando eu Mateus Leme com todos os meus cinco sentidos e juízo perfeito e por estar de caminho para o sertão buscando meu remédio e por ser mortal e não saber a hora que hei de dar conta de minha vida a Deus Nosso Senhor faço este testamento com um rol o qual irá assinado por mim de tudo quanto me devem e algumas contas que com alguém tenha ao qual se dará inteiro crédito como a este próprio porque tudo irá na verdade e peço às justiças de sua magestade me façam cumprir e guardar este testamento e o rol que digo deixarei o qual será por mim assinado por ser a minha ultima vontade.
Primeiramente encomendo a minha alma a Deus Nosso Senhor (a Virgem e aos Santos do céu). Declaro que fui casado com minha mulher Antonia de Chaves já defunta da qual tive nove filhos a saber cinco fêmeas e quatro machos e destes morreram três a saber dois machos e uma menina por nome Antonia e são vivos seis a saber quatro fêmeas e dois machos e das fêmeas tenho duas casadas uma com Tomé Martins e outra com Antonio Lourenço ao qual tenho dado de gado 22 rezes aonde entraram 16 vacas e um boi e 60 cruzados na mão de Diogo de Quadros e Tomé Martins no mais que a mulher vestida com 3 saias uma delas de tafetá amarelo e seu manto e o mais.
(Pedidos de missas)
Declaro que o remanescente de minha terça se dará a minha filha Antonia.(outra) Declaro que a gente que tinha ou tenho é toda forra e não podem ser vendidos. Declaro que fora este testamento deixarei feito um rol o qual irá assinado por mim ao qual declaro se dará inteiro crédito como a este próprio testamento.
E declaro que deixo por testamenteiro Aleixo Leme ou Pedro Leme ou Tomé Martins ou minha mãe e com isto dou por acabado com as testemunhas abaixo.
Mateus Leme - João de Santamaría - Braz Esteves - Pero Leme o moço Francisco de Alvarenga - Aleixo Leme - Braz Leme - Aleixo Leme o moço INSTRUMENTO DE APROVAÇÃO: 21-1-1628, em casa do tabelião Apareceu Mateus Leme dizendo que ele estando de caminho para o sertão fizera um testamento e nesse tempo ele ainda era viúvo e depois disso casara com Antonia Gaga da Cunha. Pede para ser enterrado no Mosteiro da Companhia de Jesus, para o qual deixa dois mil réis e o resto da terça para a mulher”.
Referência:
URL: http://www.projetocompartilhar.org/SAESPp/matheusleme1633.htm
Mateus, também é citado nos depoimentos de Processo de Anchieta, abaixo. (Revista da ASBRAP nº 3 9 QUALIFICAÇÃO E DEPOIMENTO DAS TESTEMUNHAS NOS PROCESSOS ANCHIETANOS MAIS ANTIGOS)
No mesmo Processo, ele é ouvido 5 anos mais tarde, abaixo.
Referência:
URL: http://www.asbrap.org.br/documentos/revistas/rev3_art1.pdf
Verificamos, abaixo em Genealogia Paulistana, nos dois volumes, a filiação, casamento e filhos. Consta que Tomás Martínez Bonilla teve sua nobreza provada como consta nos autos processados do Cartório de Órfãos de São Paulo.
Referência:
Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919), Volume 2 pág. 206
ENEAVÓS
*Capitão Mateus Martins Leme, nasceu em 1619 em São Vicente, São Paulo, Brasil e morreu em 6 de outubro de 1697 em Curitiba, Paraná, Brasil, foi casado com Antonia de Góes, que nasceu cerca de 1620 em São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Capitão Matheus Leme da Silva, Miguel Martins Leme, Anna Maria da Silva, Maria Leme da Silva, Luis Da Sylva Leme, Salvador Martins Leme e *Antônio Martins Leme.
Mateus Martins Leme participou da bandeira de Fernão Dias Pais, em 1637, cujo percurso se estendeu até o Rio Grande do Sul. Ele era filho de Thomé Martins Bonilha (do espanhol, Tomás Martínez Bonilla) e Leonor Leme. Entre 1648 e 1661, mudou-se às cercanias do rio Barigui. Em 1690, era capitão-povoador e dizimeiro da povoação (que mais tarde ficaria conhecida como Curitiba). Em 1693, os povoadores requereram a criação da vila que originaria Curitiba.
Referência:
URL: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mateus_Martins_Leme
Abaixo, no Genealogia Paranaense, nós podemos observar a importância de Matheus Leme na fundação de Curitiba. Cita ainda as terras que era dono, em Curitiba e São José dos Pinhais (chamadas de Villa de Nossa Senhora da Luz e Senhor do Bom Jesus dos Pinhaes). Ainda, observamos o início da criação da Vila de Curitiba e a ligação destes primeiros habitantes e fundadores, formando praticamente uma única família. Hoje, podemos observar estes nomes em nossa árvore genealógica (a maioria deles).
*Capitão Antônio Martins Leme, nasceu em aproximadamente 1629 em São Paulo, Brasil e morreu antes de 1695 em Curitiba, Paraná, Brasil, foi casado com Margarida Fernandes dos Reis, que nasceu em 1652 em Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil. Tiveram os filhos: Capitão José Martins Leme, Ana Maria da Silva, Balthazar Fernandes Leme, Antônia Leme da Silva, Izabel Antunes Fernandes, Antonio Leme Silva e *João Martins Leme.
Sendo *Antonio Martins Leme, filho de Matheus Martins Leme e esposo de Margarida Fernandes dos Reis, que era filha de Baltasar Carrasco dos Reis (ver em Parte I, capítulo XIX- Decavós) .
*João Martins Leme, nasceu aproximadamente em 1678 em Curitiba, Paraná, Brasil, foi casado com Catarina Rodrigues Pinto, que nasceu em 1693 em Curitiba, Paraná, Brasil e morreu em 30 de maio de 1777 em Curitiba, Paraná, Brasil. Tiveram os filhos: Maria Rodrigues do Rosario, Estevao Martins Leme, João Leme, Miguel Francisco Martins, Pedro Rodrigues Pinto, Agostinho Leme, Francisco Pinta Leme, Ignácio Pinto Leme, Maria do Terço, José Pinta Leme, Margarida Fernandes dos Reys, Izabel Leme e *Feliciana Fernandes dos Reis.
*Feliciana Fernandes dos Reis nasceu em 15/06/1720 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 1773, no Brasil, casou-se em 14/09/1739 com Estevão Ribeiro Bayão que nasceu em aproximadamente 1703 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 30/12/1769, em. São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Maria Rodrigues da Luz, Anna Luis de Sequeyra, Josepha Maria da Silva, Antônio Carvalho Pinto, Francisca Bayão, Escolastica Bayao, Anna Maria de Jesus Carvalho, João Ribeyro, Miguel e *Luzia Ignácia de Jesus (nascida Luzia Fernandes dos Reis).
Quando Feliciana morreu deixou os filhos órfãos, em 1773, sendo que sua filha Luzia tinha apenas 7 anos de idade, mas conforme verificamos no processo de “Dispensa Matrimonial” na linhagem abaixo (de Luzia e Manoel), ela permaneceu morando na casa de sua mãe (que era viúva), provavelmente criada pelos irmãos mais velhos.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I , no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Hexavós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
*Luzia Ignácia de Jesus (nascida Luzia Fernandes dos Reis) nasceu em 1766 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 20/03/1793, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 18/02/1787 com Manoel Bueno Rocha, que nasceu em aproximadamente 1747 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente em 1809, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Maria Rosa Bueno Da Rocha, Anna Buena Rocha, João Bueno da Rocha, Felicia Bueno Pilar, Salvador Bueno da Rocha e *Luzia Bueno da Rocha.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I , no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pentavós).Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
(…) Que Antonio Martins Leme é irmão de Maria Leme e que desta nasceu Dionísia Leme, e desta nasceu Maria Leme e que desta procedeo Manoel Bueno (da Rocha);
(…) Que de Antonio Martins Leme nasceu João Martins Leme deste nasceu Feliciana (Fernandes dos) Reis, e desta nasceu Luzia Fernandes dos Reis, oradora.
Sendo Antonio Martins Leme, filho de Matheus Martins Leme e esposo de Margarida Fernandes dos Reis, que era filha de Baltasar Carrasco dos Reis.
http://revistapublicasjp.blogspot.com/2016/10/quantos-e-quais-sao-os-imoveis-e.html
*Luzia Bueno da Rocha nasceu em 1793 em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em. São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 1808 com Miguel Arcangelo Rocha Loures, que nasceu em aproximadamente 1758, em Curitiba, Brasil, e morreu em aproximadamente 1828, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Antonio João Arcângelo, Francisco João da Rocha, Maria da Rocha Bueno, José Archangelo da Rocha, Isabel Maria da Rocha, Thereza Maria da Rocha Teixeira, João Arcângelo da Rocha e *Anna Maria da Rocha.
Luzia perdeu a mãe ao nascer.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Tetravós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
Luzia Bueno da Rocha era filha de Manoel Bueno da Rocha e Luzia Ignácia de Jesus e neta por parte paterna de Amador Bueno da Rocha e Maria Leme da Costa, sendo Amador Bueno, filho do Capitão Antônio da Veiga Bueno com Isabel Fernandes da Rocha.
Uma observação sobre Antonio João da Costa (pai de Miguel Arcangelo) é que foi quem acrescentou ao sobrenome Rocha o “Loures”. Se deu aqui a origem do sobrenome Rocha Loures, em homenagem a sua cidade natal: Loures, em Portugal.
*Anna Maria da Rocha nasceu em aproximadamente 1826, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 25/02/1897, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 23/07/1844 com Pedro Antonio da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1819, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu antes de 1889, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Francisco José dos Santos Rocha, Pedro Jose dos Santos Rocha, Joaquim Jose dos Santos Rocha, Maria Da Rocha, Gertrudes Maria Da Rocha, Joaquina Maria da Rocha, Thobias da Rocha, Laurinda Da Rocha, Francisca Maria da Rocha, Purcina Maria da Rocha e *Anna Joaquina da Rocha.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Trisavós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
Sendo Pedro, bisneto de Antonio João da costa e Maria da Rocha de Jesus.
Sendo Ana Maria da Rocha, neta de Antonio João da costa e Maria da Rocha de Jesus
*Anna Joaquina da Rocha nasceu em aproximadamente 1851, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 21/04/1911, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 25/02/1873 com Pedro Simões da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1850, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Francisco da Rocha, Manoel Simões Da Rocha, Joaquim Simões Da Rocha, Francisco Simões Da Rocha, Maria Simões Da Rocha, Francisca Simões da Rocha, Maria Francisca Da Rocha, Pedro Da Rocha, Joaquina Simões da Rocha e *Anna Maria da Rocha.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Bisavós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
Sendo Pedro Simões da Rocha, trineto de Antônio João da Costa com Maria da Rocha de Jesus.
Sendo Anna Joaquina da Rocha, também trineta de Antônio João da Costa com Maria da Rocha de Jesus.
AVÓS
*Anna Maria da Rocha nasceu em 1880, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em 02/01/1948, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 24/04/1915 com Cândido Alves da Rocha, que nasceu em aproximadamente 1894, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em aproximadamente 1978, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os filhos: Francisca Alves Da Rocha, Anna Alves Da Rocha, Maria Benedita Moraes e *Pedro Alves da Rocha.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I , no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Avós). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html
PAIS
http://revistapublicasjp.blogspot.com/2016/10/quantos-e-quais-sao-os-imoveis-e.html
*Pedro Alves da Rocha nasceu em 21/01/1918, em São José dos Pinhais, Brasil, morreu em aproximadamente 1997, em São José dos Pinhais, Brasil, casou-se em 16/12/1949 com Belmira dos Santos Rocha, que nasceu em 10/12/1922, em São José dos Pinhais, Brasil e morreu em 16/07/1957, em São José dos Pinhais, Brasil. Tiveram os seguintes filhos: Luiz (falecido aos 11 anos de idade), Eurides, Leonides, Inês, Pedro, Divair, Maria de Lourdes, Geni, Hamilton, Dirceu, Diomar, Margarida, José (este faleceu no mesmo dia que a mãe) devido complicações no parto e *Teresa.
Pedro casou-se pela segunda vez com Cacilda, que teve os seguintes filhos: Wilson, João, Carmen, Silvio, Ari e Silvano.
(Os documentos desta linhagem você poderá ver na Parte I, no Capítulo I - De João Lopes de Elvas a Pedro Alves da Rocha - Pais). Clique no link para ir direto à página:https://historiareviva.blogspot.com/2022/10/parte-i-capitulo-i-de-joao-lopes-de.html



























































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